| Her Private Hell | |
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2026 • cor • 110 min | |
| Gênero | |
| Direção | Nicolas Winding Refn |
| Produção | Nicolas Winding Refn |
| Roteiro |
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| Elenco | |
| Música | Pino Donaggio |
| Cinematografia | Magnus Nordenhof Jønck |
| Direção de arte | Gitte Malling |
| Figurino | Jane Whittaker |
| Edição | Matthew Newman |
| Companhias produtoras |
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| Distribuição |
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| Idiomas | |
| Receita | $1.2 milhão |
Her Private Hell é um longa metragem de thriller e ficção científica estadunidense e dinamarquês produzido, co-escrito e dirigido por Nicolas Winding Refn. Lançado em 2026 e protagonizado por Sophie Thatcher, Charles Melton, Havana Rose Liu e Kristine Froseth, a narrativa segue uma jovem chamada Elle na procura por seu pai enquanto uma névoa misteriosa envolve sua cidade distópica. Durante sua busca, ela cruza o caminho de um soldado estadunidense (G.I) que está à procura de sua filha. O elenco conta também com Shioli Kutsuna, Aoi Yamada, Dougray Scott, Diego Calva, e Hidetoshi Nishijima.
Produzido pela Neon e byNWR, o filme teve sua estreia mundial no Festival de Cannes em 18 de maio de 2026 e foi lançado comercialmente nos cinemas dos Estados Unidos pela própria Neon em 24 de julho. No geral, a obra recebeu críticas mistas por parte dos críticos, que elogiaram a cinematografia e a qualidade da produção, mas criticaram o ritmo da narrativa, considerado lento e disperso.
Em uma cidade futurista encoberta por uma névoa misteriosa, a atriz Elle (Sophie Thatcher) retorna ao hotel de sua família e abriga seu novo colega de elenco, o influenciador Hunter (Kristine Froseth), cujos planos de viagem foram interrompidos pelo clima incomum. Enquanto convive com tensões complexas ao lado da madrasta Dominique (Havana Rose Liu) e de seu pai, o aclamado cineasta Johnny Thunders (Dougray Scott), Elle se prepara para as filmagens de uma nova adaptação de ficção científica.
Após a criação das séries limitadas, Too Old to Die Young para Amazon Prime Video e Copenhagen Cowboy para Netflix, Nicolas Winding Refn iniciou os trabalhos de seu próximo longa-metragem, seu primeiro desde The Neon Demon, lançado em 2016. Em uma entrevista para a Variety em agosto de 2024, ele disse que estava planejando filmar o filme em Tóquio, tendo a língua inglesa e japonesa como as principais do projeto.
Em abril de 2025, a Neon e Refn anunciaram o projeto, descrevendo-o como "algo descolado", com o título Her Private Hell sendo revelado. O filme foi financiado pela Neon e produzido por Refn sob sua produtora byNWR. O elenco principal também foi anunciado, com Sophie Thatcher e Charles Melton nos papéis principais, ao lado de Kristine Froseth e Havana Rose Liu. Dougray Scott, Shioli Kutsuna, Diego Calva, Aoi Yamada e Hidetoshi Nishijima também foram escalados.

Her Private Hell foi apresentado fora de competição no 79º Festival de Cannes em 18 de maio de 2026, recebendo aplausos de pé que durou entre 7 e 12 minutos. No entanto, algumas pessoas deixaram a sessão durante a exibição, supostamente devido ao tédio.
O filme foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos pela Neon em 24 de julho de 2026, com planos de ser exibido em 800–1.200 salas. No fim, o filme foi exibido em 675 salas. A Scanbox Entertainment programou o lançamento do filme na Dinamarca para 15 de outubro.
Em março de 2026, a Mubi adquiriu da Neon International os direitos de distribuição para o Reino Unido, Irlanda, Itália, Espanha e América Latina.
Her Private Hell arrecadou US$ 530 mil em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, em 675 salas.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, 41% das 113 avaliações dos críticos são positivas, com uma classificação média de 5/10. O consenso do site afirma: "Hipnotizante em seu estilo, mas prejudicado por um ritmo que parece um purgatório, Her Private Hell é uma proposta de Nicolas Winding Refn do tipo "ame ou deixe", que aqueles que não se converterem ao seu estilo certamente recusarão." O Metacritic, que utiliza uma média ponderada, atribuiu ao filme uma pontuação de 44 de 100, com base em 28 críticos, indicando avaliações "mistas ou medianas".
Em uma crítica positiva para o TheWrap, Chase Hutchinson considerou a atuação de Thatcher a sua "mais ousada até então", comparando-a em alguns momentos à atuação de Jack Nicholson em O Iluminado. Ele também alertou os espectadores de que, caso não tenham gostado dos trabalhos anteriores de Refn, "provavelmente ficarão extremamente incomodados e alienados por tudo o que acontece".
Jordan Mintzer, do The Hollywood Reporter, escreveu: "NWR nos dá um aviso logo no início, quando faz um de seus personagens afirmar, apenas meio ironicamente: 'Este filme vai ser um inferno.' Mas isso não torna assistir a Her Private Hell menos infernal". Ele elogiou as atuações do elenco principal, a cinematografia, o design de produção e as homenagens a diretores clássicos de filmes slasher, como Dario Argento e Brian De Palma.
Por fim, Owen Gleiberman, da Variety, escreveu: "Her Private Hell é um desastre, mas até isso faz parte de seu fator hipster. O filme praticamente anuncia que é descolado demais para ser coerente".