| Administração de Serviços Gerais | |
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Selo da Administração de Serviços Gerais | |
Logotipo da Administração de Serviços Gerais | |
Bandeira da Administração de Serviços Gerais | |
| Resumo da agência | |
| Formação | 1º de julho de 1949 |
| Sede | Edifício da GSA 1800 F Street NW, Washington, D.C., EUA |
| Empregados | 12.000 (ano fiscal de 2024) |
| Orçamento anual | 61,1 bilhões de dólares (ano fiscal de 2024) |
| Executivos |
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| Agências filhas |
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| Documento chave |
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| Sítio oficial | www |
A Administração de Serviços Gerais (GSA, do inglês General Services Administration) é uma agência independente do governo dos Estados Unidos [en], criada em 1949 para ajudar a gerenciar e apoiar o funcionamento básico das agências federais [en]. A GSA fornece produtos e comunicações para repartições do governo dos EUA, presta serviços de transporte, espaço de escritório, serviços de edifícios e gestão de propriedades a funcionários e agências federais, e desenvolve políticas de redução de custos em todo o governo, além de outras tarefas de gestão.
A GSA emprega cerca de 12.000 trabalhadores federais. Tem orçamento operacional anual de cerca de 33 bilhões de dólares, e supervisiona 66 bilhões de dólares em aquisições anualmente. Contribui para a gestão de cerca de 500 bilhões de dólares em propriedades federais dos EUA, divididas principalmente entre 8.397 prédios próprios e alugados (totalizando 363 milhões de pés quadrados de espaço), além de uma frota de 215.000 veículos. Entre os ativos imobiliários que administra estão o Edifício Ronald Reagan e Centro Internacional de Comércio, em Washington, D.C., o maior prédio federal dos EUA após o Pentágono.
As áreas de atuação da GSA incluem o Serviço Federal de Aquisições (FAS) e o Serviço de Edifícios Públicos (PBS), além de diversos escritórios de equipe, incluindo o Escritório de Política Governamental, o Escritório de Utilização de Pequenas Empresas, e o Escritório de Garantia da Missão. Como parte do FAS, os Serviços de Transformação Tecnológica (TTS) da GSA ajudam agências federais a melhorar a prestação de informações e serviços ao público. As iniciativas incluem o programa Presidential Innovation Fellows, o 18F, o Login.gov, o Cloud.gov, o FedRAMP, a plataforma USAGov (USA.gov, GobiernoUSA.gov), o Data.gov, o Challenge.gov, o U.S. Web Design System, e os Centros de Excelência de Modernização de TI.
A GSA é membro do Procurement G6, grupo informal que lidera o uso de acordos-quadro e instrumentos de licitação eletrônica em contratações públicas.
Em 1947, o presidente Harry Truman pediu ao ex-presidente Herbert Hoover que liderasse o que se tornou conhecido como a Comissão Hoover, para fazer recomendações sobre a reorganização das operações do governo federal. Uma das recomendações da comissão foi a criação de um "Escritório de Serviços Gerais", que combinaria as responsabilidades das seguintes organizações:
A primeira tarefa que aguardava o administrador Larson e a GSA recém-criada foi uma reforma completa da Casa Branca. A estrutura havia se deteriorado tanto até 1949 que um inspetor disse que ela permanecia em pé "puramente por hábito". Larson explicou posteriormente a reforma total em detalhes, dizendo: "Para tornar a Casa Branca estruturalmente segura, foi necessário desmontar completamente, e quero dizer completamente, tudo da Casa Branca, exceto as quatro paredes, que eram de pedra. Tudo, exceto as quatro paredes sem teto, foi finalmente removido, e foi daí que o trabalho começou." A GSA trabalhou em estreita colaboração com o presidente Truman e a primeira-dama Bess Truman para garantir que o primeiro grande projeto da nova agência fosse um sucesso. A GSA concluiu a reforma em 1952.
