| Show Boat | |
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Kathryn Grayson no trailer do filme | |
| Estados Unidos 1951 • technicolor • 108 min | |
| Gênero | drama musical |
| Direção | George Sidney |
| Produção | Arthur Freed Ben Feiner Jr. |
| Roteiro | John Lee Mahin Jerome Kern Oscar Hammerstein II Edna Ferber (romance) |
| Elenco | Kathryn Grayson Ava Gardner Howard Keel |
| Direção de fotografia | Charles Rosher |
| Direção de arte | Cedric Gibbons Jack Martin Smith |
| Efeitos especiais | Warren Newcombe |
| Figurino | Walter Plunkett |
| Edição | John D. Dunning |
| Companhia produtora | MGM |
| Distribuição | MGM |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
| Orçamento | US$ 2 295 429 |
| Receita | US$ 7 621 000 |
Show Boat é um filme norte-americano de 1951, do gênero drama musical, dirigido por George Sidney e estrelado por Kathryn Grayson, Ava Gardner e Howard Keel.
Esta é a terceira adaptação para o cinema do best-seller de Edna Ferber, publicado em 1926. As anteriores datam de 1929 e 1936. Entretanto, a principal fonte para o roteiro é o espetáculo de Florenz Ziegfeld, com música de Jerome Kern -- uma das melhores trilhas sonoras de todos os tempos -- e letras de Oscar Hammerstein II. O show foi apresentado 572 vezes entre dezembro de 1927 e maio de 1929.
O filme aproveitou praticamente todas as canções que Kern escreveu para a Broadway, mas deixou de fora as que ele compôs para a versão cinematográfica de 1936. Entre aquelas que se tornaram clássicas, contam-se "Make Believe", "Can't Help Lovin' That Man" e "Ol' Man River". Incluiu-se, ainda, "After the Ball", de Charles Harris, a única que não é de autoria de Kern-Hammerstein.
Ava Gardner teve de ser amorenada artificialmente, pois seu personagem é descendente de africanos. Ela ficou com o papel inicialmente destinado a Judy Garland ou Lena Horne, e foi dublada por Annette Warren nas duas canções que interpreta: "Bill" e "Can't Help Lovin' That Man".
O diretor preferiu dar ênfase ao luxo e ao brilho, em detrimento de assuntos mais controvertidos, como o racismo, tema presente na versão de 1936. O filme foi um enorme sucesso mundial.
Tanto a fotografia quanto a trilha sonora receberam indicações ao Oscar.
Para o crítico e historiador Ken Wlaschin, O Barco das Ilusões é um dos dez melhores filmes das carreiras do trio central Kathryn Grayson, Ava Gardner e Howard Keel.
Julie LaVerne, afro-descendente, e o marido branco são a alma do show musical que o barco Cotton Blossom oferece a seus passageiros. Quando são denunciados à polícia, porque casamentos interraciais eram proibidos no Sul dos EUA, eles são obrigados a abandonar o espetáculo. Magnolia Hawks, filha do Capitão Andy Hawks, proprietário do barco, torna-se a nova atração, ao lado de Gaylord Ravenal, um jogador. Eles se apaixonam, sobem ao altar e deixam o Cotton Blossom. Depois de semanas vivendo nas nuvens, Magnolia conclui que não existe nada mais importante que o jogo para Gaylord. Com o fim da fortuna do casal, desperdiçada nos cassinos, ele a abandona sem se dar de que ela está grávida...
| Patrocinador | Prêmio | Categoria | Situação |
|---|---|---|---|
| Academia de Artes e Ciências Cinematográficas | Oscar | Melhor Fotografia (em cores) Melhor Trilha Sonora Original (musicais) |
Indicado Indicado |
| Directors Guild of America | DGA | Melhor Diretor | Indicado |
| Writers Guild of America | WGA | Melhor Roteiro - Musicais | Indicado |
| Ator/Atriz | Personagem |
|---|---|
| Kathryn Grayson | Magnolia Hawks |
| Ava Gardner | Julie LaVerne |
| Howard Keel | Gaylord Ravenal |
| Joe E. Brown | Capitão Andy Hawks |
| Marge Champion | Ellie May Shipley |
| Gower Champion | Frank Schultz |
| Robert Sterling | Steven Baker |
| Agnes Moorehead | Parthy Hawks |
| Leif Erickson | Pete |
| William Warfield | Joe |