| The Christophers | |
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2025 • cor • 100 min | |
| Gênero | humor ácido |
| Direção | Steven Soderbergh |
| Produção |
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| Roteiro | Ed Solomon |
| Elenco | |
| Música | David Holmes |
| Cinematografia | Peter Andrews |
| Direção de arte | Antonia Lowe |
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| Edição | Mary Ann Bernard |
| Companhias produtoras |
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| Distribuição |
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| Lançamento |
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| Idioma | inglês |
The Christophers é um longa-metragem estadunidense-britânico de humor ácido dirigido por Steven Soderbergh e escrito por Ed Solomon, lançado em 2025. Estrelado por Ian McKellen, como um excêntrico pintor recluso, acompanha uma trama de intrigas e manipulações quando dois irmãos contratam uma jovem (Michaela Coel) para se infiltrar na vida do artista e concluir suas obras inacabadas. O elenco ainda é composto por James Corden e Jessica Gunning.
A produção estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2025 em 7 de setembro de 2025, seguido por um lançamento limitado nos cinemas dos Estados Unidos em 10 de abril de 2026, pela Neon. Posteriormente, recebeu uma indicação ao Gotham Film Awards de 2026, na categoria de Melhor Atuação Principal, para Ian McKellen.
Julian Sklar (Ian McKellen), um excêntrico e decadente pintor londrino, tem suas obras inacabadas no centro de uma trama arquitetada por seus próprios filhos (James Corden e Jessica Gunning), que contratam uma jovem artista (Michaela Coel) para concluir as pinturas secretamente e lucrar com sua venda. Mas, entre manipulações, segredos e conflitos artísticos, a relação entre os dois artistas toma rumos inesperados.
O filme foi produzido pela Department M, com Michael Schaefer e Mike Larocca como produtores executivos.
As filmagens ocorreram em fevereiro de 2025, em Londres, com locações em Fitzrovia, no distrito londrino de Camden. David Holmes compôs a trilha sonora do filme.
The Christophers estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2025 em 7 de setembro de 2025. Em outubro, a Neon adquiriu os direitos de distribuição do filme, programando um lançamento limitado nos cinemas em Los Angeles e Nova York em 10 de abril de 2026, seguido por uma expansão nacional ainda naquela primavera. O filme foi lançado no Reino Unido e na Irlanda em 15 de maio de 2026, pela Picturehouse Entertainment.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 95% das 174 avaliações dos críticos são positivas, com uma classificação média de 7.8/10. O consenso do site afirma: "Uma trama ardilosa conduzida com a característica desenvoltura do diretor Steven Soderbergh, The Christophers é um excelente duelo entre dois personagens, com Ian McKellen e Michaela Coel em suas melhores atuações." O Metacritic, que utiliza uma média aritmética ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 79 de 100, com base em 42 críticas, indicando avaliações "geralmente favoráveis".
No The Guardian, Peter Bradshaw atribuiu cinco estrelas ao filme e escreveu: "McKellen é eloquente, provocador, vulnerável e patético; Coel é serena e reservada. [...] A dupla formada por McKellen e Coel tem a química em cena do ano." Na revista Empire, John Nugent atribuiu quatro de cinco estrelas, escrevendo: "Há a direção cuidadosa, astuta e discreta de Soderbergh, que mantém tudo envolvente. Há o delicioso roteiro original de Ed Solomon (Bill & Ted e MIB – Homens de Preto), repleto de diálogos venenosos e reviravoltas surpreendentes. E há as atuações sublimes de seus protagonistas, Ian McKellen e Michaela Coel, ambos no auge de suas carreiras."
No The Independent, Clarisse Loughrey também atribuiu quatro de cinco estrelas ao filme, escrevendo: "A câmera de [Soderbergh] paira ansiosamente como uma terceira presença na sala, escondida atrás de móveis ou posicionada discretamente de lado. Se esse observador tivesse algo a dizer, duvido que Julian permitisse. O trabalho de McKellen aqui é seu melhor desde os tempos de Gandalf, reinterpretando o artista mais velho como um rei louco, impulsionado e destruído pelo próprio ego." Kate Stables escreveu para o BFI: "A atuação brilhante de McKellen, uma combinação magistral e enérgica de charme astuto e crueldade casual, é o que realmente dá vida ao filme. [...] Para um filme sobre a proximidade da morte e a perda súbita e devastadora do talento que pode precedê-la, é surpreendentemente vibrante — uma obra que transborda calor e vitalidade."
Para o Deadline, o crítico Damon Wise escreveu que, por se tratar de um filme de Soderbergh, seria de esperar uma reviravolta, mas que "a reviravolta aqui é que, na verdade, não há reviravolta alguma", e o descreveu como um "filme incomumente emocional para Soderbergh".