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| José Augusto da Silva Marques | |
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| Nascimento | 7 de novembro de 1938 Porto de Mós |
| Morte | 25 de dezembro de 2016 (78 anos) Lisboa |
| Cidadania | Portugal |
| Ocupação | político |
| Cargo(s) | Representante da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (1987–1992) Substituto da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa (1986–1987) deputado da Assembleia da República (1980–1983) Presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós (1976–1979) |
José Augusto dos Santos da Silva Marques (Porto de Mós, 7 de novembro de 1938 — Lisboa, 25 de dezembro de 2016) foi um político português.
Opositor ao Estado Novo, chegou a militar no Partido Comunista Português, o que o levou à clandestinidade e ao exílio em França, mas afastou-se do comunismo ainda antes do 25 de abril de 1974. Em 1974 aderia ao Partido Social-Democrata, que o elegeu deputado à Assembleia da República, em sucessivos mandatos, sempre pelo círculo de Leiria, de 1980 a 1999. Chegou a desempenhar brevemente o cargo de presidente do Grupo Parlamentar do PSD, de julho a outubro de 1995. Foi ainda, de 1976 a 1979, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós e, de fevereiro de 1979 a fevereiro de 1980, governador civil de Leiria, designado pelo governo de Maria de Lourdes Pintasilgo. A sua experiência como funcionário do PCP na clandestinidade inspirou um livro, intitulado Relatos da clandestinidade - O PCP visto por dentro, editado pelo semanário Expresso, e publicado em 1976, onde ao longo de mais de 300 páginas, contou como foi a sua adesão ao partido, o trabalho clandestino e, por fim, a ruptura.
A 9 de junho de 2000, foi agraciado com o grau de Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.