Simone Tebet | |
|---|---|
Tebet em 2024 | |
| 30.ª Ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil | |
| Período | 1° de janeiro de 2023 à 31 de março de 2026 |
| Presidente | Luiz Inácio Lula da Silva |
| Antecessor(a) | Paulo Guedes (como Ministro da Economia) |
| Sucessor(a) | Bruno Moretti |
| Senadora por Mato Grosso do Sul | |
| Período | 1º de fevereiro de 2015 a 1º de fevereiro de 2023 |
| Legislaturas | 55.ª (2015–2019) 56.ª (2019–2023) |
| 8.ª Vice-governadora de Mato Grosso do Sul | |
| Período | 1º de janeiro de 2011 a 1º de janeiro de 2015 |
| Governador | André Puccinelli |
| Antecessor(a) | Murilo Zauith |
| Sucessor(a) | Rose Modesto |
| 17.ª Secretária de Governo de Mato Grosso do Sul | |
| Período | 25 de abril de 2013 a 4 de janeiro de 2014 |
| Governador | André Puccinelli |
| Antecessor(a) | Osmar Jeronymo |
| Sucessor(a) | Osmar Jeronymo |
| 39.ª Prefeita de Três Lagoas | |
| Período | 1º de janeiro de 2005 a 31 de março de 2010 |
| Vice-prefeitos | Luiz Akira (2005–2009) Márcia Moura (2009–2010) |
| Antecessor(a) | Issam Fares |
| Sucessor(a) | Márcia Moura |
| Deputada Estadual de Mato Grosso do Sul | |
| Período | 1º de fevereiro de 2003 a 1º de janeiro de 2005 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Simone Nassar Tebet |
| Nascimento | 22 de fevereiro de 1970 (56 anos) Três Lagoas, MS, Brasil |
| Nacionalidade | brasileira |
| Progenitores | Pai: Ramez Tebet |
| Alma mater | Universidade Federal do Rio de Janeiro Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Me.) |
| Marido | Eduardo Rocha |
| Partido | MDB (1997–2026)
PSB (2026–presente) |
| Religião | católica romana |
| Profissão | advogada professora universitária |
Simone Nassar Tebet (Três Lagoas, 22 de fevereiro de 1970) é uma advogada, professora e política brasileira, filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Foi ministra do Planejamento e Orçamento do Brasil, no terceiro governo Lula, bem como senadora pelo estado de Mato Grosso do Sul, do qual também foi deputada estadual, secretária de governo e vice-governadora, e prefeita do município de Três Lagoas.
Durante seus primeiros anos no Senado Federal, Tebet figurou como representante da bancada ruralista e intercessora do agronegócio, sendo contrária à demarcação de terras indígenas em áreas de conflito. Um relatório do Conselho Indigenista Missionário (Cimi). publicado em setembro de 2018, listou Tebet entre os 50 parlamentares que mais atuaram contra os direitos indígenas no Congresso Nacional.
Em 2021, conquistou visibilidade nacional ao integrar a CPI da COVID-19 e fazer duras críticas ao governo Jair Bolsonaro acerca da resposta governamental à pandemia de COVID-19 no país, o que resultou em um distanciamento de sua base política conservadora.
Tebet foi candidata à presidência do Brasil nas eleições de 2022, em que apresentou uma campanha centrista e social liberal, no chamado "Centro Democrático". Ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 4,16% dos votos (aproxidamente 5 milhões de votos). Foi escolhida para o cargo de ministra do Planejamento e Orçamento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a quem Tebet havia apoiado no segundo turno. Foi eleita uma das "100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo em 2022" pela BBC.
Simone é filha do político Ramez Tebet, senador e ex-presidente do Congresso Nacional, falecido em 2006, e da filantropa Fairte Nassar Tebet, ambos filhos de imigrantes libaneses radicados no Mato Grosso do Sul.
Formou-se em direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É especialista em ciência do direito pela Escola Superior de Magistratura e mestre em direito do Estado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).
Começou a carreira em 1992 lecionando em universidades, tendo trabalhado na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, na Universidade Católica Dom Bosco, na Universidade para o Desenvolvimento do Estado e Região do Pantanal e nas Faculdades Integradas de Campo Grande.
Foi consultora técnica jurídica da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul entre os anos de 1995 e 1997, e diretora técnica legislativa entre 1997 e 2001.
Iniciou a carreira política em 2002, ao ser eleita deputada estadual de Mato Grosso do Sul com 25.251 votos.
Nas eleições municipais de 2004 se elegeu para o primeiro cargo majoritário, prefeita de Três Lagoas, sendo a primeira mulher a ocupar tal cargo no município. Durante o primeiro mandato manteve o forte movimento de industrialização da cidade, iniciado pelo antecessor Issam Fares. Em fevereiro de 2006 os investimentos privados na expansão industrial de Três Lagoas nos últimos sessenta meses somavam 1,1 bilhão de reais. O principal investimento privado atraído para a cidade foi a fábrica da International Paper, inaugurada em 2009, e cujo investimento foi de 300 milhões de dólares. Entre 2006 e 2009 Três Lagoas obteve um crescimento de 40% na atividade industrial. Nas eleições municipais de 2008, Tebet reelegeu-se para o posto com mais de 75% dos votos.
Em 31 de março de 2010, renunciou à prefeitura para compor a chapa de André Puccinelli na eleição para o governo de Mato Grosso do Sul, na condição de candidata a vice-governadora. Vitoriosa a chapa, tornou-se a primeira mulher vice-governadora do estado. Entre abril de 2013 e janeiro de 2014, Simone chefiou a Secretaria de Governo.
Nas eleições parlamentares de 2014, candidatou-se ao cargo de senadora por Mato Grosso do Sul, sendo eleita em 5 de outubro e empossada como senadora em 1º de fevereiro de 2015. Em abril de 2018 foi escolhida líder da bancada do MDB no Senado Federal, então a maior naquela casa. Tebet ficou no cargo até janeiro de 2019.

Nas eleições de 2018, após a prisão do então candidato ao governo do estado, André Puccinelli, Simone foi indicada candidata a governadora, porém, desistiu da disputa por questões familiares.
Simone Tebet foi, ainda, diretora de assuntos municipalistas da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul e membro do Conselho de Representação do Centro-Oeste da Confederação Nacional dos Municípios.
Em 2019, foi eleita presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, a mais importante do Senado Federal, tornando-se a primeira mulher a presidir o colegiado. A indicação de Simone para a presidência da comissão foi bem aceita pelos colegas senadores, além de ter agradado ao Palácio do Planalto.
Em janeiro de 2021, foi indicada pelo MDB para disputar a Presidência do Senado. Entretanto, o partido desistiu da indicação após o candidato adversário, Rodrigo Pacheco, sinalizar para que a legenda ocupasse cargo de destaque na mesa diretora. Assim, a candidatura de Tebet passou a ser independente. Em 1º de fevereiro de 2021, Rodrigo Pacheco foi eleito presidente do Senado, com votos de 57 senadores. Tebet obteve 21, ficando em segundo lugar.
Em agosto de 2016, votou a favor do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Em dezembro do mesmo ano, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.
Nas eleições para a presidência do Senado Federal do Brasil em 2017, Tebet foi pré-candidata à presidente da casa, mas o MDB indicou o senador Eunício Oliveira para disputar o cargo. Em julho de 2017, a senadora votou a favor da reforma trabalhista.
Em outubro de 2017, votou a favor da manutenção do mandato do senador Aécio Neves, derrubando decisão da Primeira Turma do STF no processo em que Neves é acusado de corrupção e obstrução da justiça por solicitar dois milhões de reais ao empresário Joesley Batista.
Em 2019, a senadora disputou a indicação do MDB para a candidatura à presidência do Senado Federal. No entanto, Renan Calheiros foi indicado, perdendo a eleição entre os correligionários por 7 votos a 5. Posteriormente, Tebet lançou candidatura avulsa ao cargo, mas acabou desistindo para aumentar as chances de uma vitória de Davi Alcolumbre (DEM) sobre Renan Calheiros, o que acabou se concretizando.
No governo de Jair Bolsonaro, em junho de 2019 votou contra o Decreto das Armas, que flexibilizava porte e posse para o cidadão. Foi também apoiadora da Reforma da previdência de 2019, votando a favor da proposta. Tebet apoiou as principais pautas econômicas do governo Bolsonaro, entre elas a reforma da previdência, a autonomia do Banco Central, o Marco Legal do Saneamento Básico e a Lei da liberdade econômica.
Um dos principais projetos defendidos por Simone Tebet no Senado Federal trata da suspensão das demarcações de terras indígenas e pagamento de indenizações para fazendeiros. A proposta é objeto de críticas por parte de entidades em defesa de direitos humanos, que apontam supostos conflitos de interesses, apontando que a Senadora é proprietária de uma fazenda em Caarapó, Mato Grosso do Sul. O município tem história recente marcada pela violência contra populações indígenas, que, segundo relatório do Cimi, seria comandada por grileiros e proprietários de terras.
Eduardo Rocha, marido de Simone Tebet e deputado estadual em Mato Grosso do Sul, foi um dos nomes mais atuantes da Comissão Parlamentar de Inquérito aberta na Assembleia Legislativa sul-mato-grossense para investigar o Cimi. A instituição, ligada à igreja Católica, é considerada uma das maiores defensoras dos povos indígenas no Brasil. O relatório da CPI não conseguiu mostrar provas contra o Cimi e acabou arquivado pela Justiça.

