| Guoyue | |
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Orquestra de instrumentos chineses durante um concerto em Edmonton, no Canadá, em 2015 | |
| Origens estilísticas | Música tradicional chinesa |
| Contexto cultural | China, primeiras décadas do século XX |
| Instrumentos típicos | Erhu, pipa, Guzheng, Dizi, sheng, suona, entre outros |
| Guoyue | |||||||
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| Chinês tradicional: | 國樂 | ||||||
| Chinês simplificado: | 国乐 | ||||||
| Significado literal | música nacional | ||||||
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Guoyue (em chinês tradicional, 國樂; em chinês simplificado, 国乐; pinyin: guóyuè, literalmente "música nacional"), também chamada minyue (民乐), huayue (華樂) ou zhongyue (中樂), é a música composta para instrumentos musicais chineses, entendida como uma continuidade da música tradicional chinesa. Frequentemente, as composições são destinadas a apresentações de grandes conjuntos, como uma orquestra chinesa, embora também existam obras para instrumentos solistas.
O guoyue é transmitido com frequência pelo rádio e pela televisão na República Popular da China e constitui uma das principais modalidades de música chinesa ensinadas nos conservatórios do país. Essa modalidade também integra o ensino musical em Taiwan e Singapura.
O termo guoyue aparece em diversos textos antigos e teve significados distintos antes do século XX. Já era empregado durante o período das dinastias Sui e Tang para designar a música da corte, ou yayue. Na seção dedicada à música da História de Liao, era empregado para distinguir a música dos governantes quitai da música dos chineses han. Durante a dinastia Qing, passou a designar um repertório de música cerimonial da corte considerado representativo da China.
No início do século XX, guoyue tornou-se uma designação popular, utilizada em sentido amplo para reunir a música escrita para instrumentos chineses em resposta ao fortalecimento de uma consciência nacionalista. Depois da vitória comunista de 1949, a China continental passou a empregar outra denominação, minyue, abreviação de minzu yinyue (民族音乐), "música nacional" ou "música do povo", para abranger composições e gêneros executados com instrumentos tradicionais, inclusive a música das minorias étnicas da China. Em Taiwan, a expressão guoyue continuou em uso. Em outras comunidades chinesas, também podem ser encontradas as denominações huayue, sobretudo em Singapura e na Malásia, e zhongyue, em Hong Kong.
No início do século XX, guoyue era amplamente empregado para distinguir a música ocidental introduzida no país da música tradicional chinesa. Abrangia, portanto, a música dos chineses han, mas excluía obras escritas para instrumentos ocidentais. Em seu sentido mais amplo, compreende toda a música instrumental chinesa, a ópera chinesa, os gêneros folclóricos regionais, como o nanguan e o beiguan, e as peças para solistas.
Não havia, porém, consenso sobre a definição moderna do termo, cujo significado variou ao longo do tempo e entre diferentes regiões. Inicialmente restrito à música dos han, passou mais tarde a incluir a música de diversas minorias étnicas chinesas. Alguns defendiam que a expressão deveria referir-se apenas à música dos rituais confucianos, o yayue, e à música dos letrados. Para outros, abrangia todas as formas musicais chinesas que não fossem europeias. Na República da China, estabelecida em Taiwan, o guoyue valorizava a música tradicional da China continental mais do que as tradições musicais locais taiwanesas.
O guoyue concebido no início do século XX não era inteiramente tradicional. Para muitos músicos e intelectuais, o projeto consistia em adaptar a música folclórica e erudita chinesa às condições da modernidade. O compositor Xian Xinghai defendia o aperfeiçoamento da música tradicional por meio da incorporação da harmonia e do contraponto. O músico Zhao Feng, por sua vez, entendia que uma cultura musical nacional resultaria da combinação entre melodias chinesas e técnicas profissionais ocidentais. Havia ainda quem distinguisse a música regional executada por músicos populares sem formação acadêmica, vista como matéria-prima para o guoyue, de uma música nacional mais elaborada. Nessa concepção, o guoyue constituía uma forma reelaborada e modernizada da música tradicional chinesa.
