| Estrebucha Baby | ||||
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| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 15 de outubro de 1989 | |||
| Gravação | Estúdios da PolyGram e Som Livre | |||
| Gêneros | MPB, pop | |||
| Idioma | Português | |||
| Gravadora | PolyGram | |||
| Produção | Líber Gadelha | |||
| Cronologia de Zizi Possi | ||||
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Estrebucha Baby é o décimo álbum da cantora e compositora brasileira Zizi Possi, lançado em 1989, pela gravadora PolyGram. O álbum apresenta uma estética mais minimalista e acústica, afastando-se do som pop radiofônico. O quarteto essencialmente acústico, composto por Darcy Osório, Tavinho Fialho, Luís Farah e Líber Gadelha, acompanha Zizi nas gravações.
A escolha do repertório começou em fevereiro de 1989, com as gravações ocorrendo em março e abril do mesmo ano. O título "Estrebucha Baby" reflete o momento pessoal da cantora após sua separação de Líber Gadelha, simbolizando a expressão genuína de emoções. Para promover o álbum, Zizi fez um especial na Rede Manchete e iniciou uma turnê pelo Brasil.
As críticas foram majoritariamente favoráveis, elogiando a voz, a produção e as canções, destacando "Meu Erro" como um grande momento do álbum. O trabalho foi considerado o mais conceitual de Zizi até então e recebeu elogios por sua densidade, intimismo e ausência de compromissos mercadológicos.
Produzido por Líber Gadelha, foi gravado com um quarteto essencialmente acústico, formado pelos músicos: Darcy Osório (bateria), Tavinho Fialho (contrabaixo), Luís Farah (piano e teclados) e com o próprio Líber (no violão de aço e nas guitarras). O álbum marca a decisão da cantora de afastar-se de um som pop radiofônico em detrimento de uma estética mais minimalista e acústica.
A escolha do repertório iniciou-se em fevereiro de 1989, e as gravações em março e abril do mesmo ano. Durante o processo foram experimentados várias sonoridades e estilos até chegar na mais próxima do gosto da cantora. Possi revelou: "Houve atraso no trabalho devido as viagens que fiz, reavaliações de músicas já gravadas e até uma greve de estúdio. Estava constantemente questionando as gravações que terminaram agosto. Nunca fica do jeito que a gente quer. Mas o resultado me agradou".
Sobre o nome inusitado do título, afirmou que inicialmente a ideia era chamá-lo de "Não Minto pra Mim", no entanto, achou-o "muito personalista". Segundo Possi, "Estrebucha Baby" era o que melhor expressava o conteúdo e o momento em que vivia, após sua separação com Gadelha. Ela afirmou que "estrebuchar" significa "botar pra fora a mais verdadeira emoção", e o álbum refletia os acontecimentos de sua vida, indo "até a mais funda das raízes".
Para promovê-lo foi feito um especial exibido na Rede Manchete, gravado na ruínas da cidade de Machupicchu, no Peru, no qual ela cantou diversas faixas do álbum e outras de seu catálogo discográfico. A exibição ocorreu no final de outubro de 1989. Além disso, uma turnê que contou com shows em diversas cidades do Brasil teve início na mesma época.
O álbum foi relançado no formato compact disc (CD) em 2002, na série Tudo, da Universal Music, junto com outros treze álbuns de Possi, incluindo as capas e encartes originais.
| Críticas profissionais | |
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| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| Pioneiro | Favorável |
| Diário do Pará | Favorável |
| O Liberal | Mista |
Luis Carlos Fetter, do jornal Pioneiro, deu uma "cotação média", elogiou a voz e a canção "Meu Erro", chamou-o de o "mais conceitual" de seus trabalhos e que ao contrário dos outros, o repertório estava "direcionado a uma maior definição e estilo próprio".
Edgar Augusto, do Diário do Pará, escreveu que a cantora se aperfeiçoou com o tempo e que suas prévias tentativas de "situar-se entre o brega-chique e a MPB de tonalidades incolores" findou com o disco, que ele definiu como "denso, intimista, solto e sem comprometimentos mercadológicos", além de considerá-lo o melhor álbum de sua carreira até então.
Dom Floriano, do jornal O Liberal, elogiou a capa, a voz, a interpretação ("dá um show") e a canção "Meu Erro" ("um grande momento") mas disse que ela continuava "pisando" no repertório.
Em uma resenha de retrospectiva, publicada pelo site G1, Mauro Ferreira o incluiu na lista de "Discos para descobrir em casa" e teceu elogios a produção e canções.
De acordo como Jornal do Brasil, o álbum vendeu 20 mil cópias.
| Lado A | ||||
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| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
| 1. | "Estrebucha Baby" | Jean Garfunkel, Paulo Garfunkel | 4:17 | |
| 2. | "Reconheço (Te Conosco)" | Silvio Rodrigues / Versão: Ronaldo Bastos | 3:45 | |
| 3. | "Quem Diria (You've Changed)" | C. Fisher, Carey / Versão: Nelson Motta | 3:32 | |
| 4. | "Dedicado a Você" | Dominguinhos, Nando Cordel | 3:46 | |
| 5. | "That's All I Want From You" | M. Rotha, F. Rotter | 3:55 | |
| Lado B | ||||
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| N.º | Título | Compositor(es) | Duração | |
| 1. | "Não Minto Pra Mim" | Prata, Jean Garfunkel, Paulo Garfunkel | 4:47 | |
| 2. | "Você É" | Djavan | 4:42 | |
| 3. | "Não Me Deixe Mal" | Cláudio Rabello, Dalto | 3:48 | |
| 4. | "A Vida Corre (Anema e Core)" | D'Exposito, Tito Manlio / Versão: Nelson Motta | 3:42 | |
| 5. | "Meu Erro" | Herbert Vianna | 3:59 | |