| Tipo de empresa | Não comercial |
|---|---|
| Tipo de sítio | Agregador de notícias, blog |
| Proprietário(s) | BuzzFeed |
| Fundador(es) | Arianna Huffington, Kenneth Lerer, Jonah Peretti e Andrew Breitbart |
| Cadastro | Opcional |
| Idioma(s) | inglês, francês, grego, italiano, japonês, coreano, português e espanhol |
| Lançamento | 9 de maio de 2005 |
| Sede | 770 Broadway, Nova Iorque, Estados Unidos |
| Área(s) servida(s) | Anglofonia, Francofonia, Hispanofonia e Lusofonia |
| Endereço eletrônico | huffpost.com |
| Estado atual | Ativo |
HuffPost (The Huffington Post até 2017, também frequentemente abreviado como HuffPo), uma divisão do BuzzFeed, é um site de notícias progressista dos Estados Unidos, com edições locais e internacionais. O site publica notícias, sátira, blogs e conteúdo original, e cobre política, negócios, entretenimento, meio ambiente, tecnologia, mídia popular, estilo de vida, cultura, comédia, alimentação saudável, temas voltados a mulheres jovens e notícias locais.
Em 2012, o site tornou-se a primeira empresa de mídia digital comercial dos Estados Unidos a ganhar um Prêmio Pulitzer.
Fundado por Arianna Huffington, Andrew Breitbart, Kenneth Lerer e Jonah Peretti, o site foi lançado em 9 de maio de 2005. Em março de 2011, foi adquirido pela AOL por US$ 315 milhões, e Arianna Huffington foi nomeada editora-chefe. Em junho de 2015, a Verizon Communications adquiriu a AOL por US$ 4,4 bilhões, e o site passou a fazer parte da Verizon Media. Em novembro de 2020, o BuzzFeed adquiriu a empresa.
The Huffington Post foi lançado em 9 de maio de 2005. Seus fundadores foram Arianna Huffington, Andrew Breitbart, Kenneth Lerer e Jonah Peretti.
Em agosto de 2006, o site levantou US$ 5 milhões em uma rodada de financiamento Série A com a SoftBank Capital e a Greycroft. Em dezembro de 2008, levantou US$ 25 milhões da Oak Investment Partners, com avaliação de US$ 100 milhões. O dinheiro seria destinado a tecnologia, infraestrutura, jornalismo investigativo e desenvolvimento de versões locais. Fred Harman, da Oak Investment Partners, entrou para o conselho de administração.
Em junho de 2009, Eric Hippeau, sócio-gerente da SoftBank Capital, tornou-se diretor executivo.
Em 2011, o site começou a produzir matérias e manchetes otimizadas para mecanismos de busca com base em palavras-chave em alta, como "What Time Is the Super Bowl?". Em janeiro de 2011, 35% do tráfego do site vinha de mecanismos de busca, ante 20% na CNN. A estratégia agradou a Tim Armstrong, diretor executivo da AOL, que tentou implantar práticas semelhantes de jornalismo orientado por SEO na empresa. Em março de 2011, a AOL adquiriu The Huffington Post por US$ 315 milhões. Como parte do acordo, Huffington tornou-se presidente e editora-chefe de The Huffington Post e também das propriedades da AOL Engadget, TechCrunch, Moviefone, MapQuest, Black Voices, PopEater, hoje uma subpágina de HuffPost Entertainment, AOL Music, AOL Latino, hoje HuffPost Voices, AutoBlog, Patch e StyleList. Foram incorporados ao Huffington Post o AOL Black Voices, criado em 1995 como Blackvoices.com, e AOL Latino, Impact, lançado em 2010 em parceria entre o Huffington Post e a Causecast, além de Women, Teen, College, Religion e o Voces (en español), em espanhol. A marca Voices foi ampliada em setembro de 2011 com o lançamento de Gay Voices, dedicado a artigos relacionados a temas LGBT. O ex-diretor executivo Eric Hippeau deixou a empresa.
O site ultrapassou o NYTimes.com em tráfego em junho de 2011. Em dezembro de 2011, tinha 36,2 milhões de visitantes únicos.
Em maio de 2012, foi lançada nos Estados Unidos uma edição em espanhol chamada HuffPost Voces, que substituiu a AOL Latino.
Em agosto de 2012, foi lançado o HuffPost Live, um canal de vídeo pela internet.