Em diferentes momentos, certas formas da música tradicional também foram excluídas. Na China continental depois de 1949, o governo promoveu a música folclórica, enquanto a música clássica chinesa foi condenada como decadente e reacionária e perdeu espaço. Durante a Revolução Cultural, a música clássica chinesa praticamente desapareceu da vida musical pública, e parte do repertório só sobreviveu após ser reelaborada em estilo considerado mais "leve". Muito do que era ensinado e executado como música clássica consistia em arranjos e recomposições de peças antigas. Desde as últimas décadas do século XX, contudo, cresceu o interesse pela recuperação do repertório clássico original.
No início do século XX, após a queda da dinastia Qing, intelectuais chineses passaram a se interessar pela modernização e revitalização da música tradicional. Cai Yuanpei, reitor da Universidade de Pequim e uma das figuras centrais do Movimento Quatro de Maio, propôs a utilização de determinados elementos da música ocidental para compensar as deficiências que então se atribuíam à música chinesa. Como parte do Movimento da Nova Cultura, o gênero guoyue surgiu na década de 1920 com o objetivo de incentivar o patriotismo.
Muitos grupos musicais de Xangai adotaram a denominação "sociedade de música nacional", como a Sociedade de Música Nacional Datong (大同國樂會), fundada por Zheng Jinwen (鄭覲文). A música regional chinesa também passou a integrar instituições modernas de ensino, como ocorreu com o trabalho de Liu Tianhua na Universidade de Pequim, onde foi fundada, em 1927, a Sociedade para o Aperfeiçoamento da Música Nacional (國樂改進社, Guóyuè Gǎijìnshè). Surgiu ainda o periódico Yinyue Zazhi (音樂雜誌, "Revista de Música"). Liu Tianhua divulgou instrumentos até então considerados regionais, como o erhu, e incorporou ao ensino desses instrumentos métodos e técnicas da música ocidental. Também compôs obras para erhu e adaptou ao instrumento técnicas de execução do violino. A identidade e o orgulho nacionais tornaram-se igualmente importantes ao longo da década de 1930, durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa e a Guerra Civil Chinesa.
A orquestra chinesa teve papel fundamental no desenvolvimento do guoyue. Embora já existissem conjuntos orquestrais na China antiga, a orquestra de instrumentos chineses encontrada atualmente no país e nas comunidades chinesas do exterior é uma criação moderna, desenvolvida gradualmente por meio de experiências iniciadas na década de 1920. Sua organização tomou como modelo a orquestra sinfônica ocidental, mas seus instrumentos vieram inicialmente de conjuntos tradicionais sizhu (絲竹, "seda e bambu"), termos que designam duas categorias antigas de instrumentos de cordas e de sopro.
Em Pequim, Liu Tianhua formou um conjunto sizhu e escreveu peças para ele, ampliando a notação musical tradicional para permitir seu uso orquestral. As partituras passaram a indicar detalhes de ornamentação, andamento e utilização de instrumentos específicos em determinadas seções. Outro importante responsável por esse desenvolvimento foi Zheng Jinwen, que inicialmente ampliou para 35 músicos um conjunto de jiangnan sizhu e dividiu os instrumentos em naipes. Ele também deu início à padronização dos instrumentos, procurando solucionar problemas como as diferenças de afinação fundamental entre exemplares do dizi. Antes, cada instrumentista podia ornamentar sua parte livremente. Na nova orquestra, Zheng passou a escrever partes específicas para cada instrumento ou naipe.
Em 1935, foi criado um conjunto musical na Broadcasting Corporation of China (BCC), em Nanquim, destinado à transmissão radiofônica de música tradicional chinesa. Devido à Segunda Guerra Sino-Japonesa, o conjunto mudou-se para Chongqing, onde se apresentou publicamente em 1942. O grupo também oferecia aulas e logo se ampliou com a inclusão de novos instrumentos.
O conjunto ficou conhecido como Orquestra Chinesa da BCC e é frequentemente apontado como uma das primeiras orquestras chinesas organizadas segundo o modelo moderno. Sua estrutura seguia a de uma orquestra ocidental, com maestro, partituras completas e quatro grandes naipes: sopros, cordas dedilhadas, cordas friccionadas e percussão. O naipe de cordas dedilhadas é uma particularidade das orquestras chinesas, explicada pelo elevado número de instrumentos tradicionais aparentados ao alaúde.
