| Titanomyrma Intervalo temporal: Eoceno médio-tardio | |
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| Reconstrução de uma rainha de Titanomyrma lubei | |
| Classificação científica | |
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| Gênero: | Titanomyrma |
| Espécie-tipo | |
| Titanomyrma lubei | |
| Espécies | |
Titanomyrma é um gênero extinto de formigas gigantes que contém as maiores espécies de formigas já descobertas, incluindo Titanomyrma lubei, a maior espécie conhecida. Os espécimes de Titanomyrma eram fósseis de formigas rainhas aladas. Este gênero é conhecido de três espécimes individuais, um achado em Wyoming, EUA, e os outros dois da Alemanha. O nome do gênero significa "formiga titã".
Os fósseis de Titanomyrma foram descobertos em três locais diferentes, sugerindo uma distribuição geográfica ampla durante o Eoceno.
As rainhas de Titanomyrma são notáveis pelo seu tamanho extraordinário. Titanomyrma lubei, com aproximadamente 5,1 centímetros de comprimento do corpo e uma envergadura de asa de cerca de 13 centímetros, é a maior espécie de formiga já descoberta. Em comparação, as rainhas de Titanomyrma gigantea e Titanomyrma rossi também são consideravelmente grandes, mas ligeiramente menores que T. lubei. A morfologia dos fósseis indica características que as ligam às formigas atuais da subfamília Formicinae.
A presença de Titanomyrma tanto na América do Norte quanto na Europa durante o Eoceno é notável. O clima na época era significativamente mais quente do que o atual, com a presença de florestas subtropicais e tropicais estendendo-se por latitudes mais altas.
A presença de formigas gigantes como Titanomyrma é consistente com a "regra de Bergmann", que postula que animais em climas mais frios tendem a ser maiores. No entanto, as maiores espécies de formigas modernas vivem em regiões tropicais. A existência de Titanomyrma em ambientes quentes durante o Eoceno sugere que formigas de grande porte podem ter evoluído em resposta a condições climáticas específicas daquele período, possivelmente relacionadas à disponibilidade de recursos ou à menor pressão de predação. A distribuição transcontinental de Titanomyrma sugere que essas formigas podem ter dispersado entre a Europa e a América do Norte através de pontes terrestres boreais, aproveitando o clima quente para sobreviver em latitudes elevadas. Outras espécies de formigas do Eoceno também foram documentadas em diferentes partes do mundo, como na Rússia.
O gênero Titanomyrma inclui três espécies descritas: