| Visbur | |||||
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| Rei lendário dos Suíones | |||||
Representação de Visbur de 1554 na História de João Magno | |||||
| Reinado | século II | ||||
| Antecessor(a) | Valandro | ||||
| Sucessor(a) | Domaldro | ||||
| Dados pessoais | |||||
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| Casa | Casa dos Inglingos | ||||
| Pai | Valandro | ||||
| Mãe | Driva | ||||
Visbur foi um rei lendário dos Suíones no século II da Casa dos Inglingos.
O rei aparece na Lista dos Inglingos do poeta norueguês Tiodolfo de Hvinir do século IX, na Saga dos Inglingos do historiador islandês Esnorro Esturleu do século XIII e na História de todos os reis gautas e suíones de 1554 do arcebispo sueco João Magno.
Visbur era filho do rei Valandro e sua esposa fina Driva. Sucedeu ao pai e desposou a filha de Aude, o Rico, que deu como dote três Estados e um colar de ouro. O casal teve dois filhos, Gislo [bastão de esqui] e Ondur [esqui], mas Visbur logo rejeitou a esposa para desposar nova mulher com quem teve Domaldro, e a filha de Aude voltou com seus filhos para seu pai. A madrasta de Domaldro lhe fez mal com magia e seus irmãos, agora com 12 e 13 anos respectivamente, foram diante do pai exigir o dote de sua mãe. Visbur se recusou e eles responderam, antes de voltarem para casa, que o colar de ouro causaria a morte do melhor homem de sua raça. O encantamento da feiticeira Hulda permitiria matar seu pai, sob preço de que sempre ocorreria a morte de membros do clã Escildingo. Eles reuniram uma horda, se aproximaram de Visbur à noite e queimaram-o em seu salão. Segundo João Magno, Visbur era tirano cruel, enquanto segundo Tiodolfo de Hvnir:
| “ | A abóbada dos desejos,[a] |
” |