As Seis Garantias (em inglês: Six Assurances) são seis princípios fundamentais da política externa dos Estados Unidos referente as relações entre Estados Unidos e Taiwan. Foram aprovadas como esclarecimentos unilaterais estadunidenses ao Terceiro Comunicado entre os Estados Unidos e a República Popular da China em 1982. Seu objetivo era garantir tanto a Taipé quanto ao Congresso dos Estados Unidos que o governo estadunidense continuaria a apoiar Taiwan ainda que tivesse rompido relações diplomáticas formais anteriormente. O governo do presidente Ronald Reagan concordou com as garantias e informou o Congresso dos Estados Unidos sobre elas em julho de 1982.
Atualmente, as Seis Garantias fazem parte das diretrizes semiformais utilizadas na condução das relações entre os Estados Unidos e Taiwan. As garantias têm sido amplamente reafirmadas por sucessivas administrações estadunidenses. Antes de 2016, eram puramente informais, mas neste mesmo ano, seu conteúdo formal foi adotado pela Câmara dos Representantes e pelo Senado em resoluções não vinculativas, elevando seu status para formal, mas não diretamente executável.
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou uma resolução simultânea em 16 de maio de 2016, dando a primeira redação formal para as Seis Garantias, adotando mais ou menos diretamente a forma como o ex-Secretário de Estado Adjunto para Assuntos do Leste Asiático e do Pacífico, John H. Holdridge, as expressou em 1982 (que foi entregue ao Presidente de Taiwan, Chiang Ching-kuo, pelo então Diretor do American Institute in Taiwan, James R. Lilley):
Uma resolução semelhante foi aprovada pelo Senado em 6 de julho de 2016.
Na primeira versão, apresentada ao Congresso por Steve Chabot em 28 de outubro de 2015, as Seis Garantias foram propostas como:
Telegramas desclassificados, enviados em 1982 pelo Departamento de Estado, detalham as Seis Garantias: