Riyad Mansour | |
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| رياض منصور | |
| Mansour na Conferência de Bogotá, em julho de 2025 | |
| 3º Embaixador da Palestina nas Nações Unidas | |
| Período | 17 de setembro de 2005 – presente |
| Vice‑presidente | Mahmoud Abbas |
| Antecessor | Nasser al-Qudwa [en] |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 21 de maio de 1947 (79 anos) Ramallah, Palestina Mandatária |
| Nacionalidade | Palestino |
Riyad H. Mansour (em árabe: رياض منصور; Ramala, 21 de maio de 1947) é um diplomata palestino e, desde 2005, é o Observador Permanente da Palestina nas Organização das Nações Unidas (ONU). Antes de sua nomeação como Observador Permanente, Mansour atuou como Vice-Observador Permanente da Palestina nas Nações Unidas entre os anos de 1983 e 1994. No ano de 2005, o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, nomeou-o para suceder Nasser al-Qudwa [en] como Observador Permanente da Palestina na ONU. Sob a liderança de Mansour, a Missão de Observação Permanente da Palestina nas Nações Unidas passou de uma “entidade” para um “Estado Observador não Membro” em 29 de novembro de 2012.
O pai de Mansour mudou-se para os Estados Unidos na década de 1950 como refugiado e tornou-se metalúrgico em Ohio. Mais tarde, mandou buscar seus sete filhos da Cisjordânia, incluindo Riyad, nascido em 21 de maio de 1947. A família de refugiados vivia em Ramala, na Cisjordânia ocupada. Ele é bacharel em filosofia e mestre em aconselhamento educacional pela Universidade Estadual de Youngstown [en], além de doutor em orientação educacional pela Universidade de Akron [en]. No ano de 2002, Mansour trabalhou como professor adjunto no Departamento de Ciência Política da Universidade da Flórida Central.
Mansour afirmou que os acontecimentos da guerra de Gaza constituíram “o genocídio mais documentado da história”. Em setembro de 2024, ele recebeu um novo assento na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) após uma votação. Em 28 de maio de 2025, ao relatar o número de crianças mortas em Gaza, Mansour se emocionou, bateu na mesa do Conselho de Segurança das Nações Unidas e disse: “isso é insuportável, como alguém pode fazer isso?”, antes de olhar novamente para a lista e, por fim, recuperar a compostura.