| Celeste e Estrela | |
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Pôster oficial do filme. | |
| Brasil 2005 • cor • 80 min | |
| Gênero | comédia romântica |
| Direção | Betse de Paula |
| Produção | Aurélio Vianna Betse de Paula |
| Produção executiva | Aurélio Vianna |
| Roteiro | Betse de Paula Julia de Abreu José Roberto Torero |
| Elenco | Dira Paes Fábio Nassar Ana Paula Arósio |
| Música | André Moraes |
| Direção de fotografia | Lito Mendes da Rocha |
| Direção de arte | Sônia Paiva Elisa Castro Nando Cosak |
| Figurino | Lê Brasil |
| Edição | Marta Luz |
| Distribuição | Aurora Cinematográfica |
| Idioma | português |
| Orçamento | R$ 750 mil ou 900 mil |
Celeste & Estrela é um filme brasileiro de comédia dirigido por Betse de Paula. O longa fala da dificuldade de fazer cinema no Brasil e é ambientado em Brasília. Apesar do filme ser de 2002 ele só foi lançado nos cinemas brasileiros em 2005. É o segundo filme que Dira Paes atua com essa diretora, o outro foi O Casamento de Louise.
Estrela é um funcionário público que trabalha na avaliação de projetos de cinema. Ele conhece a diretora Celeste e se apaixona. Na relação conturbada que eles criam, ela sempre faz o que quer e quando quer e vive abandonando-o, mas ele sempre a espera e a aceita passivamente de volta.
A trilha sonora é de André Moraes e traz composições de Raimundos (Mulher de Fases), Adriana Calcanhotto (Porque Você faz Cinema), Skank (Tão Seu e Garota Nacional), Zeca Baleiro (Comigo), Pato Fu (Sobre o Tempo), Noel Rosa (Com Que Roupa) e Milena Tiburcio e Caio Tiburcio.

O jornal paulista O Estado de S. Paulo fez crítica negativa ao filme: "Num país em que a atividade recorre cronicamente à ajuda estatal, essa dependência acaba por gerar ressentimentos. Raramente dá bom resultado transformar essa odisseia de cineastas no tema do próprio filme a ser financiado. No entanto, Celeste & Estrela não é o desastre anunciado. Com roteiro potencializado por bons diálogos escritos por José Roberto Torero tem lá seus bons momentos. Inteligência não falta à concepção do filme. Nem senso crítico. [...] Falta, é verdade, um pouco de timing. Enfim, é comédia para risos moderados."
Camie Guimarães, do portal de cultura pop Omelete, classificou o filme como regular e anotou que: "Sim, você já ouviu esta história. Talvez até conheça pessoas que a vivenciaram: um jovem talento goza dias de glória com a sua primeira obra e, inebriado pelo sucesso relâmpago, conhece o inferno ao tentar emplacar os seus próximos trabalhos. É a síndrome da banda de uma música só que, depois de dominar a programação das rádios e vender milhares de discos, desaparece."
No mesmo ano de lançamento, o filme ganhou um DVD lançado pela produtora Focus Filmes.