Peru Livre Perú Libre | |
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| Líder | Pedro Castillo |
| Secretário | Vladimir Cerrón |
| Porta-voz | Waldemar Cerrón |
| Fundação | 11 de janeiro de 2016 (10 anos) |
| Sede | Breña, Lima, Peru |
| Ideologia | Socialismo do século XXI Marxismo-Leninismo Mariáteguismo Antifujimorismo Anti-imperialismo Integração latino-americana Federalismo Conservadorismo social |
| Espectro político | Esquerda a Extrema-esquerda |
| Afiliação internacional | Foro de São Paulo |
| Congresso do Peru | 11 / 130
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| Cores | Vermelho |
| Bandeira do partido | |
| Página oficial | |
| perulibre.pe | |
Peru Livre (em castelhano: Perú Libre, PL), em extenso Partido Político Nacional Peru Livre, é um partido político peruano de esquerda.
O partido foi fundado em 2007 com o nome de Movimento Político Regional Peru Livre, foi oficialmente constituído como organização nacional em fevereiro de 2012 com o nome de Peru Libertário. A fusão do Movimento Político Regional Peru Livre e do Partido Político Nacional Peru Libertário deu origem ao Partido Político Nacional Peru Livre, fato este o único registrado na história política do país. Em janeiro de 2019, o nome do partido foi finalmente alterado para a denominação atual de Peru Livre.
O candidato à presidência do partido Pedro Castillo, em um primeiro turno bastante disputado, foi o mais votado na eleição presidencial peruana de 2021, após um aumento surpreendente de apoio a um mês da votação, passando ao segundo turno contra a candidata de direita Keiko Fujimori. O segundo turno foi caracterizado por uma disputa voto a voto, com a coligação Peru Livre passando à frente da direita graças aos votos das regiões rurais e serranas do país. Quando a votação abrangia 99,998% das seções eleitorais a diferença em favor de Castillo era de pouco mais de 71 mil votos, com sua opositora alegando fraude, o que não foi reconhecido pelos observadores internacionais.
O partido descreve-se como uma "organização socialista de esquerda" que defende o anti-imperialismo, a democracia, a descentralização, o federalismo, o humanismo, o internacionalismo, a integração latino-americana e a soberania. A legenda afirma basear-se nas obras de Karl Marx, Friedrich Engels, Vladimir Lenin e José Carlos Mariátegui. A posição política do Peru Livre tem sido descrita por observadores de diversas formas — variando da esquerda à extrema-esquerda —, enquanto sua ideologia é caracterizada como marxista, marxista-leninista, populista de esquerda e socialista.
Tanto Pedro Castillo quanto Vladimir Cerrón — e o partido como um todo — adotaram posturas conservadoras em questões sociais, assim como seus oponentes de direita; posicionaram-se, por exemplo, contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, embora defendam a descriminalização do aborto. Após seu sucesso no primeiro turno das eleições presidenciais de 2021, Castillo declarou opor-se ao chavismo e a Nicolás Maduro, distanciou-se da ala de extrema-esquerda do partido, afirmou que não nacionalizaria a indústria e garantiu que respeitaria o Estado de Direito para acalmar o alarmismo do mercado, acrescentando que assumiria a liderança do partido no lugar de Cerrón.
Casting himself as a man of the people, Mr Castillo was rarely seen without the traditional white, broad-rimmed hat of his Cajamarca region, and a huge inflatable pencil, the symbol of his Marxist Free Peru party which also represents his background in education.
During the Peruvian electoral process, when Pedro Castillo was in the middle of his campaign in the second round, there was some tension between the two leftist parties: Juntos por el Perú, led by Veronika Mendoza, and Pedro Castillo’s Perú Libre. It was a difference over gender, sexual and reproductive health issues. The two political forces had just signed an agreement, but a gap opened up between what Peru Libre congresswoman-elect Betsy Chavez called a “popular” left and a “progressive” left.