Isovalina | |||||||||||
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| Nomes | |||||||||||
| Nome IUPAC | 2-Amino-2-methylbutanoic acid | ||||||||||
| Outros nomes | 2-Amino-2-methylbutyric acid; 2-Ethylalanine; α-Ethylalanine | ||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||
Isovalina é um aminoácido de ocorrência natural rara, inicialmente encontrado no Murchison, meteorito que caiu em Murchison em 1969. Até 2009, a substância só havia sido encontrada em duas amostras.
A variedade L-isovalina é considerada de extrema importância biologicamente, pois é responsável pelo surgimento das primeiras proteínas necessárias a vida. Conforme estudos científicos, também pode ter propriedades analgésicas. É um alfa-aminoácido não-proteinogênico.
Conforme estudos da NASA, conduzido pelo astrônomo Daniel Glavin, atraves de panspermia, meteoritos teriam trazido o aminoácido essencial à Terra. Seus estudos comprovam que há uma variedade muito maior do que fora pesquisado de asteroides que contêm o aminoácido L-isovalina. Glavin correlacionou a presença da L-isovalina à da água nos meteoritos, o que a torna a ocorrência muito mais comum. reforçando a tese de que os aminoácidos essenciais que deram início às formas de vida primitiva teriam vindo do espaço.