Em 9 de junho, Tebet foi definida como pré-candidata do MDB à Presidência da República nas eleições de 2022 e foi escolhida pelo grupo de partidos nomeados centro democrático (PSDB, MDB e Cidadania) para ser uma terceira via na próxima corrida presidencial.
Em 27 de julho, o MDB oficializou a candidatura da senadora à Presidência da República. O anúncio foi realizado depois da convenção virtual do partido, sem definição sobre o nome a ser indicado como vice. O presidente do MDB, Baleia Rossi, informou o resultado do pleito como 262 votos sim e 9 votos não, o que representa 97% dos votos a favor.
A formalização do nome de Tebet se deu em meio a um racha dentro do MDB. Apoiadora de Lula, uma ala do partido ligada ao senador Renan Calheiros (AL) judicializou a convenção do partido.
Em 2 de agosto, Tebet anunciou que a senadora Mara Gabrilli (PSDB) foi escolhida como vice na chapa da federação, formada por MDB, PSDB e Cidadania.
O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Ricardo Lewandowski deferiu em 25 de agosto o registro de candidatura de Simone à Presidência da República, e também a candidatura da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP) à vice-presidência.
Simone Tebet apresentou seu plano de governo em 15 de agosto, no último dia para os candidatos registrarem as candidaturas junto à Justiça Eleitoral. Com 48 páginas, o documento propunha um programa permanente de renda mínima, reformas tributária e administrativa e tolerância zero com o desmatamento ilegal.
Ao longo da campanha, Tebet se consolidou em quarto lugar nas pesquisas. A candidata apresentou desempenho contundente nos três debates realizados, tendo sido frequentemente citada como a candidata de melhor desempenho, apresentando perguntas e críticas contra os candidatos líderes das pesquisas, Lula e Jair Bolsonaro, fato apontado como responsável pelo crescimento de sua candidatura nos dias anteriores à eleição.
Ainda em 4º lugar na maioria das últimas pesquisas antes do primeiro turno — embora em empate técnico com Ciro Gomes —, Tebet superou o cearense e terminou o pleito em terceiro lugar, logrando 4,16% dos votos válidos, frente aos 3,04% obtidos por Ciro.
Apesar dessa campanha bem avaliada, Simone saiu como a terceira candidata com menor proporção de votos na história das eleições presidenciais brasileiras e não ultrapassou a votação de Ulysses Guimarães em 1989, que prossegue como o maior resultado do MDB. Isso ocorreu sobretudo em razão da forte polarização entre os dois primeiros colocados e da adesão do eleitorado a uma campanha pelo voto útil promovida pelos líderes nas pesquisas de intenção de voto.
Após a confirmação de que haveria um segundo turno, Tebet oficializou apoio à candidatura de Lula (PT).

Em 29 de dezembro de 2022, Simone Tebet foi anunciada como a Ministra do Planejamento e Orçamento do terceiro governo Lula.
Em 4 de janeiro de 2023, relatou dificuldades em contratar mulheres pretas para trabalhar na pasta. A promessa da ex-senadora foi de uma composição ministerial com diversidade racial e de gênero.
| “ | Acho que a gente tem que prezar acima de tudo pela diversidade. Estou indo para uma pasta que hoje ainda é extremamente masculina. Quero não só ter mulheres, mas mulheres pretas. E a gente sabe, lamentavelmente, que mulheres pretas normalmente são arrimo de família. Trazer de fora de Brasília é muito difícil. Enquanto eu não tiver esse mapa bonitinho, eu não quero anunciar. Eu faço questão que o ministério dentro do possível tenha de alguma forma a cara do Brasil, que é diversidade. | ” |
— Simone Tebet, em entrevista ao G1. | ||
Como ministra, coordenou a elaboração do Plano Plurianual (PPA) 2024–2027, que voltou a ser construído com participação social por meio da plataforma Brasil Participativo e de plenárias estaduais. O plano foi enviado ao Congresso com programas, metas e objetivos definidos a partir das contribuições recebidas. Tebet também se reuniu com órgãos técnicos, como o IBGE, defendendo o fortalecimento da produção de dados oficiais como base para o planejamento e a formulação de políticas públicas.
Outro destaque de sua gestão foi a coordenação técnica do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), lançado em 2023. O Ministério do Planejamento organizou a carteira de projetos, definiu critérios para seleção das obras e passou a acompanhar a execução física e orçamentária dos investimentos. Tebet também atuou em projetos de integração regional, como as Rotas de Integração Sul-Americana, acompanhando cronogramas de obras e apresentando essas iniciativas em eventos no Brasil e no exterior. Além disso, participou da assinatura de investimentos do Fundo de Convergência Estrutural do Mercosul (FOCEM) para obras de infraestrutura em municípios de fronteira.
