| Scanners | |
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| Scanners Scanners (prt) Scanners - Sua Mente Pode Destruir (bra) | |
| Canadá 1981 • cor • 103 min | |
| Gênero | terror, ficção científica, suspense |
| Direção | David Cronenberg |
| Produção | Claude Héroux |
| Roteiro | David Cronenberg |
| Elenco | Jennifer O'Neill Stephen Lack Patrick McGoohan Lawrence Dane Michael Ironside |
| Música | Howard Shore |
| Cinematografia | Mark Irwin |
| Edição | Ronald Sanders |
| Distribuição | Avco-Embassy Pictures (EUA) Manson International (Fora dos EUA) |
| Lançamento | 14 de janeiro de 1981 (EUA) |
| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$3.500.000 (est.) |
| Receita | US$14.225.876 |
Scanners (br: Scanners - Sua Mente Pode Destruir / pt: Scanners) é um filme canadense de 1981, dos gêneros terror e ficção científica, escrito e dirigido por David Cronenberg e estrelando Jennifer O'Neill, Stephen Lack e Patrick McGoohan. No filme, "scanners" são pessoas com poderes telepáticos e telecinéticos incomuns. A corporação ConSec busca scanners para usá-los para suas próprias intenções. O enredo do filme aborda a tentativa de Darryl Revok, um scanner renegado, de promover uma guerra contra a ConSec. Outro scanner, Cameron Vale, é enviado pela ConSec para deter Revok.
Nascidos de uma experiência em laboratório, os Scanners são pessoas com grandes poderes telecinéticos, além de mover objetos e manipular pessoas, são também capazes inclusive de matar com a força de suas mentes.
A história é estruturada como um thriller futurista, envolvendo espionagem industrial e intriga, perseguições a carro, conspirações e tiroteios (incluindo um duelo repulsivo entre Vale e Revok no final). Foi a coisa mais próxima de um thriller de ficção científica convencional que Cronenberg fez até então, sem contar o conteúdo sexual de Calafrios, Rabid ou Os Filhos do Medo; foi também seu filme mais lucrativo até A Mosca, seis anos depois.[carece de fontes]
Devido à excentricidade das estruturas de financiamento cinematográfico do Canadá naquela época, foi necessário começar a gravar com apenas duas semanas de pré-produção, antes do roteiro ter sido terminado, com Cronenberg escrevendo o roteiro entre às 4h e às 7h toda manhã durante as filmagens. Uma vez que a equipe de direção de arte não tinha tempo de construir cenários, algumas vezes a equipe teve que sair procurando locações para filmar. Com isso, Cronenberg disse, fazer Scanners foi um pesadelo.[carece de fontes]
O maquiador Dick Smith (O Exorcista, Sweet Home) forneceu próteses para o importante duelo scanner e o efeito icônico da cabeça explodindo.