Em 1960, a GSA criou o Sistema Federal de Telecomunicações, um sistema telefônico interurbano em todo o governo. Em 1962, o Comitê Ad Hoc sobre Espaço de Escritórios Federais criou um novo programa de construção para lidar com prédios de escritórios obsoletos em Washington, D.C., resultando na construção de muitos dos escritórios que hoje ficam ao longo da Avenida Independence.
Em 1970, o governo Nixon criou o Centro de Coordenação de Informações ao Consumidor, hoje parte do USAGov. Em 1974, o Fundo de Edifícios Federais foi criado, permitindo que a GSA emitisse cobranças de aluguel a agências federais. Em 1972, a GSA criou o Serviço Automatizado de Dados e Telecomunicações, que depois se tornou o Escritório de Gestão de Recursos de Informação. Em 1973, a GSA criou o Escritório de Política de Gestão Federal. O Escritório de Política de Aquisições da GSA centralizou a política de contratações em 1978. A GSA era inicialmente responsável pela preparação para emergências e pelo armazenamento de materiais estratégicos para uso em tempos de guerra, até que essas funções fossem transferidas para a recém-criada Agência Federal de Gestão de Emergências, em 1979.
Em 1984, a GSA introduziu ao governo federal o uso de cartões de crédito corporativos, conhecido como sistema GSA SmartPay. A Administração Nacional de Arquivos e Registros foi desmembrada em agência independente em 1985. No mesmo ano, a GSA passou a fornecer supervisão e orientação de políticas em todo o governo para a gestão de propriedades imobiliárias federais, como resultado de ordem executiva assinada pelo presidente Ronald Reagan.
Em 1986, a sede da GSA, o Edifício da Administração de Serviços Gerais dos EUA, localizado nas ruas 18 e F, NW, foi incluída no Registro Nacional de Lugares Históricos, servindo então como escritórios do Departamento do Interior.
Em 2003, o Serviço de Proteção Federal, que protege os prédios administrados pela GSA (e outros), foi transferido para o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Em 2005, a GSA se reorganizou, fundindo as áreas de negócios do Serviço Federal de Suprimentos (FSS) e do Serviço Federal de Tecnologia (FTS) no Serviço Federal de Aquisições (FAS).
Em 3 de abril de 2009, o presidente Barack Obama indicou Martha N. Johnson para servir como administradora da GSA. Após um atraso de nove meses, o Senado dos Estados Unidos confirmou sua nomeação em 4 de fevereiro de 2010. Em 2 de abril de 2012, Johnson renunciou, na esteira de um relatório sobre deficiências de gestão que detalhava pagamentos indevidos para uma conferência de treinamento de "Regiões Ocidentais" de 2010, realizada pelo Serviço de Edifícios Públicos em Las Vegas.
Em 2013, como resultado da instrução da Iniciativa de Governo Aberto para que agências federais abrissem suas atividades ao público, a GSA desenvolveu o Data.gov, para promover transparência e compartilhamento de informações. No mesmo ano, a GSA também lançou a iniciativa Total Workplace, para modernizar o ambiente de trabalho de agências federais e aumentar a eficiência, junto com os programas Presidential Innovation Fellows e 18F. Em 2016, os programas Acquisition Gateway e Making It Easier foram lançados para ajudar compradores de agências federais em aquisições, e para ajudar novas empresas a fazer negócios com o governo. Melhorias também foram feitas na prestação de serviços governamentais digitais, com a criação dos Serviços de Transformação Tecnológica.
Após a eleição do presidente Donald Trump, em janeiro de 2025, a GSA se tornou uma das entidades federais dos EUA visadas por Elon Musk. Membros do Departamento de Eficiência Governamental acessaram laptops e a infraestrutura interna da GSA. Um funcionário da empresa de Elon Musk, a Tesla, Thomas Shedd, foi nomeado para liderar os "Serviços de Transformação Tecnológica" dentro da GSA.
