| Alex Morgan em 2019. | ||
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Alexandra Patricia Morgan Carrasco | |
| Data de nascimento | 2 de julho de 1989 (37 anos) | |
| Local de nascimento | Diamond Bar, Estados Unidos | |
| Pé | Canhoto | |
| Apelido | Alex, A-Mor Baby Horse | |
| Informações profissionais | ||
| Clube atual | Aposentada | |
| Número | 13 | |
| Posição | Atacante | |
| Site oficial | «Página oficial» | |
| Clubes de juventude | ||
| Clube de futebol | AYSO Region 31 | |
| Clubes profissionais2 | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 2008–2009 2010 2010 2011 2012 2013–2015 2016–2020 2017 2020 2021 2022–2024 |
West Coast FC California Storm Pali Blues Western New York Flash Seattle Sounders Portland Thorns FC Orlando Pride → Lyon (emp.) Tottenham Orlando Pride San Diego Wave FC |
2 (2) 3 (5) 3 (2) 14 (4) 3 (2) 38 (15) 54 (18) 16 (12) 5 (2) 15 (5) 48 (22) |
| Seleção nacional3 | ||
| 2008 2010–2024 |
Estados Unidos Sub-20 Estados Unidos |
10 (5) 224 (123) |
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Medalhas | ||
Alexandra Patricia Morgan Carrasco, mais conhecida como Alex Morgan (Diamond Bar, 2 de julho de 1989) é uma ex-futebolista norte-americana que atuava como atacante. É considerada como uma das jogadoras mais influentes do futebol feminino. Ela foi co-capitã da seleção dos Estados Unidos com Carli Lloyd e Megan Rapinoe de 2018 a 2020 e com Lindsey Heaps em 2023.
Alex Morgan despontou como a maior promessa do futebol feminino nos Estados Unidos. Começou jogando na Universidade da Califórnia em Berkeley como estudante.
Em 14 de janeiro de 2011, Morgan acertou com o Western New York Flash, assim ela fez história ao se tornar a primeira jogadora da California Golden Bears a jogar numa equipe de futebol profissional dos Estados Unidos.
No dia 27 de fevereiro foi anunciado pela equipe feminina do Seattle Sounders, trocando a cidade de Nova York por Seattle.
Em 2013 Morgan assinou com o Portland Thorns FC, onde acabou vencendo a liga feminina de futebol National Women's Soccer League (NWSL).
Em 2016, acertou com o Orlando Pride. Em 20 de dezembro de 2016, foi emprestada ao Lyon, da França, por seis meses. Em sua estreia, contra o Guingamp, deu duas assistências na vitória do Lyon por 3 a 0. Na equipe francesa, conquistou tanto o Campeonato Frânces quanto a Copa da França de Futebol Feminino.
Em 1 de junho de 2017, conquistou a Liga dos Campeões de Futebol Feminino da UEFA após vitória nos pênaltis contra o Paris Saint-Germain.
Em 12 de setembro de 2020, assinou com o Tottenham.
Para a temporada de 2022, assinou com o San Diego Wave FC.
A Fifa anunciou em 10 de fevereiro de 2023, as três finalistas ao prêmio The Best de melhor jogadora do ano de 2022. Alex é uma delas.

Devido a uma lesão em 2007, Morgan não foi chamada para treinar com a Seleção Norte-Americana Sub-20 até abril de 2008. Seu primeiro jogo pela Seleção Sub-20 foi em Puebla, no México, onde marcou seu primeiro gol internacional contra Cuba.
Morgan foi chamada para disputar o Mundial Feminino Sub-20 de 2008, no Chile, onde marcou quatro gols no torneio contra a França, Argentina e Coréia do Norte, seu último gol marcado contra a Coréia do Norte foi posteriormente eleito o gol mais bonito do torneio, e mais tarde, o segundo melhor do ano pela FIFA. O desempenho de Morgan no campo lhe rendeu a Chuteira de Bronze como a terceira melhor marcadora do torneio e a segunda melhor jogadora do torneio, ficando atrás de sua companheira Sydney Leroux.
