Brodowski | |
|---|---|
| Hino | |
| Lema | Via ferrea urbem aedificavit "A ferrovia edificou a cidade" |
| Gentílico | brodowskiano |
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| Coordenadas: 20° 59′ 27″ S, 47° 39′ 32″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | São Paulo |
| Região metropolitana | Ribeirão Preto |
| Municípios limítrofes | Batatais, Ribeirão Preto, Serrana, Altinópolis, Jardinópolis |
| Distância até a capital | 337 km |
| Fundação | 22 de agosto de 1913 (113 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Fábio Maximiniano Vercezi Severi (PODE, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total | 278,458 km² |
| Altitude | 850 m |
| População | |
| • Total (censo 2025) | 26 314 hab. |
| • Estimativa (2024) | 26 314 hab. |
| Densidade | 94,5 hab./km² |
| Clima | Cwa (Clima tropical de altitude com inverno seco e verão quente) |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| IDH (PNUD/2010) | 0,755 — alto |
| PIB (IBGE/2023) | R$ 1 210 304 604 mil |
| • Posição | SP: 245º |
| • Per capita (IBGE/2023) | R$ 48 026,05 |
Brodowski é um município brasileiro localizado na região nordeste do estado de São Paulo, fazendo parte da Região Metropolitana de Ribeirão Preto. Sua população estimada pelo IBGE em 2025 era de 26.314 habitantes.
O surgimento da cidade de Brodowski está ligado aos projetos de expansão da Cia. Mogiana de Estradas de Ferro, no final do século XIX. Em 1873 foi iniciada a construção da ferrovia Campinas a Mogi-Mirim, com ramal até a cidade de Amparo e, posteriormente, até às margens do Rio Grande, passando por Casa Branca e Franca.
Os trilhos cortaram as terras da Fazenda Belo Monte, entre Jardinópolis e Batatais. Após a inauguração da estação de Batatais, em 3 de outubro de 1886, com a presença do imperador D. Pedro II e sua esposa, a imperatriz Teresa Cristina, o dono da fazenda, coronel Lúcio Eneas de Melo Fagundes, propôs à companhia a doação de uma área em suas terras para a construção de uma estação. A ação foi apoiada pelos vizinhos do coronel, e a Cia. Mogiana recebeu com simpatia a ideia. O inspetor-geral da companhia na época, o engenheiro polonês Alexandre Brodowski, foi o responsável pelo encaminhamento do pedido e pela construção da estação. A estação foi inaugurada em 5 de setembro de 1894, com armazém e pátio de manobras, e recebeu seu nome em homenagem a ele.
No local da estação começou a crescer um povoado, que viria a se tornar o município de Brodowski. A emancipação da localidade, elevada à categoria de município, ocorreu por meio da Lei n.º 1381, em 22 de agosto de 1913. Na ocasião, o presidente do Estado era Francisco de Paula Rodrigues Alves, enquanto Altino Arantes era o secretário do Interior.
Brodowski abriga o Seminário Maria Imaculada, que chegou à cidade na década de 1960, trazido por Dom Luís do Amaral Mousinho, arcebisbo de Ribeirão Preto.
Brodowski é ainda reconhecida como a "Terra de Portinari", por ser o local de nascimento do famoso pintor Candido Portinari.
Está localizado na latitude 21° Sul, e na longitude 47°39'33" oeste, a uma altitude de 850 metros, estando a 27 km de Ribeirão Preto. Possui área de 278,4 km², topografia constituída de terrenos altos e planos, clima tropical de altitude com inverno seco e verão quente.
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Dados do Censo - 2000
| Raça | Porcentagem |
|---|---|
| Branca | 78,3% |
| Negra | 8,2% |
| Parda | 12,6% |
A economia de Brodowski é focada nos Serviços (R$ 414milhões) e na Indústria (R$ 147 milhões), tendo ainda uma grande área para cultivo agrícola, com uma parcela relevante de sua economia dedicada à Agropecuária (R$ 93 milhões).
O sistema de telefones automáticos foi inaugurado na cidade pela Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), que também implantou o sistema de discagem direta à distância (DDD) em 1982 com o código de área (016).
O Cristianismo se faz presente na cidade da seguinte forma:
Entre as igrejas protestantes históricas, pentecostais e neopentecostais, encontram-se na cidade:
| Religião | % |
|---|---|
| Católica | 62,9 |
| Evangélica | 22,6 |
| Sem religião | 7,9 |
| Outras | 3,1 |
Tendo sido o lar de Cândido Portinari, a cidade abriga o Museu Casa de Portinari dedicado ao pintor e sua história. O museu se dá na antiga residência de Portinari na cidade, preservada devido às muitas obras em pintura mural nas paredes da casa e na capela dos jardins da residência. A casa foi tombada pelo Iphan em 1968, desapropriado pelo governo do estado em 1969 e em 1970 tombado pelo Condephaat, sendo inaugurado como museu no mesmo ano.
O museu também promove exposições a céu aberto na cidade, como a Exposição Giardino Portinari, replicando obras do pintor.
