Chiquinho Feitosa | |
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Foto oficial de senador | |
| Senador pelo Ceará | |
| Período | 3 de novembro de 2021 até 1.º de fevereiro de 2023 |
| Antecessor(a) | Tasso Jereissati |
| Sucessor(a) | Camilo Santana |
| Deputado Federal pelo Ceará | |
| Período | 1.º de fevereiro de 1999 até 31 de janeiro de 2003 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Francisco Feitosa de Albuquerque Lima |
| Alcunha(s) | Chiquinho Feitosa |
| Nascimento | 3 de julho de 1964 (62 anos) Tauá, Ceará, Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Partido | PSDB (1998-2009) DEM (2009-2022) UNIÃO (2022) PSDB (2022-2023) Republicanos (2023-presente) |
| Profissão | Empresário |
Francisco Feitosa de Albuquerque Lima (Tauá, 3 de julho de 1964) mais conhecido por Chiquinho Feitosa, é um empresário do setor de transportes públicos e politico brasileiro filiado ao Republicanos.
No dia 9 de fevereiro de 2002, fundou a Vega S/A Transporte Urbano, em Fortaleza, através da aquisição das operações e frota de veículos da empresa Rotasol. Em 2011 expande as operações da Vega para Manaus, tendo na filial manauense o grupo português Barraqueiro, presidido por Humberto Pedrosa como seu principal sócio.
Adquiriu sua primeira companhia de transporte fora do Brasil em 2017, quando comprou a Vimeca, empresa que opera o serviço de transporte coletivo na Grande Lisboa, em Portugal.
Na eleição estadual do Ceará de 1998 foi candidato a Deputado Federal pelo Partido da Social Democracia Brasileira, representando a coligação Pra Frente Ceará. Alcançou a vitória com 116.499 votos, ficando em segundo lugar dentre os deputados eleitos no referido pleito.
Em 2002 não buscou a reeleição no cargo de Deputado Federal, retornando a uma disputa eleitoral somente em 2006, quando foi candidato à segundo suplente de senador na candidatura encabeçada por Moroni Torgan (PFL), que foi derrotada pela de Inácio Arruda (PCdoB), Moroni na ocasião recebeu 1.680.362 votos, que representaram 45,90% do eleitorado cearense, ficando em segundo lugar na disputa.
Foi candidato a primeiro suplente de senador na chapa do ex-governador Tasso Jereissati em 2010, que buscava a reeleição para um novo mandato de oito anos, candidatura que acabou terminando a disputa derrotada em terceiro lugar por Eunício Oliveira, candidato do PMDB e José Pimentel candidato do PT, a candidatura de Tasso angariou apenas 23,70%, insuficientes para a vitória no pleito.
Novamente candidato à primeiro suplente de senador na chapa de Tasso Jereissati (PSDB) em 2014, que conseguiu retornar ao Senado Federal após a derrota de 2010 vencendo a eleição com 57,91% dos votos válidos. Chiquinho assumiu a titularidade do mandato após licença de Tasso em 3 de novembro de 2021 inicialmente com a justificativa de acompanhar os atos da pré-candidatura de Eduardo Leite (PSDB-RS) à presidência do Brasil nas eleições presidenciais que ocorreriam em 2022, o que não se concretizou e Tasso acabou retornando ao mandato em 27 de fevereiro de 2022.