| Didier Raoult | |||||||||
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Didier Raoult en 2021. | |||||||||
| Nascimento | Didier Alain Pierre Raoult 13 de março de 1952 (74 anos) Dacar (Territory of Senegal) | ||||||||
| Cidadania | França | ||||||||
| Progenitores |
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| Cônjuge | Natacha Raoult-Caïn | ||||||||
| Filho(a)(s) | Magali Carcopino-Tusoli, Sacha Raoult, Lola Cohen | ||||||||
| Alma mater |
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| Ocupação | microbiologista, infectologista, Professeur des universités – Praticien hospitalier | ||||||||
| Distinções |
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| Empregador(a) | Universidade de Aix-Marselha, Méditerranée Infection Foundation | ||||||||
| Cargo(s) | diretor executivo (2011–2022)
diretor (2008–2017)
président d'université (1994–1999)
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| Obras destacadas | Au-delà de l'affaire de la chloroquine, Carnets de guerre - Covid-19 Tome 1, Carnets de guerre - Covid-19 Tome 2 | ||||||||
Didier Raoult (Dacar, 13 de março de 1952) é um médico e microbiologista francês. Lecionava doenças infecciosas na Universidade de Aix-Marselha. Desde 2008. Ganhou atenção significativa durante a pandemia de COVID-19, ao promover o uso do medicamento anti-malária hidroxicloroquina como panaceia, apesar da ausência de base empírica para suas afirmações. Tornou-se uma referência para os discursos negacionistas de lideres populistas como Jair Bolsonaro e Donald Trump. As pesquisas científicas posteriores reforçaram o consenso de que a hidroxicloroquina é ineficaz contra o COVID-19. Raoult passou à ser investigado por diversas violações do código de ética médica.