| Laurel Halo | |
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Laurel Halo | |
| Informações gerais | |
| Nascimento | 3 de junho de 1985 (41 anos) Michigan, Estados Unidos |
| Gêneros | Música eletrónica, música experimental, música ambiente, techno |
| Ocupação | Compositora, produtora, música, DJ |
| Instrumentos | Piano, guitarra, violino, sintetizador |
| Período em atividade | 2010–presente |
| Gravadoras | Hyperdub, Honest Jon's, Latency, The Vinyl Factory [en], Awe |
| Afiliação | Moritz von Oswald Trio [en] |
| Página oficial | laurelhalo |
Laurel Halo (Michigan, 3 de junho de 1985 (41 anos)) é uma compositora, produtora, música e DJ norte-americana de música eletrónica e música experimental. O seu trabalho inspira-se no techno de Detroit, na música concreta, na música para cinema e no jazz. O álbum de estreia, Quarantine (2012), editado pela Hyperdub, foi considerado o álbum do ano pela revista The Wire. Em 2021 fundou a editora Awe e leciona no CalArts.
Laurel Halo cresceu em Ann Arbor, onde aprendeu piano, guitarra e violino. Começou a compor aos 19 anos, inspirada pelas festas de música de dança de Detroit, por conjuntos de free jazz e pela teoria musical clássica; foi também DJ na WCBN, a rádio da Universidade de Michigan. Depois de se mudar para Nova Iorque, lançou pela editora Hippos in Tanks os EP King Felix (2010) e Hour Logic (2011).
O primeiro álbum, Quarantine, saiu em 2012 pela Hyperdub, a editora de Kode9, quando Halo vivia em Brooklyn. No disco, a voz da artista surge sem correção, tendo Halo optado por não usar Auto-Tune; a capa reproduz a obra Harakiri Schoolgirls, de Makoto Aida [en]. Seguiram-se o EP Behind the Green Door, também pela Hyperdub, e o segundo álbum, Chance of Rain (Hyperdub, 2013), composto por versões desenvolvidas de improvisações ao vivo com equipamento eletrónico, gravadas no seu estúdio em Brooklyn; a capa é um desenho dos anos 1970 do seu pai, artista visual.
Em 2013 mudou-se para Berlim. Em 2015 editou o EP In Situ pela Honest Jon's. O terceiro álbum, Dust (Hyperdub, 2017), começou a ser gravado em janeiro de 2015 no EMPAC, em Troy, e conta com participações de Eli Keszler, Lafawndah [en], Julia Holter [en] e outros. Compôs a banda sonora do filme Possessed (2018), do estúdio de design neerlandês Metahaven, editada em disco pela The Vinyl Factory em 2020. O mini-álbum Raw Silk Uncut Wood (Latency, 2018), com Oliver Coates e o percussionista Eli Keszler, partiu desse trabalho e da tradução do Tao Te Ching por Ursula K. Le Guin. Em 2019 assinou uma mistura da série DJ-Kicks [en], pela !K7.
Em janeiro de 2021 anunciou a criação da editora Awe, destinada ao seu trabalho a solo e em colaboração, juntamente com um programa mensal na NTS Radio. No mesmo ano participou, nas teclas e como co-compositora, no álbum Dissent do Moritz von Oswald Trio [en]. No início da década de 2020 fixou-se em Los Angeles e passou a lecionar composição e práticas sonoras experimentais no CalArts. Atlas (2023), o primeiro lançamento da Awe, combina sintetizadores, piano, cordas e saxofone, com a participação do saxofonista Bendik Giske [en], da violoncelista Lucy Railton [en], do violinista James Underwood e, na voz, de Coby Sey [en]. Em 2024 editou, com Jessica Ekomane [en], o disco partilhado Manifolds/Octavia, pela Portraits GRM.