| Volker Kirchhoff | |
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| Ocupação | Pesquisador em geofísica |
| Empregador | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais |
| Diretor interino do INPE | |
| Período | 2001 |
| Antecessor | Márcio Nogueira Barbosa |
| Sucessor | Luiz Carlos Moura Miranda |
Volker Kirchhoff é um pesquisador de geofísica que trabalhou no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Estudou o ozônio atmosférico e a radiação ultravioleta e exerceu a direção interina do instituto em 2001.
Volker trabalhou no Laboratório de Ozônio do INPE e participou de pesquisas que mediam a radiação ultravioleta recebida na superfície terrestre. Em um artigo publicado em 2000 com Ezequiel Echer, Neusa Paes Leme e Abel A. Silva, analisou séries de medições feitas no Brasil, em La Paz, na Bolívia, e em Punta Arenas, no Chile.
A equipe investigou a variação da radiação UV-B ao longo das estações do ano e calculou o índice ultravioleta para os locais estudados. As medidas utilizavam radiômetros projetados para registrar a faixa da radiação solar capaz de provocar eritema, o avermelhamento da pele causado pela exposição ao sol. O trabalho também examinou a radiação difusa, que chega à superfície depois de ser espalhada na atmosfera.
Volker coordenou no Brasil as campanhas internacionais TRACE-A, em 1992, e SCAR-B, em 1995. Também presidiu a representação brasileira do Comitê de Pesquisa Espacial (COSPAR).
No verão de 2004 e 2005, Volker liderou um grupo do INPE que estudava o ozônio e a radiação ultravioleta na área da Estação Antártica Comandante Ferraz. O trabalho fazia parte do Programa Antártico Brasileiro e acompanhava a evolução dessas medidas para investigar as relações entre o ozônio atmosférico e a exposição à radiação UV-B.
Para o inverno de 2005, estava previsto que o técnico Armando Hadano, do INPE, desse apoio logístico ao projeto de ozônio e radiação ultravioleta e a outras pesquisas na estação brasileira.
Volker exerceu funções de coordenação de programas especiais e de direção substituta no instituto. Em 2001, assumiu interinamente a direção depois que Márcio Nogueira Barbosa deixou o INPE para trabalhar na UNESCO. Permaneceu na função até a posse de Luiz Carlos Moura Miranda, em 29 de outubro daquele ano.