| Subnautica: Below Zero | ||||
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| Desenvolvedora | Unknown Worlds Entertainment | |||
| Publicadora | Unknown Worlds Entertainment | |||
| Diretor | David Kalina | |||
| Produtores | Charlie Cleveland Cory Strader Max McGuire Ted Gill | |||
| Projetista | Alex Ries | |||
| Escritores | Jill Murray Brittney Morris Zaire Lanier Tom Jubert | |||
| Artista | Cory Strader | |||
| Compositor | Ben Prunty | |||
| Motor | Unity | |||
| Série | Subnautica | |||
| Plataformas | ||||
| Lançamento | macOS, Switch, PS4, PS5, Windows, Xbox One, Xbox Series X/S 14 de Maio de 2021 Nintendo Switch 2 17 de Fevereiro de 2026 Android, iOS 26 de fevereiro de 2026 | |||
| Géneros | Ação e aventura, Sobrevivência | |||
| Modos de jogo | Um jogador | |||
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Subnautica: Below Zero é um jogo eletrônico de ação e aventura em mundo aberto desenvolvido e publicado pela Unknown Worlds Entertainment. O jogo é um spin-off de Subnautica.
Lançado em acesso antecipado via Steam e Epic Games Store em janeiro de 2019, Subnautica: Below Zero foi lançado para macOS, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Windows, Xbox One e Xbox Series X/S em 14 de maio de 2021. Uma versão para Nintendo Switch 2 foi lançada em 17 de fevereiro de 2026; proprietários da versão original para Nintendo Switch puderam obter essa atualização gratuitamente por meio de um Pacote de Upgrade. Uma versão para dispositivos móveis foi lançada em seguida, em 27 de fevereiro de 2026. As versões físicas do jogo foram publicadas pela Bandai Namco Entertainment. O título recebeu críticas majoritariamente positivas.
Subnautica: Below Zero é um jogo de aventura e e sobrevivência ambientado em um mundo aberto subaquático, jogado a partir de uma perspectiva em primeira pessoa. O jogador controla a xenóloga Robin Ayou, que aterrissa no planeta oceânico 4546B em busca de respostas sobre a morte misteriosa de sua irmã. Assim como em seu antecessor, a jogabilidade envolve explorar e sobreviver em ambientes alienígenas, ao mesmo tempo em que se cumprem objetivos para avançar na trama do jogo. Os jogadores coletam recursos, fabricam ferramentas, constroem bases e veículos submersíveis, além de interagir com a fauna local.
Para sobreviver e progredir, o jogador deve coletar matérias-primas do ambiente — incluindo diversos minerais, amostras de flora e peixes — enquanto evita ou enfrenta ameaças como a fauna hostil e tempestades de neve que prejudicam a visibilidade. É necessário também obter projetos (blueprints) para fabricar novos itens, seja encontrando e abrindo caixas de dados pelo mundo ou escaneando fragmentos dos itens. Geralmente, à medida que o jogador avança, ele enfrenta ambientes mais hostis, o que exige equipamentos melhores ou melhorias nos itens existentes, como trajes resistentes ao frio, tanques de oxigênio de maior capacidade ou veículos capazes de suportar águas mais profundas.
O jogo se passa principalmente debaixo d'água, mas, ao contrário de seu antecessor, há áreas terrestres muito mais extensas e perigosas para explorar. Existem estruturas e destroços — tanto na superfície quanto submersos — que servem como locais-chave para a história, fornecendo projetos e gravações de conversas que revelam gradualmente o enredo do jogo.
Além de mecânicas que retornam, como oxigênio, fome e sede, os jogadores agora possuem um medidor de temperatura corporal, que entra em jogo ao caminhar em terra firme. Ele funciona de maneira muito semelhante ao medidor de oxigênio utilizado debaixo d'água. O jogador perde calor corporal gradualmente e corre o risco de congelar, a menos que reponha sua temperatura entrando na água, encontrando abrigo, consumindo certos itens ou permanecendo próximo a uma fonte de calor.
Ao iniciar um novo jogo, os jogadores devem selecionar um modo de dificuldade dentre as cinco opções a seguir:
Dois anos após os eventos do jogo original, a corporação Alterra, responsável pela queda da Aurora no planeta 4546B, construiu diversas bases para pesquisas sobre a bactéria Kharaa e sobre a raça alienígena precursora, os Arquitetos, que já estudavam a bactéria. A xenóloga Robin Ayou se infiltra no planeta através de um setor congelado chamado "Setor Zero" para investigar as circunstâncias da morte de sua irmã Sam, que a Alterra alega ter sido resultado de "negligência de um funcionário". Durante o último ano, a Alterra retirou todo o seu pessoal, permitindo que Robin pousasse no planeta.
Logo após o pouso, Robin capta um sinal de socorro e vai investigar, descobrindo um santuário alienígena contendo a consciência digitalizada de um Arquiteto vivo. Desesperado por um novo meio de armazenamento, já que a energia do santuário está se esgotando, e após um aparente mal-entendido, o Arquiteto transfere sua consciência para o cérebro de Robin. Irritada com a invasão em sua mente, Robin inicialmente tenta ignorá-la, mas logo concorda em ajudar a criatura, agora apresentada como Al-An, a construir um novo corpo para a transferência. Para isso, Robin vasculha o setor em busca de instalações e artefatos alienígenas para encontrar os componentes e materiais necessários. Al-An explica que não tentou contatar a Alterra antes porque acreditava que as motivações da Alterra não se alinhavam com as suas e não queria correr o risco de que eles encontrassem um caminho para seu planeta natal. Durante a busca, Al-An dá a entender que esteve envolvido com o surto de Kharaa.
