
Um USB dead drop é um pen drive instalado num espaço público. Por exemplo, um pen drive USB pode ser montado num muro de tijolos preso ao lugar com concreto de secagem rápida. O nome vem do método do método ''dead drop'' de comunicação da espionagem. Os aparelhos podem ser considerados como uma rede P2P anônima e offline.
Uma rede de dispositivos de USB dead drop foi iniciada em 2010 em Nova Iorque pelo artista baseado em Berlim Aram Bartholl, membro do coletivo nova-iorquino de arte e tecnologia Fat lab Um sistema similar, o 'deadSwap'', operava na Alemanha desde 2009.
Membros do público são convidados a deixarem ou encontrarem arquivos num dead drop diretamente, conectando seus laptops no pen drive colocado na parede para compartilharem arquivos e dados. É possível usar smartphones e tables usando adaptador USB on the go.
Cada dead drop é vazio exceto por dois arquivos: deaddrops-manifesto.txt, e um arquivo readme.txt explicando o projeto.
Pontos publicamente e privadamente disponíveis dão a qualquer um a capacidade de salvar e transferir dados anonimamente e sem custos. Tais redes offlines são vulneráveis aos seguintes tipos de ameaças:
Estes contras, especialmente o primeiro item, criam um grave risco de uso para o dead drop USB, tanto maior em locais mais susceptíveis a vandalismo. Uma forma de atenuar o problema é instalá-lo num local semipúblico, onde não esteja sujeito a destruição física, nem à substituição do dispositivo dead drop legítimo por algum outro dispositivo destinado a causar danos. Mas mesmo instalado num local semipúblico, os riscos de software (segundo e terceiro item) ou de ameaça à informação (penúltimo item) continuam a existir.
Em 2013, o website instructables publicou um texto e vídeo sobre como fazer um USB dead drop na natureza.
Seguindo este conceito, dead drops wi-fi estão sendo criadas. A PirateBox, desenvolvida em 2011, é a mais conhecida.