Ali Larijani | |
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| علی لاریجانی | |
Larijani em 2021 | |
| Secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional | |
| Período | 5 de agosto de 2025 até 17 de março de 2026 |
| Presidente | Masoud Pezeshkian |
| Antecessor(a) | Ali Akbar Ahmadian |
| Sucessor(a) | Mohammad Bagher Zolghadr |
| 5.º Presidente da Assembleia Consultiva Islâmica | |
| Período | 28 de maio de 2008 até 28 de maio de 2020 |
| Vice-Presidente | Mohammad-Reza Bahonar Mohammad-Hassan Aboutorabi Fard Masoud Pezeshkian |
| Antecessor(a) | Gholam-Ali Haddad-Adel |
| Sucessor(a) | Mohammad Bagher Ghalibaf |
| Ministro da Cultura e Orientação Islâmica | |
| Período | 11 de agosto de 1992 até 15 de fevereiro de 1994 |
| Presidente | Akbar Hashemi Rafsanjani |
| Antecessor(a) | Mohammad Khatami |
| Sucessor(a) | Mostafa Mir-Salim |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Ali Ardashir Larijani |
| Nascimento | 3 de junho de 1958 Najaf, Iraque |
| Morte | 17 de março de 2026 (67 anos) Teerã, Irã |
| Progenitores | Pai: Mirza Hashem Amoli |
| Cônjuge | Farideh Motahhari (c. 1978; m 2026) |
| Filhos(as) | 4 |
| Partido | Partido da Coalizão Islâmica (1990–2026) |
| Religião | islã xiita |
| Assinatura | |
| Serviço militar | |
| Serviço/ramo | Corpo de Guardas da Revolução Islâmica |
| Anos de serviço | 1981–1993 |
| Patente | general de brigada |
| Conflitos | Guerra Irã-Iraque Guerra do Irã de 2026 |
Ali Ardashir Larijani (An-Najaf, 3 de junho de 1958 – Teerão, 17 de março de 2026) foi um político e filósofo iraniano que atuou como chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional entre 2025 e 2026. Já havia ocupado o mesmo cargo de 15 de agosto de 2005 a 20 de outubro de 2007, nomeado pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad, substituindo Hassan Rowhani. Era irmão de Sadeq Larijani, presidente do Conselho de Discernimento do Irão.
Ali Larijani foi um dos dois representantes do líder supremo da Revolução Islâmica, Ali Khamenei, no Conselho, sendo o outro Hassan Rouhani. No seu cargo de secretário, desempenhou as funções de principal negociador em questões de segurança nacional, incluindo o programa nuclear iraniano. Foi também membro do Conselho Supremo da Revolução Cultural.
Entre 28 de dezembro de 2025 e 17 de março de 2026, Larijani foi descrito por vários jornais, como o Haaretz, como o homem mais poderoso do país, ou como líder de facto pelo The Australian e outros. Alega-se que a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) apoiou a sua liderança de facto. Em 15 de janeiro de 2026, após uma onda de protestos iranianos de 2025–2026 e os subsequentes massacres no Irão em 2026, os Estados Unidos impuseram novas sanções a Larijani pela sua participação na repressão dos manifestantes. Segundo um relatório, Larijani foi o "cérebro" da repressão de janeiro de 2026, aproveitando os seus laços estreitos com os comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica e os serviços de informação, juntamente com as ligações de longa data da sua família com clérigos de alto nível, para consolidar o apoio entre facções rivais e preparar-se para assumir a liderança após a morte do líder supremo Ali Khamenei. Em resposta à decisão da União Europeia de classificar a CGRI como uma organização terrorista, Larijani tweetou que as forças militares de quaisquer países que apoiassem a decisão da UE contra a CGRI seriam consideradas grupos terroristas e enfrentariam as consequências dos seus actos.
Segundo o jornal The New York Times, Larijani governou efetivamente o Irão desde janeiro de 2026 até à sua morte, sendo o responsável por "esmagar", com força letal, os recentes protestos que exigem o fim do regime islâmico. Após o assassinato de Ali Khamenei, Larijani declarou que o governo iraniano "não deixaria Donald Trump em paz".
Na noite entre 16 e 17 de março de 2026, durante a Guerra do Irão, Ali Larijani foi alvo de um ataque aéreo israelita. O Ministro da Defesa israelita, Israel Katz, declarou que Larijani foi morto. O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, anunciou a morte de Larijani, descrevendo-o como o chefe de um grupo que "controla eficazmente o Irã", manifestando a esperança de que minar o regime iraniano desta forma daria "ao povo iraniano a oportunidade de o destituir". O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também afirmou que Larijani havia sido assassinado. A República Islâmica do Irão confirmou a morte mais tarde no mesmo dia.