Denis Pushilin | |
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| Денис Пушилин Деніс Пушилін | |
| 1.º Chefe da República Popular de Donetsk (como um sujeito da Federação da Rússia) | |
| Período | 23 de setembro de 2023 até a atualidade (interino de 4 de outubro de 2022 a 23 de setembro de 2023) |
| Presidente | Vladimir Putin |
| Antecessor(a) | Ele mesmo, enquanto a RPD era uma entidade estatal autoproclamada |
| 2.º Chefe da República Popular de Donetsk (como uma entidade estatal autoproclamada) | |
| Período | 20 de novembro de 2018 a 4 de outubro de 2022 (interino de 7 de setembro a 20 de novembro de 2018) |
| Antecessor(a) | Alexandr Zakhartchenko Dmitri Trapeznikov (interino) |
| Sucessor(a) | Ele mesmo, após a RPD ser anexada pela Federação da Rússia |
| Presidente do Comitê de Defesa do Estado da RPD | |
| Período | 3 de abril a 4 de outubro de 2022 |
| Primeiro-ministro interino da RPD | |
| Período | 7 de setembro a 18 de outubro de 2018 |
| Antecessor(a) | Alexandr Zakhartchenko Dmitri Trapeznikov (interino) |
| Sucessor(a) | Alexandr Anantchenko |
| 1.º Presidente do Conselho Popular da República Popular de Donetsk | |
| Período | 11 de setembro de 2015 a 14 de setembro de 2018 |
| Antecessor(a) | Andrei Purguin |
| Sucessor(a) | Olga Makeieva (interina) Vladimir Bidiovka |
| 1.º Presidente do Presidium do Conselho Supremo da República Popular de Donetsk | |
| Período | 15 de maio a 18 de julho de 2014 |
| Antecessor(a) | Cargo estabelecido |
| Sucessor(a) | Vladimir Makovitch (interino) Boris Litvinov |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 9 de maio de 1981 (45 anos) Makeevka, Oblast de Donetsk, RSS da Ucrânia, URSS |
| Nacionalidade | URSS 1981–1991 Ucrânia 1991–2014 RPD 2014–2022 Rússia 2019– |
| Progenitores | Mãe: Valentina Ergashevna Khasanova Pai: Vladimir Ivanovitch Pushilin |
| Alma mater | Academia Nacional de Engenharia Civil e Arquitetura de Donbas (não se formou) Academia de Gestão e Administração Pública de Donetsk |
| Prêmio(s) | |
| Cônjuge | Irina Pushilina |
| Partido | MMM (2013–2014) República de Donetsk (2014–presente) Rússia Unida (2021–presente) |
| Religião | Cristão Ortodoxo Russo |
| Ocupação | Político |
| Assinatura | |
| Serviço militar | |
| Lealdade | |
| Serviço/ramo | Guarda Nacional da Ucrânia |
| Anos de serviço | 1999–2000 2018–2022 |
| Unidade | Milícia Popular da República Popular de Donetsk |
| Conflitos | |
Denis Vladimirovitch Pushilin (em russo: Дени́с Влади́мирович Пуши́лин, pronunciado [dʲɪˈnʲis vlɐˈdʲimʲɪrəvʲɪtɕ pʊˈʂɨlʲɪn]; em ucraniano: Денис Володимирович Пушилін, transl. Denys Volodymyrovytch Pushylin; Makeevka, 9 de maio de 1981) é um político e estadista russo e ucraniano, atual chefe da República Popular de Donetsk (RPD). Desempenhou essa função inicialmente entre 2018 e 2022, quando a entidade se declarava um Estado autoproclamado e, desde 23 de setembro de 2023, mantém-se no posto após a incorporação da república como sujeito da Federação da Rússia.