Em 1953, o governo da República Popular da China estabeleceu sua primeira orquestra chinesa, a Orquestra da Estação Central de Radiodifusão, em Pequim, tomando como referência os modelos anteriores. A afinação dos instrumentos foi ajustada ao sistema de temperamento igual. Foram incorporados mais instrumentos para ampliar a sonoridade e a extensão da orquestra. A Orquestra Folclórica Chinesa Vanguarda também acrescentou diferentes instrumentos ao conjunto. Novas obras foram compostas a partir de músicas regionais e de outras tradições musicais chinesas.
Na década de 1960, havia surgido uma formação de orquestra chinesa amplamente padronizada. Desde então, a orquestra chinesa moderna consolidou-se como instituição cultural tanto na China quanto nas comunidades chinesas do exterior. Orquestras amadoras desse tipo são frequentes em Taiwan, Hong Kong, Singapura e Malásia, organizadas por associações de famílias, centros comunitários e escolas. Entre as orquestras profissionais estão a Orquestra Chinesa de Xangai, a Orquestra Chinesa Central da China, a Orquestra Chinesa de Hong Kong, a Orquestra Chinesa de Singapura e a Orquestra Chinesa de Taipé.
Em setembro de 1979, a Associação de Músicos da China passou a integrar o Conselho Internacional da Música, após a participação de uma delegação chinesa em sua assembleia na Austrália. Grupos musicais chineses realizaram turnês no exterior, enquanto organizações estrangeiras se apresentaram na China. Em meados da década de 1980, as baladas populares, a música folclórica ocidental e a música clássica ainda atraíam as maiores plateias, mas outros gêneros, como o jazz e o rock and roll, anteriormente proibidos, começaram a ser executados com maior liberdade, sobretudo entre os jovens.
O guoyue voltou a ganhar espaço na música popular nos anos 2000 por meio de obras do compositor taiwanês Jay Chou e do letrista Vincent Fang, associados à expressão Zhongguo Feng (中國風, "estilo chinês"), usada para descrever a sonoridade do álbum The Eight Dimensions, que combina o rock moderno e o R&B contemporâneo com elementos da música tradicional chinesa.
Muitas das primeiras composições tinham como base peças regionais e tradicionais. Algumas eram destinadas a conjuntos de jiangnan sizhu ou a outros agrupamentos instrumentais e depois foram adaptadas para orquestra. Uma obra orquestral conhecida é Dança do povo yao, baseada na música folclórica da minoria étnica yao. Originalmente escrita para orquestra ocidental, foi posteriormente arranjada para orquestra chinesa. De modo semelhante, obras populares como o Concerto para violino dos amantes borboletas receberam adaptações para orquestra chinesa, em versões concertantes para erhu ou pipa.
Numerosas peças foram compostas para diferentes instrumentos chineses solistas. Elas podem ser executadas sem acompanhamento ou com outros instrumentos ou uma orquestra completa. Entre os exemplos estão Canção vespertina dos pescadores (漁舟唱晚), executada ao guzheng, frequentemente atribuída a Lou Shuhua e relacionada a melodias tradicionais de Shandong, embora sua autoria, a origem de suas melodias e a data de composição sejam debatidas; Dança do povo yi, composta para pipa em 1965; e A lua refletida na fonte Erquan (二泉映月), escrita para erhu por Abing. Muitas dessas melodias também foram arranjadas para orquestra chinesa, especialmente por Peng Xiuwen.
Algumas peças são tradicionais, enquanto outras são composições recentes inspiradas em melodias antigas ou inteiramente originais. Muitas também receberam arranjos para conjuntos orquestrais maiores.
