Licorina | |||||||||||||||
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| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | 1,2,4,5,12b,12c-Hexahydro-7H-[1,3]dioxolo[4,5-j]pyrrolo[3,2,1-de]phenanthridine-1,2-diol | ||||||||||||||
| Outros nomes | Galanthidine, Amarylline, Narcissine, Licorine, Belamarine | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
Licorina é um alcaloide cristalino tóxico encontrado em várias espécies de plantas, tais como Clivia miniata, Amaryllis belladonna e diversas espécies dos géneros Lycoris e Narcissus. O composto é altamento venenoso, por vezes letal se consumido em grande quantidade. Os sintomas de intoxicação por licorina são vómitos, diarreia e convulsões. Apesar dos riscos inerentes, o composto é por vezes utilizada medicinalmente, razão pela qual a popular Clivia miniata é colhida.
Inibe a síntese de proteínas, e poderá inibir a biossíntese de ácido ascórbico, apesar dos estudos existentes acerca deste último efeito serem controversos e inconclusivos.
Na atualidade, este alcaloide tem despertado o interesse no estudo de algumas leveduras, o principal grupo de organismos sobre os quais tem sido ensaiado.
Observou-se que a licorina possui também propriedades anti-inflamatórias e antitumoral, e mostra ter atividade contra a malária.
A licorina também pode ser encontrada nos bolbos de narciso, os quais são frequentemente confundidos com cebolas.