| The Witcher 3: Wild Hunt Blood and Wine | ||||
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| Desenvolvedora | CD Projekt RED | |||
| Publicadora | CD Projekt | |||
| Diretor | Konrad Tomaszkiewicz | |||
| Escritores | Marcin Blacha Paweł Sasko Mateusz Tomaszkiewicz | |||
| Programador | Grzegorz Mocarski | |||
| Compositores | Marcin Przybyłowicz Mikolai Stroinski Piotr Musiał | |||
| Motor | REDengine 3 | |||
| Série | The Witcher | |||
| Plataforma | ||||
| Lançamento | PS4, Windows, Xbox One 31 de maio de 2016 Nintendo Switch 15 de outubro de 2019 PS5, Xbox Series X/S 14 de dezembro de 2022 | |||
| Gênero | RPG eletrônico de ação | |||
| Modos de jogo | Um jogador | |||
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The Witcher 3: Wild Hunt – Blood and Wine é a segunda expansão de The Witcher 3: Wild Hunt, seguindo a primeira expansão, Hearts of Stone. Desenvolvida pela CD Projekt RED, a expansão acompanha Geralt de Rívia em sua viagem a Toussaint, um ducado intocado pela guerra que ocorre no jogo base, na esperança de encontrar uma besta misteriosa que aterroriza a região.
Blood and Wine foi lançada para PlayStation 4, Windows e Xbox One em 31 de maio de 2016, e posteriormente para Nintendo Switch em 15 de outubro de 2019, com versões para PlayStation 5 e Xbox Series X/S lançadas em 14 de dezembro de 2022. A expansão recebeu aclamação generalizada da crítica, conquistando diversos prêmios. Muitos a consideram um dos melhores pacotes de conteúdo para download de todos os tempos.
Geralt aceita um contrato da Duquesa Anna Henrietta de Toussaint, que o incumbe de matar um monstro misterioso que assassinou dois cavaleiros do ducado. Ao chegar à região, ele descobre que houve uma terceira vítima, e rumores afirmam que os cavaleiros foram assassinados ritualmente por violarem seus juramentos. Percebendo que um dos cavaleiros que o escoltaram até Toussaint é o próximo alvo, Geralt corre para o seu lado e flagra o culpado: Dettlaff van der Eretein, um vampiro. No entanto, a luta é interrompida por outro vampiro: Regis, o amigo de Geralt que ele acreditava estar morto, que convence Dettlaff a ir embora.
Regis explica a Geralt que Dettlaff o reviveu após sua morte, dando-lhe seu próprio sangue, e duvida que ele esteja cometendo esses assassinatos de livre e espontânea vontade. Trabalhando juntos, Geralt e Regis localizam o esconderijo de Dettlaff e descobrem que alguém sequestrou sua ex-amante humana, Rhenawedd, para forçá-lo a assassinar os cavaleiros. Com o chantagista tendo roubado bens da família ducal como sua única pista, Geralt investiga com Henrietta, que teme que sua irmã Syanna, há muito perdida e exilada por supostamente estar sob uma falsa maldição, esteja de alguma forma envolvida.
Ao localizarem o quartel-general do chantagista, Geralt, Regis, Dettlaff e os cavaleiros do ducado organizam um ataque. Contudo, ao confrontarem Rhenawedd, descobrem que ela e Syanna são a mesma pessoa; ela fingiu o próprio sequestro e orquestrou os assassinatos como vingança contra as vítimas, que a maltrataram enquanto a escoltavam para fora do ducado durante seu exílio. Traído, Dettlaff enlouquece e ataca a capital de Toussaint com uma horda de vampiros, na esperança de que Syanna não se entregue a ele. Em resposta, Henrietta aprisiona Syanna para protegê-la e ordena que Geralt mate Dettlaff.
Para encontrar Dettlaff, Geralt tem duas opções: ceder à sua exigência libertando Syanna, ou encontrar o Ancião Invisível, líder dos vampiros de Toussaint, e fazê-lo forçar Dettlaff a comparecer perante ele. A partir daí, três finais são possíveis:
De qualquer forma, se Dettlaff for morto, Regis é forçado a deixar Toussaint para evitar a perseguição de outros vampiros. Depois, dependendo de suas escolhas no jogo base, Geralt pode retornar à propriedade vinícola que recebeu como parte de sua recompensa e encontrar um visitante surpresa:
Em 7 de abril de 2015, a CD Projekt anunciou dois pacotes de expansão para The Witcher 3: Wild Hunt — a primeira expansão sendo Hearts of Stone e a segunda Blood and Wine. Blood and Wine foi lançado em 31 de maio de 2016. Posteriormente, foi lançado junto com Hearts of Stone em uma edição completa para o Nintendo Switch em 15 de outubro de 2019. Uma terceira expansão, Songs of the Past, está prevista para ser lançada em 2027.
| Recepção | |
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| Resenha crítica | |
| Publicação | Nota |
| Pontuação global | |
| Agregador | Nota média |
| Metacritic | (PC) 92/100 (PS4) 91/100 (XBO) 94/100 |
Blood and Wine recebeu "aclamação universal" da crítica, de acordo com o site agregador de críticas, Metacritic. Muitos críticos elogiaram a forma como a CD Projekt Red encerrou a história do personagem Geralt de Rívia e a dimensão da expansão, com alguns afirmando que poderia ser um novo projeto. Em uma análise para a PC Gamer, Tom Senior elogiou os desenvolvedores por criarem uma expansão tão completa e disse que, se continuassem lançando novas expansões, ele ainda estaria jogando The Witcher em 2020. Senior elogiou a despedida da série. O escritor Steven Bogos, do The Escapist, afirmou que, no geral, foi uma boa expansão, mas que não tinha a mesma temática aventureira de "salvar o mundo" dos títulos anteriores de The Witcher.
Richard Cobbett, do Rock Paper Shotgun, escreveu que o jogo não era o melhor trabalho da CD Projekt Red, afirmando que tinha uma boa história, mas não tão boa quanto a de Hearts of Stone. Em contraste, Chris Carter, do Destructoid, acreditava que Blood and Wine era melhor que Hearts of Stone, pois este último parecia uma "missão polida e prolongada". Ele disse que Blood and Wine era expansivo o suficiente para ser considerado um novo projeto. "Blood and Wine às vezes é tão sombrio tematicamente quanto seus antecessores", disse Kevin VanOrd em uma análise do GameSpot, embora, quando comparado a outros aspectos de The Witcher 3, fosse menos sombrio. Leif Johnson, do IGN, teve dúvidas iniciais devido ao começo lento, mas começou a "adorá-lo" nas primeiras horas de jogo. O redator do Shacknews, Josh Hawkins, observou que encontrou alguns problemas e bugs na expansão, mas acreditava que era uma boa adição à série.
A expansão recebeu o prêmio de "Melhor jogo de RPG" no The Game Awards 2016. Também recebeu o prêmio de "Direção de Arte, Influência de Época" na Academia Nacional de Críticos de Videogames 2017.