| Título em português | Título em chinês | Compositor ou arranjador | Ano | Instrumento | Observações |
|---|---|---|---|---|---|
| A ordem do general | 將軍令 | Guzheng | |||
| Canção vespertina dos pescadores | 漁舟唱晚 | Lou Shuhua (婁樹華), atribuição debatida | Década de 1930; ano controvertido | Guzheng | Baseada numa melodia tradicional |
| Flor de jasmim | 茉莉花 | Erhu e guzheng | Canção folclórica documentada no século XVIII, com arranjos instrumentais posteriores | ||
| Corrida de cavalos | 賽馬 | Huang Haihuai (黄海懷) | 1959 | Erhu | |
| A lua refletida na fonte Erquan | 二泉映月 | Abing | Anterior a 1950; registrada em 1950 | Erhu | Posteriormente arranjada para orquestra por Peng Xiuwen |
| Melodia do bambu roxo | 紫竹調 | Dizi e erhu | Melodia tradicional, com versão orquestral de Peng Xiuwen | ||
| Viagem a Suzhou | 姑蘇行 | Jiang Xianwei (江先渭) | 1960 | Dizi | |
| Perdiz em voo | 鷓鴣飛 | Dizi | Baseada numa melodia de Hunan | ||
| A fênix abre as asas | 鳳凰展翅 | Hu Tianquan (胡天泉) e Dong Hongde (董洪德) | 1956 | Sheng | |
| Cem pássaros homenageiam a fênix | 百鳥朝鳳 | Ren Tongxiang (任同祥) | 1953 | Suona | Baseada numa melodia tradicional, posteriormente arranjada para piano por Wang Jianzhong |
| Emboscada dos dez lados | 十面埋伏 | Pipa | Composição da dinastia Qing | ||
| Dança do povo yi | 彝族舞曲 | Wang Huiran (王惠然) | 1965 | Pipa | |
| Flores da primavera junto ao rio enluarado | 春江花月夜 | Liu Raozhang (柳堯章) e Zheng Jinwen (鄭覲文) | 1925 | Pipa e guzheng | Rearranjo de uma peça tradicional para pipa (夕陽簫鼓) |
| Título em português | Título em chinês | Compositor | Ano | Observações |
|---|---|---|---|---|
| Nuvens coloridas perseguem a lua | 彩雲追月 | Ren Guang | 1935 | Baseada numa peça cantonesa da dinastia Qing. Foi reorganizada para orquestra em 1960 por Peng Xiuwen. Posteriormente recebeu um arranjo para piano de Wang Jianzhong, também interpretado por Yin Chengzong |
| Dança da serpente dourada | 金蛇狂舞 | Nie Er | 1934 | Arranjada a partir de uma peça tradicional. Posteriormente recebeu um arranjo de concerto de Tang Jianping |
| Belas flores sob a lua cheia | 花好月圓 | Huang Yijun (黄貽鈞) | 1935 | Arranjo orquestral de Peng Xiuwen |
| Dança do povo yao | 瑤族舞曲 | Liu Tieshan (劉鐵山) e Mao Yuan | 1952 | Escrita inicialmente para orquestra ocidental |
| Repleta de alegria | 喜洋洋 | Liu Mingyuan | 1958 | Baseada em canções folclóricas de Shanxi |
As obras a seguir foram escritas para grandes orquestras chinesas modernas. Essas composições utilizam técnicas ocidentais e podem incluir instrumentos como violoncelo, contrabaixo, harpa e instrumentos ocidentais de percussão.
| Título em português | Título em chinês | Compositor | Número de movimentos | Movimentos | Descrição |
|---|---|---|---|---|---|
| Sinfonia n.º 2, Ode à paz | 第二交响曲「和平颂」 | Zhao Jiping (赵季平) | 5 | I: Jinling e o rio Yangtzé (金陵·大江) II: Lágrimas do rio (江泪) III: Lamento do rio (江怨) IV: Fúria do rio (江怒) V: Ode à paz (和平颂) | Sinfonia em cinco movimentos que retrata a Segunda Guerra Sino-Japonesa e o Massacre de Nanquim |
| Viagem a Lhasa | 拉萨行 | Kuan Nai-chung (关乃忠) | 4 | I: Palácio de Potala (布达拉宫) II: Rio Yarlung Tsangpo (雅鲁藏布江) III: Sepultamento celestial (天葬) IV: Derrota dos demônios (打鬼) | Suíte sinfônica composta em 1984, em quatro movimentos, que retrata as paisagens do Tibete e a cultura tibetana |