Em 2011, foi convocada para disputar a Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2011, na Alemanha. No dia 13 de julho, marcou seu primeiro gol numa Copa do Mundo aos 82 minutos, na semifinal contra a França, na vitória dos Estados Unidos por 3–1.[carece de fontes]
Na final do Copa do Mundo Feminina de Futebol, contra o Japão, Alex foi um dos principais destaques, entrando no segundo tempo regulamentar, e com apenas 5 minutos jogando, ela chutou na trave. Mas além disso fez o primeiro gol da final e ainda deu assistência para o segundo gol dos EUA (Abby Wambach de cabeça), porém as japonesas empataram o jogo em 2–2, e as nipônicas venceram nos pênaltis por 3–1.[carece de fontes]
Em 2012, Morgan foi convocada para os Jogos Olímpicos. Na fase de grupos, em que os Estados Unidos venceram as três partidas, Morgan marcou dois gols contra a França, deu uma assistência a gol para Megan Rapinoe contra a Colômbia e outra assistência para Abby Wambach contra a Coreia do Norte.
Na fase eliminatória, Morgan novamente deu outra assistência para Wambach abrir a vitória por 2–0 sobre a Nova Zelândia nas quartas de final. Na semifinal, Morgan marcou o gol da vitória na partida contra o Canadá no tempo extra, colocando os Estados Unidos para disputar a medalha de ouro contra o Japão. Na final, no dia 9 de agosto, venceram as nipônicas por 2–1. Morgan deu uma assistência para a cabeçada de Carli Lloyd. Ela terminou o torneio com três gols e cinco assistências.[carece de fontes]
No final de novembro de 2012, foi indicada pela Fifa para a final do prêmio Bola de Ouro da FIFA, junto com a brasileira Marta e a estadunidense Abby Wambach.[carece de fontes]
Em 2015 conquistou a Copa do Mundo de Futebol Feminino, no Canadá, após vencer o Japão na grande final por 5–2.[carece de fontes]
Na estreia na Copa do Mundo de Futebol Feminino de 2019, marcou cinco gols na vitória por 13–0 sobre a Tailândia, na maior goleada da história das Copas do Mundo. Após quatro jogos sem marcar, fez o gol da vitória dos Estados Unidos por 2–1 na semifinal contra a Inglaterra, conquistando o título após vitória por 2–0 sobre a Holanda. Também terminou como artilheira da Copa do Mundo com 6 gols, ao lado de sua companheira de equipe Megan Rapinoe e da inglesa Ellen White.
Além de suas conquistas dentro de campo, Morgan ficou conhecida por sua atuação na luta por salários justos e igualdade de condições entre mulheres e homens no esporte.
Em Março de 2019, sua luta ganhou destaque internacional quando ela e outras jogadoras da seleção feminina dos Estados Unidos enfrentaram a Federação dos Estados Unidos (U.S. Soccer) em uma batalha judicial por discriminação salarial.
Em fevereiro de 2022, as atletas chegaram a um acordo de US$ 24 milhões com a federação, relacionado à ação judicial. Desse total, US$ 22 milhões seriam destinados às atletas e US$ 2 milhões formariam um fundo para apoiar suas carreiras após o futebol e iniciativas voltadas ao desenvolvimento do esporte feminino.
Em maio daquele ano, a federação anunciou novos acordos coletivos que estabeleceram termos econômicos iguais para as seleções masculina e feminina, incluindo remuneração por partidas e mecanismos de compartilhamento de receitas e premiações da Copas do Mundo. Essa conquista não significou que todas as jogadoras do mundo passa-se a receber o mesmo salário que os homens. A mudança se aplicava às seleções nacionais dos Estados Unidos, mas se tornou uma referência importante para o debate internacional sobre igualdade no esporte.