Na área orçamentária, Tebet participou da formulação e da defesa do novo arcabouço fiscal e apresentou projetos de Lei de Diretrizes Orçamentárias ao Congresso Nacional, detalhando metas fiscais e projeções econômicas. Defendeu a inclusão e a garantia de recursos para programas sociais, como o Bolsa Família, no orçamento federal. Também liderou iniciativas de planejamento de longo prazo, como os Diálogos para a Estratégia Brasil 2050, que reuniram governo e sociedade civil para discutir metas futuras, incluindo desenvolvimento econômico, redução das desigualdades e sustentabilidade.
Como ministra do Planejamento e Orçamento, contribuiu para o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia ao avaliar seus impactos sobre o planejamento econômico de médio e longo prazo e ao integrar o tema às estratégias de desenvolvimento do governo. Sua atuação esteve relacionada à análise de efeitos sobre investimentos, competitividade e políticas públicas, além do apoio institucional à posição do governo brasileiro favorável ao acordo.
Em 27 de março de 2026, Tebet formalizou sua filiação ao PSB em ato realizado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), com vistas a disputar o Senado pelo mesmo estado nas eleições de 2026. Apesar do favoritismo nas pesquisas, não se elegeu, obtendo 8.342.968 votos (19,23%) e a terceira colocação no pleito.
Em 2019, após decisão de um júri especializado, Tebet recebeu o título de melhor senadora do país no Prêmio Congresso em Foco pelo segundo ano consecutivo. Foi eleita uma das "100 mulheres mais inspiradoras e influentes do mundo em 2022" pela BBC.
| Insígnia | País | Honra | Data |
|---|---|---|---|
| Brasil | Grã-Cruz da Ordem de Rio Branco | 21 de novembro de 2023 |
| Ano | Eleição | Cargo | Partido | Coligação / Vice | Suplentes | Votos | Resultado | Ref | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1.º | 2.º | T. | Total | % | P. | ||||||||
| 2002 | Estadual de Mato Grosso do Sul | Deputada estadual | MDB | Pra Frente MS PMDB, PRTB e PSDB |
- | - | 1.º | 25 251 | 2,63% | - | Eleita | ||
| 2004 | Municipal de Três Lagoas | Prefeita | Três Lagoas Unida PMDB, PTB, PSDB, PL, PSL, PSC, PPS, PSB, PV e PT do B Vice: Luiz Akira (PTB) |
- | - | 1.º | 29 244 | 66,72% | - | Eleita | |||
| 2008 | Municipal de Três Lagoas | Por Amor a Três Lagoas Vice: Márcia Moura (PMDB) |
- | - | 1.º | 36 228 | 76,81% | - | Eleita | ||||
| 2010 | Estadual de Mato Grosso do Sul | Vice-governadora | Amor, Trabalho e Fé PRB, PMDB, PR, DEM, PMN, PSB, PSDB, PRTB, PTC, PT do B, PTB, PPS e PTN Titular: André Puccinelli (PMDB) |
- | - | 1.º | 704 407 | 56,00% | - | Eleita | |||
| 2014 | Estadual de Mato Grosso do Sul | Senadora | MS Cada Vez Melhor PMDB, PSB, PSC, PRB, PRTB, PHS e PT do B |
Celso Dal Lago (PMDB) |
Moacir Kohl (PSB) |
1.º | 640 336 | 52,61% | - | Eleita | |||
| 2022 | Presidencial do Brasil | Presidente | Brasil para Todos MDB, Federação PSDB Cidadania e PODE Vice: Mara Gabrilli (PSDB) |
- | - | 1.º | 4 915 306 | 4,16% | 3.ª | Não eleita | |||
| 2026 | Estadual de São Paulo | Senadora | PSB | Desperta São Paulo PDT, PSB, FE BRASIL e PSOL/REDE |
Laio Morais (PT) |
Marcelo Barbieri (PDT) |
1.º | 8 342 968 | 19,23% | 3.ª | Não eleita | ||
| Cargos políticos | ||
|---|---|---|
| Precedido por: Issam Fares |
Prefeita de Três Lagoas 2005–2010 |
Sucedido por: Márcia Moura |
| Precedido por: Murilo Zauith |
Vice-governadora de Mato Grosso do Sul 2011–2015 |
Sucedido por: Rose Modesto |
| Recriado Último detentor do título: Esteves Colnago |
Ministra do Planejamento e Orçamento 2023–2026 |
Sucedido por: Bruno Moretti |
| Cargos de partidos políticos | ||
| Precedido por: Henrique Meirelles |
Candidata do MDB para Presidente do Brasil 2022 |
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