Filho de operários da Usina Metalúrgica de Makeevka, serviu no batalhão de operações especiais da Guarda Nacional da Ucrânia na Crimeia entre 1999 e 2000. Estudou Economia de Empresa na Academia Nacional de Engenharia Civil e Arquitetura de Donbas e, anos mais tarde, em 2020, formou-se em Gestão Estatal e Municipal pela Academia de Gestão de Donetsk. Iniciou sua trajetória profissional em 2002 na distribuidora de confeitaria Solodke Jyttia e, entre 2011 e 2013, atuou como funcionário da estrutura financeira MMM de Serguei Mavrodi, pela qual concorreu ao parlamento ucraniano em 2013 através do partido "Temos um Objetivo" (My Maiemo Metu) pelo distrito n.º 94, obtendo 0,08% dos votos.
Com o agravamento da crise política na Ucrânia em 2014, emergiu como um dos líderes do movimento pró-russo em Donetsk, sendo nomeado vice do "governador popular" Pavel Gubarev. Participou ativamente da proclamação da RPD, foi copresidente do governo provisório e presidiu o Presidium do Conselho Supremo. Entre 2015 e 2018, presidiu o Conselho Popular e atuou como representante plenipotenciário nas negociações do Grupo de Contato Trilateral em Minsk. Após a morte de Alexandr Zakhartchenko em 2018, assumiu a chefia interina da república, vencendo as eleições de 11 de novembro daquele ano com 60,85% dos votos e tomando posse formal em 20 de novembro para um mandato de cinco anos.
Após a ofensiva russa de 2022, participou do referendo realizado entre 23 e 27 de setembro e esteve presente, em 30 de setembro de 2022, na assinatura do tratado de adesão da região à Federação da Rússia em Moscou. Em 4 de outubro foi nomeado chefe interino da nova entidade federativa e, em 23 de setembro de 2023, eleito pelo Legislativo regional por indicação do presidente Vladimir Putin e do partido Rússia Unida, do qual é membro desde 2021 e secretário da seção regional na RPD. Integra o Conselho de Estado da Federação da Rússia e é alvo de sanções impostas pela Ucrânia, União Europeia, Estados Unidos, Reino Unido e outros países.
Nasceu em 9 de maio de 1981, na cidade de Makeevka, Oblast de Donetsk, na então República Socialista Soviética da Ucrânia. É filho de trabalhadores da Usina Metalúrgica de Makeevka, Vladimir Ivanovitch Pushilin e Valentina Ergashovna Khasanova. Suas raízes familiares são diversas: por parte de pai, sua linhagem remonta ao Oblast de Voronej, sendo que seu avô paterno mudou-se da aldeia de Nijni Mamon para a região industrial do Donbas. Por parte de mãe, Valentina é natural do Oblast de Quérson, com raízes paternas no Uzbequistão. Seu avô materno, Ergash Khasanovitch Khasanov, foi um veterano da Segunda Guerra Mundial, condecorado com diversas ordens e medalhas pela defesa da pátria. Pushilin passou toda a sua infância e juventude em sua terra natal.
De acordo com seu site oficial, Pushilin foi um "bom aluno" durante o período escolar. Em 1998, ele se formou no Liceu Municipal de Makeevka n.º 1 (unidade que, até 1992, funcionava como a Escola de Educação Geral n.º 14). Entre 1999 e 2000, cumpriu o serviço militar obrigatório nas fileiras da Guarda Nacional da Ucrânia, servindo em um batalhão de operações especiais destacado na Crimeia. Após o serviço militar, ingressou na Faculdade de Economia Empresarial da Academia Nacional de Construção e Arquitetura de Donbas. Embora tenha começado a conciliar os estudos com o trabalho a partir de 2002, ele não concluiu a graduação nesta instituição na época. Posteriormente, consta em seus registros um diploma de mestre em Administração Pública e Municipal pela Academia de Gestão e Administração Pública de Donetsk em 2020.
A partir de 2002, iniciou sua trajetória profissional na empresa comercial Solodke Jyttia (Vida Doce). Entre 2011 e 2013, Pushilin atuou como funcionário e voluntário na estrutura financeira MMM, relançada por Serguei Mavrodi e que atuou anteriormente de 1989 a 1994, custando milhões de dólares aos seus participantes antes de ser desmantelado. A MMM é considerada um dos maiores esquema Ponzi da história. O esquema, que operava abertamente como uma pirâmide financeira, teve em Pushilin um de seus promotores e líderes ativos.
