| Smart Sampa | |
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Viatura da Guarda Civil Metropolitana (GCM), em frente ao prisômetro do SmartSampa, na data de seu lançamento | |
| Tipo | programa público municipal de monitoramento e segurança urbana |
| Fundação | 21 de novembro de 2024 (1 ano) |
| Sede | Rua Quinze de Novembro, 268 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 01013-000 |
| Filiação | Secretaria Municipal de Segurança Urbana de São Paulo (SMSU) |
| Fundador(a) | Ricardo Nunes |
| Área de influência | São Paulo |
| Website | prefeitura |
Smart Sampa é o programa público municipal de monitoramento e segurança urbana de São Paulo. Vinculado à Secretaria Municipal de Segurança Urbana (SMSU), sua premissa é a utilização de câmeras de videomonitoramento inteligentes capazes de obter o reconhecimento facial para identificar casos de violência urbana e foragidos da polícia, além de ajudar a encontrar pessoas desaparecidas.
O Smart Sampa foi desenvolvido por meio de ferramentas que prometem efetividade nas diligências da cidade de São Paulo, possui algoritmos que geram alertas na central capazes de identificar atos de intrusão, crimes urbanos como vandalismo e práticas de furtos. Além disso, o sistema é capaz de gerar alertas que permitem a identificação de placas de veículos furtados ou roubados.
Além disso, o programa também conta com um sistema de reconhecimento facial, utilizado nos equipamentos de videomonitoramento que permitem a localização de pessoas desaparecidas e foragidos da justiça.
Em 23 de junho de 2026, a Prefeitura de São Paulo lançou o aplicativo Smart Sampa Cidadão e anunciou a contratação de um helicóptero para reforçar o monitoramento da cidade.
O monitoramento do Smart Sampa cobre toda a cidade de São Paulo, com câmeras espalhadas em todas as regiões sendo;
| Região | Câmeras | Ref. |
|---|---|---|
| Centro | +12.000 | |
| Zona Norte | +5.000 | |
| Zona Sul | +10.000 | |
| Zona Leste | +9.000 | |
| Zona Oeste | +14.000 |
Em 4 de abril de 2025 houve o início da implantação do vídeomonitoramento conectado ao Smart Sampa nos ônibus coletivos da sptrans, cinco coletivos de diferentes localidades integraram o projeto piloto. As câmeras foram instaladas na parte alta dos circulares, para facilitar o reconhecimento facial das pessoas que embarcarem nos veículos. O poder público municipal anunciou a previsão de instalação do equipamento nos 12 mil ônibus que circulam pela metrópole em até três anos.
No ano seguinte ao início da implantação do programa nos ônibus, em abril de 2026, o Smart Sampa chega a terminais de ônibus, por meio de uma pareceria do município com a concessionária RZK Concessões, que administra os terminais Tatuapé Norte, Tatuapé Sul, Artur Alvim, Armênia, Carrão Norte, Carrão Sul, Santana e Penha, conectados a estações do metrô.
A Superintendência Regional da Polícia Federal de São Paulo e a Prefeitura de São Paulo, por meio da SMSU assinaram um acordo de cooperação técnica em outubro de 2025 para a corporação federal passar a contar com o apoio do monitoramento municipal de segurança, ajudando em investigações em âmbito federal e busca de criminosos internacionais.
Em 20 de outubro de 2026, o portal UOL revelou que uma exposição de informações sigilosas do sistema de monitoramento na internet permitiu o acesso indevido a imagens de mais de 58 mil câmeras conectadas à plataforma, incluindo equipamentos instalados em ruas, escolas, creches e hospitais da capital paulista. Após denúncia, um agente de segurança, que foi responsável pelo vazamento, foi afastado do cargo. A Prefeitura de São Paulo confirmou o vazamento, mas negou que tenha ocorrido uma falha de segurança no Smart Sampa. No mesmo dia, o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, defendeu que o sistema de câmeras de vigilância Smart Sampa é "absolutamente seguro", após reportagem publicada pelo UOL revelar vazamento de dados do programa.