Em julho de 1991, contratados da GSA começaram a escavação do que hoje é o Edifício Federal Ted Weiss, em Nova Iorque. O planejamento daquele prédio não levou em conta a possibilidade de encontrar o histórico cemitério de afro-novaiorquinos da era colonial, localizado sob as fundações do edifício de escritórios de 276 milhões de dólares. Quando a escavação inicial perturbou sepulturas, destruindo esqueletos e artefatos, a GSA enviou arqueólogos para escavar — mas escondeu suas descobertas do público. A revelação das descobertas levou a 18 meses de ativismo por parte de membros da comunidade afrodescendente, autoridades públicas, acadêmicos e cidadãos preocupados. Por fim, a GSA fez reparação pública, financiando extensa pesquisa científica sob a supervisão de Michael Blakey; criando uma nova subagência, o Escritório de Educação Pública e Interpretação; reduzindo o plano do edifício; e financiando relatórios públicos sobre a história do Cemitério Africano. Os esforços levaram à criação de uma nova unidade do Serviço de Parques Nacionais, o Monumento Nacional do Cemitério Africano, no local. A GSA financiou integralmente essa parte do Serviço de Parques Nacionais até 2010, quando o envolvimento formal da GSA com o Cemitério Africano cessou.
Durante o governo do presidente George W. Bush, a administradora da GSA, Lurita Doan, foi forçada a renunciar após a GSA conceder contrato de fonte única de 20.000 dólares a uma amiga sua. Doan parecia ter violado a Lei Hatch, e foi criticada por atividade política durante o exercício do cargo. A equipe de investigação recomendou que ela fosse punida na máxima extensão, e ela renunciou logo depois.
Em 2012, o deputado dos EUA John Mica, presidente do Comitê de Transporte e Infraestrutura da Câmara, pediu investigação do Congresso sobre o mau uso de dinheiro federal pela GSA. Legisladores acusaram a GSA de "gastos luxuosos" após a Conferência de Treinamento de Regiões Ocidentais de 2010, no M Resort, em Las Vegas.
A GSA gastou 823.000 dólares do dinheiro dos contribuintes na convenção de outubro de 2010, incluindo 100.405,37 dólares gastos em custos de viagem de funcionários, para um total de oito reuniões de pré-planejamento, viagens de reconhecimento, e um "ensaio geral". O relatório também constatou gastos excessivos com organizadores de eventos, presentes para participantes, e refeições luxuosas.
A conferência havia sido a mais recente em uma série de conferências igualmente luxuosas organizadas por regiões do Serviço de Edifícios Públicos da GSA (PBS, que não deve ser confundido com a emissora pública de mesmo nome). Em maio de 2010, a GSA ofereceu a 120 estagiários uma conferência de cinco dias em um resort de Palm Springs. Uma investigação adicional, liderada pelo inspetor-geral Brian D. Miller, encontrou 115 iPods da Apple desaparecidos, destinados a um programa de recompensas a funcionários.
A administradora da GSA, Martha N. Johnson, renunciou na esteira da controvérsia, após demitir o chefe do Serviço de Edifícios Públicos, Robert Peck, e o consultor sênior, Stephen Leeds. Quatro comissários regionais do Serviço, responsáveis pelo planejamento da conferência, foram colocados em licença administrativa.
Depois que Joe Biden foi declarado por veículos de imprensa como presidente eleito dos Estados Unidos — derrotando Donald Trump na eleição de novembro de 2020 — Emily W. Murphy, diretora-executiva da Administração de Serviços Gerais, inicialmente se recusou a assinar carta que autorizaria a equipe de transição de Biden a começar a trabalhar e acessar agências federais e fundos de transição, segundo o The Washington Post. Isso ocorreu enquanto Trump se recusava a admitir a vitória presumida — mas ainda não certificada — de Biden, e a seguir a norma de facilitar uma transição pacífica de poder para o vencedor presumido. Não há regras firmes sobre como a GSA determina o presidente eleito. Normalmente, o chefe da GSA pode decidir depois que organizações jornalísticas confiáveis declararem o vencedor, ou após concessão por parte do perdedor. Em 23 de novembro de 2020, Murphy emitiu a carta de constatação, que significava que o governo Trump estava pronto para iniciar a transição formal.
