| Ismail Kadaré | |
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Ismail Kadaré | |
| Nascimento | 28 de janeiro de 1936 Gjirokastër, Albânia |
| Morte | 1 de julho de 2024 (88 anos) Tirana, Albânia |
| Cidadania | Albânia, França, Kosovo |
| Etnia | Albaneses |
| Cônjuge | Helena Kadare |
| Filho(a)(s) | Besiana Kadare |
| Alma mater |
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| Ocupação | poeta, romancista, tradutor, escritor |
| Distinções | Prémio Mundial Cino Del Duca (1992) Prémio Internacional Man Booker (2005) |
| Cargo(s) | Membro do Parlamento da Albânia (1970–1982) |
| Género literário | Romance, conto |
| Obras destacadas | Os tambores da chuva |
| Religião | ateísmo |
| Causa da morte | enfarte agudo do miocárdio |
Ismail Kadaré (Gjirokastër, 28 de janeiro de 1936 – Tirana, 1 de julho de 2024) foi um escritor albanês. Filho de um funcionário público, presenciou a devastação da Albânia pelas tropas que se digladiaram durante a Segunda Guerra Mundial, experiência que deixou as suas marcas tanto na sua vida como na sua obra.
Kadaré foi considerado um dos maiores escritores e intelectuais europeus do século XX e, além disso, como uma voz universal contra o totalitarismo.
Estudou história e filologia na Universidade de Tirana e no Instituto Gorky de Literatura em Moscou. Depois de sofrer ameaças do regime comunista albanês, exilou-se em França em outubro de 1990, tendo logo recebido a nacionalidade francesa. Só após a queda do regime comunista albanês passou a poder viajar entre França e Albânia.
Kadaré aproveitou qualquer oportunidade para atacar o regime em suas obras, por meio de alegorias políticas, entendidas por educados leitores albaneses.
Recebeu muitos prémios literários, e foi nomeado diversas vezes para o Prémio Nobel da Literatura, onde quase sempre aparece na lista de favoritos.
Recebeu o Prémio Internacional Man Booker em 2005.
Em 2009 foi galardoado com o Prêmio Príncipe de Astúrias das letras.
A maioria de seus livros foi traduzida para o português com base no original albanês por Bernardo Joffily.
Isamil Kadaré morreu em 1 de julho de 2024, aos 88 anos em Tirana, capital da Albânia, vitimado por uma parada cardíaca.
As datas referem-se à primeira edição portuguesa e não correspondem à data ou ordem de escrita: