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| Budismo |
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Bico (bhikkhu em páli; bhikṣu em sânscrito; bǐqīu, 比丘 em chinês) são, no budismo, os monges do sexo masculino. As monjas recebem o nome de bicunim no português de Goa (bhikkhunī em páli). Bicos e bicunins obedecem a uma série de preceitos monásticos, cujas regras básicas são chamadas de patimokkha. Seu estilo de vida é moldado de forma a permitir as práticas espirituais, que são essencialmente a simplicidade e a vida meditativa, até atingir o nirvana.
O monaquismo foi introduzido no budismo no início da sua história, mas aplicou-se, num primeiro tempo, apenas aos homens. Gautama Buddha aceitou que as mulheres pudessem ser monjas, designadas como bicunim. A ordenação normalmente não é imediata: quem quiser tomar votos, tem de ser, primeiro, noviço, dito samaṇera. A partir dos 20 anos, é possível se fazer os votos de bico.
Tal designação é mais comum dentro da tradição teravada. Há monges em outras tradições budistas, como no budismo japonês, que têm a possibilidade de casar-se e assumir atividades profissionais.
Bhikkhu é um termo páli que, originalmente, significava "mendicante". Sidarta Gautama usava o termo para se referir aos monges e a qualquer pessoa que dele se aproximava para ouvi-lo. A partir de então, o termo adquiriu o significado de "monge".

Existem cinco regras ou preceitos comuns nas várias escolas budistas, que compreendem a base da moralidade da religião e que portanto os monges budistas devem observar:
A partir daí existe variação de regras entre as diferentes tradições e locais onde é estabelecido o monasticismo.