| Drew McDowall | |
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Drew McDowall | |
| Informações gerais | |
| Nascimento | Paisley, Escócia |
| Gêneros | Música eletrónica experimental, drone, música industrial |
| Ocupação | Músico, compositor |
| Instrumento | Sintetizador |
| Período em atividade | 1978–presente |
| Gravadora | Dais Records [en] |
| Afiliações | The Poems, Psychic TV [en], Coil, Compound Eye |
| Página oficial | drewmcdowall |
Drew McDowall é um músico e compositor escocês de música eletrónica experimental, conhecido sobretudo como membro dos Coil na década de 1990 e pela passagem pelos Psychic TV [en]. Desde 2015 publica álbuns a solo pela editora Dais Records [en]. Vive em Brooklyn, Nova Iorque.
Nasceu e cresceu em Paisley, perto de Glasgow. Começou a fazer música por volta dos 16 anos, quando teve o primeiro sintetizador e o primeiro gravador de bobinas. Em 1978 formou a banda post-punk The Poems com a então mulher, Rose McDowall [en], que viria a fundar as Strawberry Switchblade [en].
Depois de se mudar para Londres, deixou a música centrada na guitarra e juntou-se aos Psychic TV, uma participação que o próprio descreveu como breve, limitada a uma digressão e a alguns projetos paralelos com Genesis P-Orridge. Conheceu John Balance [en] e Peter Christopherson a meio da década de 1980; começou por colaborar pontualmente com os Coil e por atuar com eles ao vivo, tornando-se membro oficial em 1994. Participou em Worship the Glitch (creditado a ELpH vs. Coil), em A Thousand Lights in a Darkened Room, dos Black Light District, e em Time Machines (1998), cujos drones eram, segundo o próprio, em cerca de 80% da sua autoria. Contribuiu também para Astral Disaster, Musick to Play in the Dark e para o álbum de remisturas Further Down the Spiral, dos Nine Inch Nails. Durante esse período publicou algumas peças avulsas sob o nome Screwtape.
Mudou-se depois para Nova Iorque — em 1998, segundo uma entrevista à Fact, ou em 2000, segundo a Vice — e afastou-se progressivamente dos Coil. Nos Estados Unidos trabalhou com Kara Bohnenstiel no projeto Captain Sons and Daughters e formou o duo Compound Eye com Tres Warren, dos Psychic Ills [en].
O primeiro álbum a solo, Collapse, foi editado pela Dais Records em 2015. Seguiram-se, pela mesma editora, Unnatural Channel (2017) e The Third Helix (2018). Em 2018 publicou também um EP com Hiro Kone pela Bank Records. Para os dez anos da Dais apresentou ao vivo Time Machines em Los Angeles e Nova Iorque, e em 2018 levou essa obra ao festival Unsound [en], em Cracóvia, com a artista visual Florence To.
Agalma (2020) contou com a participação de, entre outros, Caterina Barbieri, Kali Malone e Robert Aiki Aubrey Lowe. Em maio de 2023 a Dais editou Lamina, uma caixa de seis CD com versões expandidas dos quatro álbuns anteriores, um disco de gravações raras e outro com quatro atuações ao vivo. A Thread, Silvered and Trembling (2024), coproduzido com Randall Dunn, parte do interesse de McDowall pelo pibroch, estilo elegíaco de gaita de foles escocesa que já inspirara grande parte do seu trabalho anterior, incluindo Time Machines. Em 2025 lançou Magnetism, o primeiro álbum em colaboração com Kali Malone, gravado no seu estúdio em Brooklyn.