O Ministério da Justiça da Ucrânia permitiu o registro do Partido MMM sob a presidência de Mavrodi. Quando o braço político surgiu, chamado Partido MMM — cujo acrônimo em ucraniano significava My Maiemo Metu ("Temos um Objetivo") — Pushilin tornou-se membro do partido em 2012. Sob esta bandeira e posicionando-se na época como oposição a Ianukovytch, ele candidatou-se ao Conselho Supremo nas eleições suplementares de dezembro de 2013, pelo 94.º distrito (região de Obukhiv, subúrbio de Kiev). Na ocasião, obteve 0,08% dos votos (77 votos no total), ocupando o 19.º lugar e não conseguindo ser eleito. Nos registros eleitorais daquele período, constava oficialmente como "desempregado".
Pushilin ingressou no movimento separatista em 2014, no contexto dos protestos pró-russos na Ucrânia. Ele não esteve envolvido em ações militares diretas e sua postura de não vestir uniforme militar era notória entre os círculos separatistas. Com o passar do tempo, contudo, ele conquistou a confiança do governo russo.
Em 5 de abril de 2014, liderou um comício de moradores em Donetsk, apresentando-se como vice de Pavel Gubarev, o então "Governador do Povo" do Oblast de Donetsk. Nesse ato, exigiu a realização de um referendo sobre a independência em relação ao novo governo ucraniano estabelecido em Kiev, nos moldes do que havia sido feito na Crimeia. Dois dias depois, em 7 de abril, a República Popular de Donetsk (RPD) foi proclamada, e Pushilin assumiu o posto de copresidente do governo provisório de coalizão.
Em razão de suas atividades políticas no movimento, a União Europeia (UE) impôs sanções contra Pushilin no final de abril de 2014, determinando o congelamento de seus ativos financeiros e a proibição de sua entrada em países membros. Em junho de 2014, os Estados Unidos incluíram seu nome na Lista de Nacionais Especialmente Designados e Pessoas Bloqueadas (SDN). Posteriormente, ele também foi alvo de sanções decretadas pelos governos da Austrália, Canadá, Noruega, Liechtenstein, Suíça e do Reino Unido.
Em 15 de maio de 2014, Pushilin tornou-se o presidente do Conselho Supremo da RPD, que representava a função mais alta dentro da estrutura política da república de acordo com sua lei fundamental na época. Sob a minuta constitucional adotada formalmente em 19 de maio, ele passou a atuar como chefe de Estado da nova república. Em junho de 2014, decretou que as empresas locais envolvidas em evasão fiscal seriam estatizadas. Naquele período, Pushilin declarava que não vislumbrava a RPD como um Estado soberano permanente, manifestando preferência pela integração do território à Federação da Rússia, estrutura que ele definia como um potencial "Império Russo" renovado.
Durante o exercício dessa função, Pushilin sobreviveu a duas tentativas de assassinato concentradas em uma única semana, ocorridas nos dias 7 e 12 de junho de 2014. Foi confirmado que ele se encontrava em Moscou em ambas as datas. Pouco depois, em 18 de julho de 2014, Pushilin optou por renunciar ao cargo de presidente do Conselho Supremo. Ele enviou uma carta formalizando seu pedido de afastamento por iniciativa própria, redigida diretamente de Moscou, ao vice-presidente do parlamento regional, Vladimir Makovitch. Após deixar a função, passou a atuar como coordenador e copresidente da organização conhecida como "Frente Popular da Nova Rússia".