Em abril de 2022, o Escritório do Inspetor-Geral (OIG), Escritório de Inspeções, iniciou avaliação dos serviços do Login.gov da GSA. O OIG iniciou essa avaliação com base em notificação recebida do Escritório de Assessoria Jurídica Geral da GSA, identificando possível má conduta dentro do Login.gov, componente dos Serviços de Transformação Tecnológica (TTS) da GSA, sob o Serviço Federal de Aquisições (FAS). A avaliação do OIG constatou que a GSA induziu suas agências clientes ao erro, ao deixar de comunicar a não conformidade conhecida do Login.gov com a Publicação Especial (SP) 800-63-3 do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST), sobre Diretrizes de Identidade Digital.
Apesar das afirmações de autoridades da GSA de que o Login.gov atendia aos requisitos de Nível de Garantia de Identidade 2 (IAL2) da SP 800-63-3, o Login.gov nunca incluiu comparação física ou biométrica para suas agências clientes. Além disso, a GSA continuou a induzir agências clientes ao erro mesmo após suspender os esforços para atender à SP 800-63-3. A GSA cobrou conscientemente de agências clientes IAL2 mais de 10 milhões de dólares por serviços, incluindo supostos serviços IAL2 que não atendiam aos padrões IAL2. Além disso, a GSA usou linguagem enganosa para obter recursos adicionais para o Login.gov. Por fim, a GSA não tinha controles adequados sobre o programa Login.gov, e permitiu que operasse sob uma cultura de pouca supervisão. O OIG constatou que, devido à falha em exercer supervisão de gestão e controles internos sobre o Login.gov, o FAS compartilha responsabilidade pelas informações falsas prestadas aos clientes da GSA. Em resposta ao relatório do OIG, a gestão da GSA concordou com as conclusões e recomendações.
Em fevereiro de 2026, o judiciário federal pediu ao Congresso que lhe permitisse administrar diretamente suas instalações. Os tribunais declararam:
A Administração de Serviços Gerais (GSA) há muito atua como a locadora do Judiciário. Mas, ao longo de mais de uma década, os prédios que abrigam o Judiciário acumularam um crescente atraso de 8,3 bilhões de dólares em reparos críticos para sistemas básicos dos tribunais, como telhados, elevadores, iluminação, portas e janelas. Alguns reparos de emergência, como danos causados por tempestades e água, podem levar anos para serem concluídos.
O administrador é um indicado político presidencial e o diretor-executivo da Administração de Serviços Gerais. Em 12 de abril de 2021, o presidente Joe Biden indicou Robin Carnahan para servir como administradora. Ela foi confirmada pelo Senado dos EUA em 23 de junho de 2021.
A GSA é composta por dois serviços principais: o Serviço Federal de Aquisições (FAS) e o Serviço de Edifícios Públicos (PBS). Além desses dois serviços principais, a agência também conta com doze escritórios de equipe e dois escritórios independentes. O FAS presta tanto apoio estratégico quanto apoio operacional para a aquisição de bens e serviços para outros departamentos federais.
As seguintes pessoas atuaram como administradoras da Administração de Serviços Gerais:
O Serviço Federal de Aquisições (FAS) oferece produtos e serviços disponíveis a agências federais em todo o governo dos EUA. A GSA auxilia no trabalho de aquisições para outras agências governamentais. Como parte desse esforço, mantém o Programa GSA Schedule, que outras agências podem usar para comprar bens e serviços. O GSA Schedule pode ser entendido como uma coleção de contratos pré-negociados.
