Rubem Novaes | |
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| Presidente do Banco do Brasil | |
| Período | 7 de janeiro de 2019 até 1 de abril de 2021 |
| Ministro da Economia | Paulo Guedes |
| Antecessor(a) | Marcelo Augusto Dutra Labuto |
| Sucessor(a) | André Brandão |
| Presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) | |
| Período | Não informado |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Rubem de Freitas Novaes |
| Nascimento | 22 de agosto de 1945 (81 anos) Rio de Janeiro, RJ |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Alma mater | UFRJ Universidade de Chicago |
Rubem de Freitas Novaes (Rio de Janeiro, 22 de agosto de 1945) é um economista, escritor e professor universitário brasileiro, filiado ao Partido Novo (NOVO). Foi presidente demissionário do Banco do Brasil, tendo sido nomeado pelo presidente Jair Bolsonaro após indicação do ministro Paulo Guedes.
Novaes graduou-se em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), posteriormente concluindo mestrado e doutorado na Universidade de Chicago. Sua tese de doutorado tratou de investimentos estrangeiros no Brasil.
Novaes foi professor na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e presidente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).
Considerado um liberal é favorável a privatizações e a menor participação do Estado na economia.
Em novembro de 2018, Novaes foi indicado por Paulo Guedes, ministro da Economia designado pelo presidente Jair Bolsonaro e por Pedro Guimarães presidente da Caixa Econômica Federal, para o cargo de presidente do Banco do Brasil. Seu nome também havia sido cotado para a presidência do BNDES. Em 7 de janeiro de 2019, foi empossado como presidente do banco. Novaes foi defensor ferrenho da privatização do BB e manifestou-se favoravelmente a venda do banco público, uma posição em sintonia com Guedes, mas que enfrentava resistência de Bolsonaro.
De maneira repentina, em julho de 2020, pediu demissão do cargo, a ser efetivada em agosto. Em entrevista para Merval Pereira no jornal O Globo, Novas alegou que um dos motivos de sua saída foi que "em Brasília, tem muita gente com o rabo preso". Complementou a informação dizendo que "tudo começou a ficar ruim com a reeleição de Fernando Henrique Cardoso e que piorou muito nos anos do PT com mensalões e petrolões." A CNN Brasil informou que a demissão de Novaes se deu após pedido de explicações do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes no Inquérito das Fake News, resultado de uma denúncia a ele pelo Tribunal de Contas da União.
| Precedido por Marcelo Augusto Dutra Labuto |
Presidente do Banco do Brasil 2019–2020 |
Sucedido por André Brandão |