Enquanto isso, Robin também continua sua investigação sobre a morte de Sam. Ela encontra Marguerit Maida, uma sobrevivente de Degasi, diversas vezes. Marguerit desconfia de Robin a princípio, mas revela sua versão da história em troca da desativação da vigilância da Alterra no setor. Robin explora as instalações abandonadas da Alterra e descobre que a Alterra encontrou o cadáver de um leviatã congelado no gelo, ainda infectado por Kharaa. Contudo, em vez de destruir os Kharaa, a Alterra decidiu pesquisar a bactéria para aplicações úteis. Temendo outro surto e preocupada que a Alterra usasse os Kharaa para desenvolver armas biológicas, Sam decidiu sabotar o projeto. Encorajada e ajudada por Marguerit, ela sintetizou e escondeu uma cura para os Kharaa, depois usou explosivos para desabar a caverna que abrigava o leviatã, enquanto Marguerit destruía o laboratório que continha as amostras de Kharaa da Alterra. No entanto, Sam foi atingida acidentalmente pela explosão e morreu soterrada pelos escombros. Incapaz de determinar a causa do desabamento, a Alterra considerou a morte de Samantha como resultado de negligência. Usando esse conhecimento, alguns mapas e pistas, Robin recupera o estoque de antídoto para Kharaa que Sam havia produzido e o usa para neutralizar os Kharaa que infectavam o leviatã congelado, concluindo o plano de sua irmã e impedindo a Alterra de continuar seu projeto.
Paralelamente a isso, Robin consegue recuperar todos os componentes necessários para construir um novo corpo para Al-An e o fabrica em uma instalação alienígena. Após se transferir para o corpo, Al-An revela que era um dos principais cientistas que pesquisavam uma cura para a bactéria Kharaa; ele desobedeceu ordens ao tentar chocar ovos de Leviatã Dragão Marinho, resultando na destruição da instalação de pesquisa pelos Dragões Marinhos e na liberação da Kharaa em 4546B. Al-An decide retornar ao seu planeta natal para ver com seus próprios olhos o que aconteceu com os outros Arquitetos, bem como para se redimir de seus erros passados. Ele ativa um portal de fase Arquiteto e Robin concorda em deixar 4546B com ele, incerto do que encontrarão lá.
Subnautica: Below Zero foi inicialmente concebido como um pacote de conteúdo para download (DLC) para o Subnautica (2018) original, embora seu escopo tenha eventualmente se expandido significativamente, levando a Unknown Worlds a lançar Below Zero como um produto independente. Inicialmente, ele era considerado uma sequência de Subnautica, mas, com o anúncio do terceiro jogo da série tendo o título Subnautica 2, o jogo agora é considerado um spin-off. Anunciado em agosto de 2018, Below Zero foi lançado em acesso antecipado para macOS e Windows em 30 de janeiro de 2019. O jogo completo foi lançado para essas plataformas, juntamente com versões para Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X/S, em 14 de maio de 2021. O jogo dá uma ênfase maior à narrativa quando comparado ao original.
| Recepção | |
|---|---|
| Resenha crítica | |
| Publicação | Nota |
| Destructoid | 8.5/10 |
| Game Informer | 9/10 |
| IGN | 9/10 |
| Jeuxvideo | 16/20 |
| Nintendo Life | 8/10 |
| Nintendo World Report | 8/10 |
| PC Games (US) | 86/100 |
| Pontuação global | |
| Agregador | Nota média |
| Metacritic | NS: 76/100 PC: 82/100 PS5: 79/100 XSXS: 83/100 |
Subnautica: Below Zero recebeu críticas "geralmente favoráveis", de acordo com o site Agregador de críticas Metacritic.
Andrew Reiner da Game Informer, elogiou o jogo, afirmando: "Below Zero é o que toda sequência deveria ser: expande a fórmula central estabelecida de maneiras inteligentes, fazendo com que o novo conteúdo pareça tão empolgante e imprevisível quanto o original." Leana Hafer, da IGN, comentou: "Novos veículos, novos dispositivos e melhorias gerais no desempenho técnico e na qualidade de vida complementam a experiência com maestria." Rick Lane, da PC Gamer, destacou o design de ambiente do jogo, descrevendo-o como "o principal aspecto em que a sequência supera Subnautica."
A mudança de um protagonista silencioso para um com voz gerou reações mistas entre os críticos. Lane descreveu os personagens como "sem graça" e a história como "menos envolvente", observando que "o problema reside, em parte, na perda do mistério, já que as coisas são explicadas a você em vez de serem descobertas por conta própria". PJ O'Reilly, do site Nintendo Life, comentou: "Embora preferíssemos, sem dúvida, o isolamento total da narrativa do jogo original, o que temos aqui ainda consegue manter o interesse ao longo de toda a experiência." Jordan Devore, do Destructoid, avaliou o roteiro de forma mais positiva, elogiando as interações entre os dois protagonistas e comentando: "A dublagem representa uma evolução geral, a ponto de eu não querer pular nenhuma das gravações de áudio que encontrava pelo cenário".
Vários críticos apontaram os segmentos em terra firme como um ponto fraco do jogo. O'Reilly comentou: "Não é aí que Subnautica realmente brilha; sempre queríamos voltar para a água assim que éramos tirados dela". Devore descreveu as seções em terra como "mais interessantes de se ver do que de jogar", explicando que "nada supera a liberdade de movimento debaixo d'água".