O GSA Schedule é concedido como contrato principal celebrado entre o governo federal e um fornecedor que tenha apresentado proposta aceitável. No centro do contrato do GSA Schedule estão dois conceitos-chave: 1) cliente ou grupo de clientes de Base de Concessão, e 2) Cláusula de Redução de Preço. Os dois conceitos são aplicados em conjunto para alcançar os objetivos de precificação do governo para o programa GSA Schedule. Ou seja, o governo quer garantir que, quando o fornecedor sofrer pressões competitivas para reduzir seus preços, o governo possa se beneficiar disso e também receber preços reduzidos.
O cliente ou grupo de clientes de Base de Concessão representa o cliente ou grupo de clientes cujas vendas são afetadas nos mesmos termos e condições que as praticadas com a GSA, e cujo preço é usado: 1) como referência durante negociações para estabelecer os descontos oferecidos à GSA, e 2) como um preço mínimo que, quando violado, constitui desconto adicional que aciona a Cláusula de Redução de Preço.
A Cláusula de Redução de Preço garante que as práticas de desconto do fornecedor e os preços do GSA Schedule mantenham relação fixa. O fornecedor especifica em sua proposta à GSA, e durante as negociações dos preços do contrato do GSA Schedule, os descontos a serem concedidos ao(s) cliente(s) de Base de Concessão. Se o fornecedor então conceder desconto maior a um cliente de Base de Concessão do que o acordado no contrato do GSA Schedule (ou seja, se o preço mínimo for violado), o preço do fornecedor à GSA será reduzido proporcionalmente e retroativamente.
Procedimentos eficazes de conformidade com a Cláusula de Redução de Preço protegem fornecedores se suas práticas de desconto forem divulgadas de forma completa e precisa em suas propostas originais à GSA, e então usadas como base para conformidade durante a vigência do contrato. Embora não seja ideal, um sistema de conformidade implementado após a concessão de um contrato pode trazê-lo à conformidade, ainda que às vezes com custo em lucros. Se um sistema for implementado no meio de um período contratual, inconsistências que surgirem devem ser corrigidas imediatamente, e o oficial de contratação da GSA deve ser informado sobre elas. Sistemas e procedimentos de conformidade com a Cláusula de Redução de Preço podem variar de simples a complexos. Um sistema simples e manual seria adequado para um contratado de serviços com tarifas de mão de obra padrão que não recebem desconto. Um sistema complexo seria necessário para um revendedor com milhares de produtos e políticas de desconto que variam entre grupos de produtos.
Em resposta às crescentes exigências e padrões requeridos pelo Governo Federal de suas agências, e em esforço para planejar a sustentabilidade federal, a GSA oferece ferramentas on-line para auxiliar na construção e gestão de repartições governamentais sujeitas a essas exigências.
A GSA delegou autoridade ao Departamento de Assuntos de Veteranos (VA) para adquirir suprimentos médicos sob o Programa de Cronogramas de Suprimentos Federais do VA.
Em 2018, a GSA concedeu serviços de cobrança de dívidas do governo federal à IC System.
O Serviço de Edifícios Públicos (PBS) adquire e administra milhares de propriedades federais. De acordo com o Título 40 do Código dos Estados Unidos, a GSA é responsável por promulgar regulamentações que regem a aquisição, uso e alienação de bens imóveis (imóveis e terrenos) e bens móveis (essencialmente todos os outros bens). Essa atividade é centrada no Escritório de Política Governamental da GSA. As políticas promulgadas pela GSA são desenvolvidas em colaboração com agências federais, e normalmente são publicadas para consulta pública no Federal Register antes de sua publicação como norma final.
O Serviço de Edifícios Públicos fornece escritórios para seus clientes (ou seja, agências federais), e fornece tribunais federais com boa economia para o contribuinte americano. O PBS é financiado principalmente pelo Fundo de Edifícios Federais, sustentado pelo aluguel de agências federais clientes.
