Rodamina B | |||||||||||||||
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| Nomes | |||||||||||||||
| Nome IUPAC | [9-(2-carboxyphenyl)-6-diethylamino-3-xanthenylidene]-diethylammonium chloride | ||||||||||||||
| Outros nomes | Rhodamine 610, C.I. Pigment Violet 1, Basic Violet 10, C.I. 45170 | ||||||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||||||
| Dados termodinâmicos | Phase behaviour Solid, liquid, gas | ||||||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||||||
Rodamina B denominação genérica para a família de compostos orgânicos chamados fluoronas. É um composto químico orgânico e um corante. É usado frequentemente como um corante traçante em água para determinar a taxa e direção de fluxos e transportes. Corantes rodamina apresentam fluorescência e pode assim ser detectados facilmente e a baixo custo com instrumentos chamados fluorômetros Corantes rodamina são utilizados extensivamente em aplicações de biotecnologia, tais como microscópio de fluorescência, citometria de fluxo, espectroscopia de correlação de fluorescência e ELISA.
Rodamina B é usada em biologia como um corante fluorescente em técnicas de coloração, algumas vezes em combinação com auramina O, como o corante auramina-rodamina para demonstrar ácido-álcool resistência de organismos, notadamente Mycobacterium.
Rodamina B é excitável em torno 610 nm quando usada como um corante laser. Sua luminescência de rendimento quântico é 0,65 em etanol básico, 0,49 em etanol, 1,0 , e 0,68 em etanol a 94%. O rendimento de fluorescência é dependente da temperatura.

A solubilidade da rodamina B em água é ~15 g/L. Entretanto, a solubilidade em solução de ácido acético (30 vol.%) é ~400 g/L.
É muito solúvel em etanol (70 mg/ml), levemente solúvel em acetona levemente solúvel em soluções de ácido clorídrico e de hidróxido de sódio. Solúvel em metilcelosolve. É solúvel em benzeno. Não é solúvel em tolueno nem em cicloexano.
A forma básica (C28H30N2O3, número CAS 509-34-2) é solúvel em metanol, clorofórmio e DMF e é insolúvel em água.
Água de torneira clorada decompõe soluções de rodamina B. Rodamina B é absorvida por plásticos, como o polietileno, e deve ser mantida em embalagens de vidro.
Em solução, apresenta-se em equilíbrio em diversas formas, mas principalmente a forma lactona e o cloridrato.
Rodamina B é obtido pela reação de dois moles de 3-dietilaminofenol com um mol de anidrido ftálico com a adição de ácido sulfúrico e ácido clorídrico sob aquecimento.
Rodamina B tem sido testada para uso como um biomarcador em vacina oral contra a raiva para vida selvagem, tal como para guaxinins, para identificar animais que tenham ingerido a vacina por meio de uma isca. Rodamina é incorporada em vibrissas de dentes de animais.
É também frequentemente misturada com herbicidas para mostrar onde eles tenham sido aplicados.
Rodamina B (BV10) é misturada com magenta quinacridona (PR122) para produzir a aquarela rosa brilhante conhecida como Rosa Ópera.
São atribuídos a esse corante os seguintes riscos:
Na Califórnia, rodamina B é suspeita de ser carcinogênica e portanto produtos que a contenham devem conter um aviso na sua embalagem.
Em Nova Jersey, arquivos MSDS estabelecem que evidências limitadas de carcinogenicidade em animais de laboratório, e nenhuma evidência em humanos.
São relatadas ações mutagênicas do corante rodamina B e 6G em Salmonella e em céculas ovarianas de Hamster.