No fim de 2013, o site operava como um "negócio independente" dentro da AOL. Passou a controlar uma parcela maior de suas próprias operações comerciais e publicitárias e a dedicar mais esforços à obtenção de "publicidade premium".
Em junho de 2015, a Verizon adquiriu a AOL por US$ 4,4 bilhões, e o site passou a fazer parte da Verizon Media. Huffington deixou o cargo para dedicar-se a outros empreendimentos, e Lydia Polgreen assumiu como editora-chefe em dezembro de 2016.
Em abril de 2017, o site mudou seu nome para HuffPost. Seu site e logotipo foram redesenhados, e houve mudanças no conteúdo e na cobertura jornalística.
Em janeiro de 2019, vinte funcionários foram demitidos durante uma redução de 7% do quadro de pessoal da Verizon Media. As seções de opinião e saúde foram encerradas. Jason Cherkis, finalista do Prêmio Pulitzer, perdeu o emprego.
Em julho de 2019, o site publicou um artigo de Rachel Wolfson, assessora de relações públicas, que elogiava o financista Jeffrey Epstein. Os editores retiraram o artigo a pedido da autora.
Em março de 2020, Polgreen deixou o cargo de editora-chefe para assumir a direção de conteúdo da Gimlet Media.
Em fevereiro de 2021, o BuzzFeed adquiriu o HuffPost da Verizon Media em troca de ações.
Em março de 2021, Jonah Peretti, diretor executivo do BuzzFeed, disse que a empresa havia perdido "cerca de US$ 20 milhões" no ano anterior. O BuzzFeed demitiu 47 funcionários do HuffPost, em sua maioria jornalistas, nos Estados Unidos, e encerrou o HuffPost Canada, demitindo outros 23 funcionários.
Em abril de 2021, Danielle Belton tornou-se editora-chefe.
Após o encerramento do BuzzFeed News em 2023, a BuzzFeed, Inc. redirecionou seus esforços jornalísticos ao HuffPost, com planos de recontratar antigos funcionários do BuzzFeed News para trabalhar no HuffPost ou no BuzzFeed. A mudança também ocorreu em meio ao menor interesse dos anunciantes por plataformas tradicionais de notícias.
Em janeiro de 2025, o site lançou uma versão freemium, na qual os usuários podem pagar para acessar o site sem anúncios e obter recursos adicionais. Naquele momento, o site tinha 60 milhões de visitantes mensais em todo o mundo.
Em julho de 2025, o tráfego havia caído 40% devido ao recurso "AI Overviews" do Google, cujos resumos gerados por inteligência artificial desviavam tráfego do conteúdo dos veículos de comunicação.
| Data de lançamento | Local | Observações | Ref. |
|---|---|---|---|
| junho de 2008 | Chicago | Primeira edição local | |
| junho de 2009 | Nova Iorque | ||
| setembro de 2009 | Denver | ||
| dezembro de 2009 | Los Angeles | ||
| julho de 2011 | São Francisco | O lançamento trouxe benefícios de SEO | |
| novembro de 2011 | Detroit | ||
| novembro de 2011 | Miami | ||
| setembro de 2013 | Havaí | Lançada em colaboração com o Honolulu Civil Beat, cofundado por Pierre Omidyar |
| Data de lançamento | Local | Observações | Ref. |
|---|---|---|---|
| maio de 2011 | Canadá | Primeira edição internacional. Encerrada em março de 2021 após a aquisição do HuffPost pelo BuzzFeed | |
| julho de 2011 | Reino Unido | Em abril de 2026, acrescentou recursos de inteligência artificial generativa da Taboola | |
| janeiro de 2012 | França (Le Huffington Post) |
Edição em francês e primeira em um país não anglófono. Lançada em parceria com Le Monde e Les Nouvelles Editions Indépendantes. Anne Sinclair foi nomeada diretora editorial. Ela manteve o apoio ao marido, Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, quando mulheres o acusaram de agressão sexual. Comentaristas de L'Express, Rue89 e Le Monde advertiram sobre um possível conflito de interesses na cobertura jornalística da edição francesa. | |
| fevereiro de 2012 | Quebec | Edição em francês | |
| junho de 2012 | Espanha (El Huffington Post, mais tarde ElHuffPost) |
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| maio de 2013 | Japão (ハフポスト, HuffPost Japan) |
Primeira edição em um país asiático. Lançada em colaboração com o Asahi Shimbun. | |
| novembro de 2011 | Itália (L'Huffington Post) |