Em setembro de 2014, anunciou publicamente que pretendia disputar o pleito de novembro para os cargos de chefe e deputados do Conselho Supremo, registrando sua candidatura em outubro pelo movimento social "República de Donetsk". Após as eleições gerais realizadas em 3 de novembro de 2014, ele garantiu uma cadeira de deputado no Conselho Popular e, em 14 de novembro, foi eleito vice-presidente do parlamento da RPD. Em 9 de novembro de 2014, através de um decreto assinado pelo Chefe da RPD, Alexandr Zakhartchenko, Pushilin foi designado para o cargo de Representante Plenipotenciário Permanente da república nas rodadas de negociação do Grupo de Contato Trilateral em Minsk. Ele atuou oficialmente nessa representação de 2014 a 2018, período marcado pelo colapso dos termos do acordo Minsk II, no qual ambos os lados envolvidos trocaram acusações mútuas de desrespeito ao cessar-fogo.
Em 4 de setembro de 2015, durante uma sessão extraordinária do parlamento da RPD, deliberou-se pela nomeação de Pushilin como presidente interino do órgão legislativo da república. Ele justificou a substituição explicando que o presidente anterior do Conselho Popular, Andrei Purguin, havia sido destituído devido a uma tentativa de obstruir a realização da sessão parlamentar. Na mesma declaração, Pushilin ressaltou que manteria sua posição como mediador nas negociações conduzidas na Bielorrússia. Em 11 de setembro de 2015, ele foi formalmente eleito presidente do Conselho Popular da RPD, contando com o voto favorável de 76 deputados.
Em 31 de agosto de 2018, o chefe da RPD, Alexandr Zakhartchenko, foi morto em decorrência da explosão de uma bomba em um restaurante na cidade de Donetsk. Embora o seu vice-chefe, Dmitri Trapeznikov, tenha sido anunciado inicialmente como o governante interino da república, o procurador-geral interino da RPD, Andrei Spivak, emitiu um parecer em 6 de setembro classificando a decisão como ilegal. Spivak encaminhou uma representação ao presidente do parlamento, Pushilin, determinando que o Conselho Popular assumisse a atribuição de indicar um novo chefe interino, além de formar um novo Conselho de Ministros e uma nova Comissão Eleitoral Central (CEC).
No dia seguinte, 7 de setembro de 2018, os deputados do Conselho Popular da RPD nomearam oficialmente Pushilin como o Chefe Interino da república até a apuração das eleições gerais marcadas para 11 de novembro de 2018. Imediatamente após assumir, Pushilin dissolveu o Conselho de Ministros vigente e promoveu modificações profundas nos cargos de chefia do poder executivo. Ele formalizou a entrega de seus documentos para concorrer ao cargo em 21 de setembro de 2018. Após o encerramento do escrutínio, a presidente da CEC da RPD, Olga Pozdniakova, informou em 12 de novembro que Pushilin venceu o pleito ao atingir 60,85% dos votos válidos, enquanto seu principal adversário Roman Khramenkov recebeu com 14,2% dos votos.
Pushilin tomou posse oficial do cargo em 20 de novembro de 2018, estabelecendo um mandato inicial fixado em 5 anos, em uma cerimônia pública realizada no Teatro de Ópera e Balé de Donetsk. Ao longo dos anos seguintes de sua gestão na liderança da república, ele concedeu uma série de entrevistas ao jornalista britânico Graham Phillips, conhecido por posições editoriais alinhadas ao governo pró-russo. Em dezembro de 2021, Pushilin formalizou seu ingresso na política partidária da Federação da Rússia ao se tornar membro do partido governante Rússia Unida. Durante o congresso anual do partido realizado em 4 de dezembro no centro de exposições Expocentre, em Moscou, o presidente do partido, Dmitri Medvedev, entregou-lhe pessoalmente o bilhete oficial de filiação partidária.
Em 21 de fevereiro de 2022, Pushilin assinou, em nome da RPD, o tratado de amizade, cooperação e assistência mútua com a Federação da Rússia. Essa assinatura ocorreu em uma cerimônia oficial realizada no Kremlin, logo após o presidente russo Vladimir Putin emitir ordens executivas reconhecendo oficialmente a independência soberana da República Popular de Donetsk (RPD) e da República Popular de Lugansk (RPL) dentro dos limites territoriais controlados de fato pelas forças locais. Na mesma cerimônia, o chefe da RPL, Leonid Pasetchnik, assinou um acordo de teor idêntico com o governo russo. Os instrumentos jurídicos firmados autorizaram formalmente a utilização de infraestruturas e bases militares pela Rússia na região do Donbas, o monitoramento e defesa conjunta das linhas de fronteira, a cooperação nos setores bancários e financeiros locais e a validação mútua de documentos oficiais.

