Volans

Peixe Voador

Nome latino
Genitivo

Volans
Volantis

Abreviatura Vol
 • Coordenadas
Ascensão reta
Declinação
8 h
-70°
Área total 141° quadrados
 • Dados observacionais
Visibilidade
- Latitude mínima
- Latitude máxima
- Meridiano
 
+15°
-90°
1° de março, às 21h
Estrela principal
- Magn. apar.
β Vol
3,77
Outras estrelas
- Magn. apar. < 3
- Magn. apar. < 6
 
0
19
 • Constelações limítrofes
Em sentido horário:

Volans (Vol), o Peixe voador, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Volantis.

As constelações vizinhas são Carina, Pictor, Dorado, Mensa e Chamaeleon.

História

O nome Volans é uma forma abreviada do nome original da constelação, Piscis Volans. Volans foi uma das 12 constelações criadas por Petrus Plancius a partir de observações de Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman e apareceu pela primeira vez num globo celestial de 35 cm de diâmetro publicado em 1597 (ou 1598) em Amsterdã por Plancius com Jodocus Hondius. A primeira representação da constelação num altas celestial foi em Uranometria de Johann Bayer, em 1603.

Objetos

Estrelas

Há duas estrelas duplas na constelação que podem ser observadas utilizando um telescópio pequeno, Gamma Volantis e Epsilon Volantis. As magnitudes das estrelas de Gamma Volantis são 4 e 6, e das de Epsilon Volantis são 4 e 8 .

Céu profundo

Volans possui vários objetos de céu profundo. O anel de Lindsay-Shapley, categorizado com o código AM 0644-741, é uma galáxia em anel localizada a 300 milhões de anos-luz da Terra. Foi encontrada próxima à Grande Nuvem de Magalhães em 1960 e recebeu o nome de seus descobridores. Seu formato pouco usual é resultado de uma colisão ocorrida há muitos milhões de anos. O anuel azul que possui 150 mil anos-luz de diâmetro foi formado quando uma onda de choque da colisão criou o anel de estrelas azuis e quentes; o núcleo amarelo é uma fusão dos núcleos das galáxias progenitoras. NGC 2442, uma galáxia espiral, está localizada a uma distância de 50 milhões de anos-luz da Terra.

Ver também

Referências

  1. 1 2 Staal, Julius D.W. (1988), The New Patterns in the Sky, ISBN 0-939923-04-1, McDonald and Woodward Publishing Company, p. 244
  2. ↑ Ridpath & Tirion 2007.
  3. ↑ Wilkins & Dunn 2006.
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