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Elitismo é a noção de que indivíduos que formam uma elite — um grupo seleto com qualidades desejáveis como intelecto, riqueza, poder, fama, atratividade física, notoriedade, atributos especiais, experiência, linhagem — têm maior probabilidade de serem construtivos para a sociedade e merecem maior influência ou autoridade. O termo elitismo pode ser usado para descrever uma situação em que o poder está concentrado nas mãos de um número limitado de pessoas. Crenças que se opõem ao elitismo incluem igualitarismo, anti-intelectualismo (contra instituições poderosas percebidas como controladas por elites), populismo e a teoria política do pluralismo.
A teoria das elites é a análise sociológica ou da ciência política da influência das elites na sociedade: os teóricos das elites consideram o pluralismo um ideal utópico. O elitismo está intimamente relacionado com a classe social e com o que os sociólogos denominam "estratificação social". Nas sociedades ocidentais modernas, a estratificação social é tipicamente definida em termos de três classes sociais distintas: a classe alta, a classe média e a classe baixa.
Os elitistas tendem a favorecer sistemas sociais como a tecnocracia, combinada com a meritocracia e/ou plutocracia, em oposição ao igualitarismo político e ao populismo. Os elitistas acreditam que apenas alguns "influenciadores" realmente mudam a sociedade, em vez da maioria das pessoas que apenas votam e elegem as elites para o poder.