Este artigo não cita fontes confiáveis. (agosto de 2020) |
Purpurina | |||||||||
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| Nomes | |||||||||
| Nome IUPAC | 1,2,4-trihydroxyanthracène-9,10-dione | ||||||||
| Outros nomes | Purpurine, Veratin Smoke Brown G C.I. 1037 C.I. 58205 C.I. 75410 C.I. Natural Red 16 C.I. Natural Red 8 | ||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||
Purpurina é um corante natural, mas é também a designação genérica de vários pós corantes, podendo portanto referir-se especificamente a dois tipos principais e de origens distintas:
A purpurina natural, extraida da raiz da planta do género Rubia (Rubia tinctorum L) é também chamada de veratin, Smoke Brown G, C.I. 1037, C.I. 58205, C.I. 75410, C.I. Natural Red 16, C.I. Natural Red 8.
As raizes da Rubia são utilizadas em tinturaria de vestuário desde cerca de 1500. A purpurina natural foi isolada pelos dois quimicos franceses, Pierre Jean Robiquet e Jean-Jacques Colin, em 1826. Posteriormente a purpurina natural foi identificada como um antraceno por Carl Graebe e Carl Liebermann, em 1868.