O Escritório de Alienação de Propriedades do PBS gerencia a alienação de bens imóveis excedentes. O escritório é responsável por terrenos, prédios de escritórios, armazéns, antigas agências postais, fazendas, residências familiares, instalações comerciais e aeródromos localizados nos Estados Unidos, Porto Rico, nas Ilhas Virgens dos EUA, e nos territórios do Pacífico dos EUA. Propriedades excedentes são disponibilizadas tanto a licitantes governamentais quanto privados, e, em alguns casos, terrenos vendidos para fins públicos (como parques ou assistência social) podem receber desconto de até 100% do valor justo de mercado (FMV).
Vinte e quatro edifícios sustentáveis da GSA receberam certificação LEED. A Lei de Recuperação e Reinvestimento Americano de 2009 [en] disponibilizou não menos de 4,5 bilhões de dólares para medidas necessárias à conversão de instalações da GSA em Edifícios Sustentáveis de Alto Desempenho, conforme definido na Lei de Independência e Segurança Energética de 2007 (Lei Pública 110-140).
O Programa Federal de Gestão de Energia do Departamento de Energia facilita a implementação da GSA sob a lei, por meio de serviços de transação de projetos, serviços de tecnologia aplicada, e serviços de apoio à decisão, implantando tecnologias de energia renovável e cultivando mudança para adotar eficiência energética.
Em 2004, a GSA recebeu o Honor Award do Museu Nacional de Edifícios, por "sucesso em criar e manter ambientes inovadores para a comunidade federal, além de proporcionar presença federal positiva para o público".
A Lei de Recuperação e Reinvestimento Americano de 2009 (lei de estímulo) incluiu 300 milhões de dólares para adquirir veículos motorizados eficientes em energia para a frota federal. O presidente Barack Obama anunciou que a GSA apoiaria a indústria automobilística dos EUA com pedidos de cerca de 17.600 novos veículos eficientes em combustível até 1º de junho de 2009, em cronograma acelerado, com dinheiro da Lei de Recuperação e Reinvestimento Americano. A GSA deveria pagar 285 milhões de dólares à General Motors Corporation, Chrysler LLC, e Ford Motor Company. Isso incluiria 2.500 sedãs híbridos — a maior compra única de veículos híbridos até então feita pelo governo federal — e cada novo veículo deveria trazer melhoria de pelo menos 10% na eficiência de combustível em relação ao antecessor. A GSA gastaria mais 15 milhões de dólares naquele ano em uma frota-piloto de veículos de tecnologia avançada, incluindo veículos totalmente elétricos e ônibus híbridos.
Veículos híbridos representaram cerca de 10% dos 145.473 veículos que a GSA comprou nos anos fiscais de 2009 e 2010, após representarem menos de 1% das compras de veículos governamentais em 2008. Quanto a modelos específicos, o presidente Obama adotou postura de comprar americano. O governo dos EUA comprou cerca de dois terços dos Chevrolet Malibu Hybrids vendidos nos dois anos anteriores, e quase um terço dos Ford Fusion Hybrids, mas apenas 17 híbridos Toyota Prius e cinco Honda Civic Hybrids. O Ground Force One, assim designado quando transporta o presidente dos EUA, é um dos dois ônibus blindados adquiridos em 2010 para o transporte de dignitários sob proteção do Serviço Secreto, ao custo de 1,1 milhão de dólares cada. Os veículos foram montados no Tennessee, sobre chassis fabricados no Canadá.
A Conferência de Gestão de Recursos Interagências (IRMCO) era uma conferência executiva federal da GSA, realizada anualmente entre 1961 e 2011, como evento externo de múltiplos dias. Concedia premiações a equipes do governo federal que melhoraram operações governamentais ou a comunicação com o público. Seus participantes incluíam membros do Serviço Executivo Sênior de diversas agências, junto com membros da indústria. Após a IRMCO de 2011, a GSA anunciou que descontinuaria o evento, por não ter mais propósito. Em vez disso, em 2012, a GSA realizou um evento de um dia, o Acquisition Excellence, focado em eficiência.