Em 3 de abril de 2022, Pushilin assinou um decreto estabelecendo o Comitê de Defesa do Estado da RPD, assumindo ele próprio a liderança do comitê. As diretrizes do órgão previam a coordenação das atividades de todas as instituições públicas sob o regime de lei marcial declarado, abrangendo operações de defesa, salvaguarda da segurança nacional e políticas de assuntos internos. Em 9 de abril, em uma de suas primeiras medidas como presidente do comitê, determinou o encerramento das atividades da Missão Especial de Monitoramento da OSCE na RPD, declarando a presença de seus funcionários em território regional como indesejada. No mesmo mês de abril de 2022, agências de notícias relataram que, durante uma visita oficial realizada por Pushilin à cidade de Mariupol, ele condecorou o tenente sênior Roman Vorobiov com uma medalha militar; veículos de imprensa observaram que o oficial condecorado exibia em seu uniforme insígnias vinculadas a símbolos neonazistas, especificamente a Totenkopf (utilizada pela 3.ª Divisão Panzer da SS) e o símbolo valknut.

Em setembro de 2022, Pushilin e o chefe da RPL, Leonid Pasetchnik, atuaram como articuladores políticos centrais no processo de convocação do referendo popular voltado à incorporação dos territórios à estrutura federal da Rússia. O pleito, estendido também aos oblasts de Quérson e Zaporíjia, registrou um índice divulgado de 99% de aprovação na RPD, ocorrendo sob forte contestação e condenação generalizada por parte da comunidade internacional. Em 30 de setembro de 2022, Pushilin viajou a Moscou para participar da solenidade pública onde o presidente Vladimir Putin oficializou a anexação do sul e do leste da Ucrânia. O ato contou com as presenças de Pushilin, Leonid Pasetchnik, Vladimir Saldo e Ievguêni Balitski que, ao final do discurso, empilharam e uniram as mãos junto a Putin em uma demonstração pública de aliança.
Em 5 de outubro de 2022, amparado por um decreto assinado por Vladimir Putin, Pushilin foi designado para exercer a função de Chefe Interino da República Popular de Donetsk, agora enquadrada formalmente como um sujeito federal integrante da Federação da Rússia. Em dezembro de 2022, o parlamento da RPD aprovou um novo texto constitucional que revogou o formato de eleições diretas para a chefia do Executivo estadual, substituindo-o por um mecanismo de escolha indireta conduzido inteiramente por voto dos deputados do Conselho Popular, sem alteração no período de cinco anos fixado para o mandato. Previamente, em 4 de agosto de 2022, o Conselho Geral do partido "Rússia Unida" indicara ao presidente Putin as chapas dos atuais dirigentes para as chefias da RPD, RPL, Quérson e Zaporójia. Na ocasião, o secretário do conselho do partido, Andrei Turtchak, destacou que tanto Pushilin quanto Leonid Pasetchnik já geriam as repúblicas populares de forma bem-sucedida há cinco anos.
Em 10 de setembro de 2023, durante a realização do dia unificado de votação instituído pela legislação russa, ocorreram as eleições para a escolha dos novos parlamentares do Conselho Popular da RPD. Em 23 de setembro de 2023, os legisladores eleitos ratificaram, após indicação formal encaminhada pelo presidente Vladimir Putin, o nome de Denis Pushilin para o cargo de Chefe da RPD para um novo mandato. A solenidade de posse e o juramento oficial foram conduzidos imediatamente após a votação parlamentar, contando com o comparecimento do primeiro vice-chefe da Administração Presidencial da Rússia, Serguei Kirienko.