Dirigida por Lucia Annunziata em colaboração com o Gruppo Editoriale L'Espresso. | |
| junho de 2013 | Magrebe francófono (Al Huffington Post) |
Encerrada em dezembro de 2019 | |
| outubro de 2013 | Alemanha e Europa de língua alemã | Lançada em cooperação com a Focus. Encerrada em março de 2018. | |
| janeiro de 2014 | The World (WorldPost) | Criada em parceria com o Berggruen Institute | |
| janeiro de 2014 | Brasil | Primeira edição na América Latina. Lançada em parceria com o Grupo Abril. Encerrada em novembro de 2020. | |
| fevereiro de 2014 | Coreia do Sul | Lançada em parceria com o The Hankyoreh. | |
| novembro de 2014 | Grécia | ||
| junho de 2008 | Índia | Lançada em parceria com o The Times of India. Encerrada em novembro de 2020. | |
| julho de 2015 | HuffPost Arabi | Edição em árabe. Lançada em parceria com Wadah Khanfar. Encerrada em abril de 2018. | |
| agosto de 2015 | Austrália | ||
| novembro de 2016 | África do Sul | Primeira edição na África Subsaariana. Lançada em parceria com a Media24. Em abril de 2017, o ombudsman da imprensa determinou que pedisse desculpas sem reservas por ter publicado e depois defendido uma coluna que pedia a retirada do direito de voto dos homens brancos, texto que foi classificado como discurso de ódio malicioso, impreciso e discriminatório. Encerrada com o fim da parceria em julho de 2018. |
Desde seu lançamento, em 2005, até o encerramento do sistema em janeiro de 2018, o HuffPost manteve uma rede de colaboradores que chegou a reunir 100 mil blogueiros não remunerados. Entre os blogueiros estavam pessoas como Barack Obama, Robert Reich e Catarina, então duquesa de Cambridge. A rede de colaboradores recebeu críticas por oferecer uma plataforma para a promoção da hesitação em vacinar. O sistema também foi criticado por não remunerar os blogueiros. Isso levou a pedidos de boicote ao site apoiados pela National Writers Union e pela NewsGuild-CWA e a uma ação judicial movida por Jonathan Tasini, rejeitada de forma definitiva pelo tribunal.
O HuffPost é classificado como um veículo progressista, liberal ou de tendência liberal.
Ao assumir o cargo de editora-chefe em dezembro de 2016, Lydia Polgreen disse que era marcante a "onda de intolerância e fanatismo que parece estar varrendo o mundo" após a eleição de Donald Trump para a Presidência dos Estados Unidos, e que The Huffington Post tinha "um papel absolutamente indispensável a desempenhar nesta era da história humana".
O HuffPost também foi comparado a uma versão de esquerda do Drudge Report.
Em 2012, Arianna Huffington afirmou que o site era "cada vez mais visto" como um jornal de internet que "não está posicionado ideologicamente na forma como cobrimos as notícias". Michael Steel, secretário de imprensa do presidente republicano da Câmara dos Representantes John Boehner, disse que assessores republicanos "interagem com sites liberais como The Huffington Post, nem que seja apenas porque eles geram muita cobertura na televisão a cabo". Jon Bekken, professor de jornalismo da Universidade Suffolk, citou o site como exemplo de um "jornal de defesa de causas".
Em 2011, James Taranto, editor do The Wall Street Journal, referiu-se de forma jocosa ao site como "Puffington Host", enquanto Rush Limbaugh o chamou de "Huffing and Puffington Post".
Antes da eleição presidencial de 2016 nos Estados Unidos, o HuffPost acrescentava regularmente uma nota editorial ao fim de matérias sobre o candidato Donald Trump. A nota dizia: "Donald Trump incita regularmente a violência política e é um mentiroso contumaz, xenófobo desenfreado, racista, misógino e adepto do birtherismo, que prometeu repetidamente proibir a entrada nos Estados Unidos de todos os muçulmanos, 1,6 bilhão de integrantes de uma religião inteira." Depois que Trump foi eleito em 8 de novembro de 2016, o HuffPost encerrou a prática para "mostrar respeito ao cargo da Presidência".
10. Huffington Post (HuffPo aggressively promotes worthless alternative medicine such as homeopathy, detoxification, and the thoroughly debunked vaccine-autism link)