| IronX | |
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| Razão social | IronX Mineração S.A. |
| Empreendimento conjunto | |
| Atividade | |
| Fundação | janeiro de 2008 |
| Fundador(es) | Eike Batista |
| Encerramento | agosto de 2008 |
| Sede | Rio de Janeiro, RJ, Brasil |
| Área(s) servida(s) | |
| Locais | Minas Gerais e Amapá |
| Proprietário(s) |
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| Produtos | |
| Antecessora(s) | MMX Mineração |
| Sucessora(s) | Anglo Ferrous Brazil |
IronX foi uma empresa encurtada brasileira, que se tratava de uma joint venture entre a Anglo American e a MMX Mineração, uma das empresas componentes do grupo EBX, de propriedade do empresário Eike Batista. A empresa atuava nos ramos de mineração e de transportes, na produção de minério de ferro e nos serviços de transportes ferroviário e portuário.
Em abril de 2007, a sul-africana Anglo American adquiriu, 49% do capital do sistema Minas-Rio por US$ 1,15 bilhão. O sistema Amapá entrou em operação em dezembro.
Em janeiro de 2008, a Anglo American comprou, por US$ 5,5 bilhões, 70% do sistema Amapá, os outros 51% restantes do sistema Minas-Rio (formando a IronX) e 49% da empresa de logística, a LLX (desmembramento do setor logístico da MMX).
Em agosto do mesmo ano, a Anglo American adquiriu a participação da MMX nos sistemas Minas-Rio e Amapá. A aquisição ocorreu quando a Polícia Federal deflagrou a operação Toque de Midas, que aponta supostas irregularidades da MMX no processo de licitação de uma ferrovia no Amapá.
A empresa possuía seus ativos em Minas Gerais e no Amapá: o Mineroduto Minas–Rio e a Estrada de Ferro Amapá.