O desenvolvimento começou logo após a eleição presidencial de 2024 e recebeu propostas da Amazon, Disney, Netflix e Paramount Pictures. A proposta da Amazon, de US$ 40 milhões, é o maior valor já pago por um documentário e incluía um lançamento nos cinemas e uma série documental subsequente. Trump manteve o controle editorial do filme e esteve fortemente envolvido na produção. Este foi o primeiro filme de Brett Ratner desde que diversas mulheres o acusaram de má conduta sexual. Para alguns analistas, as empresas buscaram investir no filme como uma forma de agradar o Governo Trump, o que fez alguns comentaristas a afirmar que o orçamento desproporcional do documentário poderia se igualar a um "suborno".
Apesar de ter sido um fracasso de crítica, o documentário arrecadou mais do que o esperado em bilheteria no seu primeiro final de semana (sendo sete milhões de dólares, a melhor estreia para o gênero em quatorze anos). Seu público era majoritariamente branco, quase que exclusivamente republicano e em grande maioria feminino. Mesmo assim, ele não se sustentou nas semanas seguintes. Arrecadando apenas dezesseis milhões de dólares em bilheterias (contra um orçamento de quarenta milhões), foi considerado um fracasso de bilheteria.