| Chapim-mexicano | |||||||||||||||
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| Estado de conservação | |||||||||||||||
Pouco preocupante (IUCN 3.1) | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||
Área de distribuição de Poecile sclateri | |||||||||||||||
| Sinónimos | |||||||||||||||
Parus sclateri | |||||||||||||||
O chapim-mexicano (Poecile sclateri) é uma pequena ave canora da ordem Passeriformes e da família Paridae. Frequentemente, ainda é classificado no gênero Parus junto com outros chapins, mas dados de mtDNA da sequência do citocromo b e estudos de morfologia sugerem que a separação em Poecile reflete melhor as relações entre essas aves (Gill et al., 2005). A American Ornithologists' Union já considera Poecile como um gênero distinto há algum tempo.
Os adultos medem entre 12,5 e 13,5 cm de comprimento, com uma envergadura de 18 a 21 cm e peso variando de 7,5 a 11 g. Ambos os sexos possuem uma faixa preta na cabeça, bochechas brancas e um bico curto e preto. O dorso e os flancos são cinzentos, com partes inferiores de um cinza mais claro. Semelhante ao chapim-de-cabeça-preta e ao chapim-da-montanha, o chapim-mexicano pode ser identificado por seu "babador" preto mais longo, que se estende do queixo até a parte superior do peito. Uma faixa esbranquiçada abaixo do "babador" prossegue pelo centro da barriga.
É uma espécie residente permanente das terras altas arborizadas do oeste, centro e nordeste do México. Sua distribuição também se estende ao norte, alcançando as montanhas Chiricahua no extremo sudeste do Arizona e as montanhas Animas [en] no extremo sudoeste do Novo México. Embora seja majoritariamente não migratória, os chapins-mexicanos podem descer para altitudes mais baixas durante o inverno rigoroso.
O canto do chapim-mexicano é distinto de outros chapins, caracterizado por um assobio trinado e áspero, como chischu-wur, e um rico cheelee. Eles viajam em pares ou pequenos grupos e, frequentemente, juntam-se a bandos mistos de alimentação.
A fêmea constrói o ninho em cavidades de árvores ou tocos, a até 18 m acima do solo, utilizando gramíneas, musgos, tiras de casca e forrando-o com pelos de animais. Ela põe entre cinco e oito ovos brancos, ovais, com finas manchas marrom-avermelhadas. Embora a biologia reprodutiva da espécie não seja completamente conhecida, estima-se que a incubação, realizada pela fêmea, dure de 11 a 14 dias, e os filhotes altriciais deixem o ninho entre 18 e 21 dias.