A GSA criou o Centro Federal de Informações ao Cidadão em 1970 (hoje USAGov), para conectar o público a informações e serviços governamentais. Em 2009, a GSA criou o Escritório de Serviços ao Cidadão e Tecnologias Inovadoras (hoje Escritório de Produtos e Programas), para expandir o esforço de atender ao público por meio de tecnologia.
Em 2014, a GSA começou a gerenciar o programa Presidential Innovation Fellows e lançou o 18F, com equipe focada em melhorar os serviços digitais do governo federal. Entre 2014 e 2024, o 18F trabalhou com 34 agências em 455 projetos, como a melhoria de processos on-line de licenciamento e de apresentação de reclamações. O 18F ajudou a Comissão Eleitoral Federal a transferir seu site para a plataforma Cloud.gov, o que a FEC projetou economizar 1,2 milhão de dólares anualmente.
A GSA criou os Centros de Excelência de Modernização de TI em 2017, para acelerar a modernização da infraestrutura de TI e reduzir gastos com TI legada em todo o governo. Os Centros de Excelência são um serviço de consultoria com cobrança por serviço. Por exemplo, ajudaram o Departamento de Agricultura a evitar 42 milhões de dólares em custos, ao fechar centros de dados.
A GSA consolidou esses escritórios no Serviço de Transformação Tecnológica (TTS) em 2016, que se tornou subunidade do Serviço Federal de Aquisições em 2017. Sua missão era melhorar a vida do público e dos servidores públicos, transformando a forma como o governo usa a tecnologia. O TTS busca atender às necessidades tecnológicas do governo: aquisição, experiência multicanal, automação inteligente de processos, otimização de infraestrutura e nuvem, aceleradores e inovação, dados e análises, e gestão de identidade.
Em 2019, o TTS passou a ser responsável por serviços compartilhados criados em anos anteriores pelo 18F: o Login.gov, provedor de identidade, e o Cloud.gov, plataforma de hospedagem. No ano seguinte, as equipes de consultoria do TTS enfrentaram demanda significativa, devido às pressões sobre agências federais para responder à pandemia de coronavírus. Em 2021, a GSA anunciou a criação do U.S. Digital Corps, programa de dois anos para tecnólogos em início de carreira, com especialidades em engenharia de software, ciência de dados, design e segurança cibernética, sediado no TTS. Os programas do TTS também incluíam o Data.gov. Nesse mesmo ano, o TTS começou a investir na automação de processos de autorização de segurança para o programa FedRAMP. O TTS e o 18F ajudaram no desenvolvimento de diversos sites e aplicativos em 2024, incluindo o piloto do IRS Direct File, o get.gov da Cybersecurity and Infrastructure Security Agency, e o American Climate Corps.
Em 1º de março de 2025, todo o escritório do 18F foi eliminado "sob orientação da Casa Branca", semanas depois de Elon Musk afirmar que o "grupo foi excluído." Menos de um mês antes de dissolver o escritório, o associado de Musk e diretor do TTS, Thomas Shedd, disse ao 18F e ao TTS: "Vocês são um dos grupos de tecnologia mais respeitados do governo federal", dizendo que os engenheiros do 18F "são tão fundamentais e essenciais para esta próxima fase" da construção da tecnologia do governo federal.
A Seção 1122 da Lei de Autorização de Defesa Nacional de 1994 permitiu que agências governamentais estaduais e locais adquirissem equipamentos de defesa e outros equipamentos federais para apoiar atividades de combate a drogas. Em 2009, a lei de reautorização ampliou o programa para compras destinadas a operações de segurança interna e resposta a emergências. O programa é de propriedade e gestão do Departamento de Defesa (DOD), e os equipamentos são disponibilizados pela Agência de Logística de Defesa (DLA) e pela GSA, assim como também ocorre sob o programa 1033.