| Confieso que he vivido | |
|---|---|
| Confesso que Vivi [PT] | |
| Autor(es) | Pablo Neruda |
| Idioma | Língua castelhana |
| País | |
| Editora | Seix Barral |
| Lançamento | 1974 |
| Edição portuguesa | |
| Tradução | Arsénio Mota |
| Editora | Europa-América |
| Lançamento | 1975 |
| Páginas | 339 |
| ISBN | 972-1-03702-8 |
| Edição brasileira | |
| Tradução | Olga Savary |
| Editora | Difel |
| Lançamento | 1977 |
| Páginas | 358 |
Confieso que he vivido (br / pt: Confesso que vivi) é um livro autobiográfico, escrito ao longo de vários anos pelo autor chileno Pablo Neruda, publicado postumamente no ano de 1974 e em Portugal pelas Publicações Europa-América, em abril de 1975 e no Brasil, como "Confesso que Vivi — Memórias", pela Difel — Difusão Editorial em 1978.
Segundo pesquisa do Instituto do Livro Espanhol, o livro (na versão original em espanhol) figurou em segundo lugar na lista dos dez mais vendidos na Espanha no ano de 1975.
Ao longo de 340 páginas, o laureado com o Prêmio Nobel da Literatura de 1971 descreve o trajecto da sua vida, recorrendo a uma prosa salpicada de imagens poéticas que prende facilmente a atenção do leitor. A obra divide-se em diversos capítulos correspondentes a outras tantas fases da vida do poeta:
As derradeiras páginas deste último capítulo foram escritas no curto intervalo de tempo, de apenas doze dias, entre o golpe de Estado de 11 de setembro e a morte de Neruda em 23 do mesmo mês. Nessas linhas, o poeta fala de forma amargurada das esperanças derrubadas pela violência dos militares e das memórias do seu amigo Salvador Allende.