| Altair Martins | |
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| Nascimento | 1975 (51 anos) |
| Prémios | Prêmio São Paulo de Literatura (2009) |
| Género literário | Romance, conto, teatro |
| Movimento literário | Pós-modernismo |
| Magnum opus | A Parede no Escuro |
Esta biografia de uma pessoa viva não cita fontes ou referências, o que compromete sua credibilidade. (fevereiro de 2025) |
Altair Martins (Porto Alegre, 1975) é um romancista, contista, dramaturgo e professor universitário brasileiro.
Bacharel em Letras com especialização em língua francesa pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestre e doutor em literatura brasileira pela mesma universidade, é professor da PUCRS, nos cursos de Letras e Escrita Criativa, atuando também no programa de pós-graduação.
Em 1994 foi vencedor do Prêmio Guimarães Rosa da Rádio France International[carece de fontes]. Em seguida publicou as antologias de contos Como se moesse ferro, Se choverem pássaros, Dentro do olho dentro e Enquanto água.
Recebeu[carece de fontes] o Prêmio Luiz Vilela, o Concurso Nacional de Contos Josué Guimarães, na Jornada Nacional de Literatura, o Prêmio Açorianos nas categorias conto e romance, e o Prêmio Moacyr Scliar.
Foi finalista do Prêmio Jabuti em quatro ocasiões[carece de fontes]. Na dramaturgia, foi vencedor do Prêmio Minuano de Literatura com a peça Guerra de urina, em 2019.
Recebeu também o Prêmio São Paulo de Literatura de Primeiro romance, em sua segunda edição, com o livro A parede no escuro.