| Recordações de Yunnan | 云南回忆 | Liu Xing (刘星) | 3 | I: Moderato (中庸的中板) II: Lento (呆滞的慢板) III: Allegro (机械的快板) | Concerto em três movimentos para zhongruan e orquestra chinesa moderna, também conhecido como Concerto para Zhongruan n.º 1 (第一中阮协奏曲) |
| Impressões da música chinesa | 印象国乐 | Jiang Ying (姜莹) | 3 | I: 小鸟乐 II: 前世今生 III: 大曲 | |
| Vislumbres do Taklamakan | 塔克拉玛干掠影 | Jin Xiang (金湘) | 4 | I: 漠原 II: Um império perdido no deserto (漠楼) III: 漠舟 IV: 漠洲 | Poema sinfônico em quatro movimentos que evoca o deserto de Taclamacã, no noroeste da China |
| A Rota da Seda | 丝绸之路 | Jiang Ying (姜莹) | Peça independente | Também conhecida como Kumtag (库姆塔格) | |
| Variações da emoção | 抒情变奏曲 | Liu Changyuan (刘长远) | 3 | Três movimentos sem título, identificados apenas como "Movimento I", "Movimento II" e "Movimento III" | Quinze variações baseadas em um tema principal, distribuídas em três movimentos |
| Capricho do rio Amarelo | 黄河畅想 | Cheng Dazhao (程大兆) | Peça independente | Movimento final da suíte sinfônica Raízes dos chineses (華夏之根) | |
| Primavera | 春 | Lu Lianghui (卢亮辉) | Peça independente | ||
| Verão | 夏 | Lu Lianghui (卢亮辉) | Peça independente | ||
| Outono | 秋 | Lu Lianghui (卢亮辉) | Peça independente | ||
| Inverno | 冬 | Lu Lianghui (卢亮辉) | Peça independente | ||
| Fantasia dos guerreiros de terracota | 秦·兵马俑幻想曲 | Peng Xiuwen (彭修文) | Peça independente | ||
| Impressões da montanha e do mar | 山海印象 | Su Wenqing (苏文庆) | Peça independente | ||
| A era do dragão | 龙年新世纪 | Kuan Nai-chung (关乃忠) | 4 | I: O sol (太阳) II: A lua (月亮) III: As estrelas (星辰) IV: A terra (大地) | Concerto em quatro movimentos para percussão chinesa, percussão ocidental e orquestra chinesa moderna |
| Capricho do rio Dabo | 达勃河随想曲 | He Xuntian (何训田) | 2 | I: Adagio (柔板) II: Allegretto (小快板) | Obra de 1982 que retrata as paisagens do rio Dabo, em Sichuan, e a vida do povo tibetano baima da região |
| Três melodias do oeste de Yunnan | 滇西土风三首 | Guo Wenjing (郭文景) | 3 | I: Montanha A Va (阿佤山) II: Dança gino (基诺舞) III: Sacrifícios, tochas e aguardente (祭祀·火把·烈酒) | Obra em três movimentos que retrata culturas de três grupos étnicos do oeste de Yunnan |
| Sinfonia n.º 1, Jinling | 第一交响曲「金陵」 | Peng Xiuwen (彭修文) | 3 | I: Rio Qinhuai (秦淮) II: Recordação do passado (怀古) III: Vicissitudes da vida (沧桑) | Obra sinfônica em três movimentos que retrata a história e a cultura de Nanquim, também chamada Jinling |
| Suíte Fumaça solitária no deserto | 大漠孤烟直组曲 | Zhao Jiping (赵季平) | 4 | Busca (音诗-觅) e elegia (悼歌); a numeração desses trechos diverge entre os catálogos | |
| Suíte do Noroeste | 西北组曲 | Tan Dun (谭盾) | 4 | I: A chuva oportuna cai do céu (老天爷下甘雨) II: 闹洞房 III: 想亲亲 IV: Tambor de cintura sobre laje de pedra (石板腰鼓) | Também conhecida como Suíte do Noroeste n.º 1 (西北第一组曲) |
| Suíte do povo mohe | 靺鞨组曲 | Liu Xijin (刘锡津) | 6 | I: Guerreiros (武士) II: Princesa (公主) III: 百戏童 IV: Dança do vinho (酒舞) V: Batalha de Hualin (桦林大战) VI: 踏垂舞 | |
| A lenda de Shadi'er | 沙迪尔传奇 | Liu Yuan (刘湲) | Peça independente | Também conhecida como Poema sinfônico uigur (维吾尔音诗) | |
| Capricho da Grande Muralha | 长城随想 | Liu Wenjin (刘文金) | 4 | I: Passeio pela passagem montanhosa (关山行) II: Marcha dos fogos de sinalização (烽火操) III: Homenagem aos patriotas (忠魂祭) IV: Olhando ao longe (遥望篇) | Concerto em quatro movimentos para erhu e orquestra chinesa moderna |
| Imperatriz Terra | 后土 | Tang Jianping (唐建平) | Peça independente |