Stock Car Pro Series | |
|---|---|
| Categoria | Corrida de Carros de Turismo Stock Car |
| Organização | Vicar |
| País ou região | Brasil |
| Temporada inaugural | 1979 |
| Equipes | 15 |
| Construtores | Chevrolet Toyota Mitsubishi |
| Fornecedor(es) dos motores | Audacetech 4 cilindros em linha turboalimentado 2.1 litros/ V8 (2026) |
| Fornecedor(es) dos pneus | Hankook |
| Último piloto campeão | Felipe Fraga |
| Última equipe campeã | Eurofarma RC Competições |
| Website oficial | velocigroup |
| Temporada atual | |
| Temporada da Stock Car Pro Series de 2026 | |
A Stock Car Pro Series, anteriormente conhecida como Stock Car Brasil, é uma modalidade de automobilismo criada em 1979, no Brasil.
Iniciou como monomarca, tendo o apoio da Chevrolet. Com o passar dos anos, outros fabricantes passaram pela categoria, como Mitsubishi, Volkswagen e Peugeot. Em 2017, a Chevrolet continuou como patrocinadora. Com trinta carros no grid, o campeonato é disputado em doze rodadas, sendo dez duplas, além da Corrida do Milhão e a grande final, que tem a pontuação dobrada. Atualmente conta com a Stock Light como categoria de base, em substituição ao Campeonato Brasileiro de Turismo.
Foi criada em 1977 para ser uma alternativa à extinta Divisão 1 (D1), que corria com as marcas Chevrolet (Opala) e Ford (Maverick). Isso ocorreu pelo desinteresse do público e dos patrocinadores por se tornar uma categoria monomarca, dada a superioridade dos modelos Chevrolet. Para que isso não ocorresse, a General Motors criou uma nova categoria, que unia desempenho e sofisticação. O nome emulou a famosa categoria americana, a NASCAR, desviava a atenção da marca única.
A primeira prova ocorreu em 22 de abril de 1979, no Autódromo de Tarumã, no Rio Grande do Sul. O regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances das competições internacionais. A primeira edição contou com a presença de dezenove carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100cm3. A pole position da estreia foi do carioca José Carlos Palhares, o "Capeta", com o tempo de 1m23s. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.

Na época, o piloto retornava ao automobilismo brasileiro depois de uma passagem pela Fórmula 1, onde defendeu a equipe Copersucar-Fittipaldi. Ingo Hoffmann, doze vezes campeão da Stock, passou a dominar a categoria no final da década de oitenta, quando conquistou os títulos de 1989 a 1995.
Nestas temporadas aconteceu um grande número de ultrapassagens e duelos. Desde então ocorreram centenas de provas em autódromos do Brasil. Em 1982 duas provas foram realizadas no Autódromo do Estoril, em Portugal.
Em 1987 ocorreu a primeira grande mudança da Stock Car, com apoio da GM na organização, foi adotado uma carenagem criada e montada pela fabricante de carrocerias de ônibus Caio, que era inserida em cima do chassi do Opala. O carro ganhava na aerodinâmica e no desempenho, ficando muito parecido com um protótipo, mas sem a marca da GM. Os equipamentos de segurança ficaram mais sofisticados.

A GM voltu a investir pesado na categoria em 1990, passando a organizar e construir em sua fábrica um protótipo monobloco. Sem grande apelo do público e perdendo espaço para categorias mais baratas bancadas por outras montadoras, a categoria passou por nova transformação em 1994, quando foi adotado como veículo o Omega de rua, adaptado para competição.
Numa estratégia de marketing e para diminuição de custos, as corridas passaram a ser realizadas em rodadas duplas com a Fórmula Chevrolet, num evento chamado Chevrolet Challenger, cujos ingressos eram gratuitos e distribuídos nas concessionárias de veículos da marca.

A partir de 2000 estreou a nova carroceria do Vectra, produzida em plastico reforçado com fibra de vidro montado com o novo chassi tubular, mas ainda com o motor 4.1. A partir de 2001 entrou o motor V8, a General Motors deixou de organizar a competição em definitivo, passando a ser realizada pela empresa Vicar, de propriedade do ex-piloto Carlos Col, que também gerencia a Fórmula 3. Para modernizar a competição e melhorar a segurança dos pilotos, a Stock Car passou a utilizar um chassi tubular. O projeto é do engenheiro argentino Edgardo Fernandez, que faz algo parecido para a categoria argentina Top Race V6, inspirado tanto na norte-americana Nascar, quanto no DTM alemão. O chassi, fabricado na JL, empresa do ex-piloto Zeca Giaffone, pode receber a carenagem de qualquer carro sedan.
Desde 2003 deixou de ser usado o motor de 6 cilindros Chevrolet, sendo trocado pelo motor V8 Chevrolet 350 importado dos Estados Unidos pela JL, similar ao utilizado na Busch Series, segunda categoria da Nascar, iguais e limitados a 450 HP. Assim, a montadora GM passou a ser patrocinadora da categoria, fornecendo a carenagem do sedan, abrindo espaço para que outras montadoras pudessem ingressar com investimentos baixos. Em 2004 a competição passou a utilizar a carroceria do Astra

A temporada de 2005 também entrou para a história da Stock Car. Além de a categoria ter se tornado multimarca - pela primeira vez os Mitsubishi Lancer correram ao lado dos Chevrolet Astra. No dia 30 de outubro, quarenta carros da Stock Car V8 realizaram uma inédita corrida fora do Brasil, valendo pontos para o campeonato, ao lado da TC 2000, a principal categoria da Argentina e que no mês de julho tinha corrido em Curitiba. O Autódromo Oscar Gálvez recebeu um público de 70 mil pessoas. Giuliano Losacco foi o vencedor da prova, com Mateus Greipel em segundo e Luciano Burti em terceiro lugar.
O ano de 2006 manteve a corrida na Argentina e recebeu a terceira marca, com o Volkswagen Bora passando a ser a carenagem de dez carros da principal categoria do automobilismo da América Latina. As equipes foram liberadas para a utilização do uso da telemetria, que permite um maior controle das equipes sobre o comportamento do carro.

A temporada de 2007 teve a maior quantidade de montadoras competindo, após a Peugeot, que utilizou a carenagem do 307 Sedan inicialmente em oito carros e, posteriormente, em dez. O objetivo é que a categoria tenha 10 carros de cada uma das quatro marcas. A temporada teve a Chevrolet, Mitsubishi, Peugeot e Volkswagen competindo.
Em 2008, a Volkswagen anunciou sua saída da categoria e o número de carros no grid de largada caiu de 38 para 34. A temporada também marcou a substituição dos pneus Pirelli pela Goodyear. Já em 2009, foi a Mitsubishi quem deixou a categoria e os carros tiveram mudança a modo de ficarem semelhantes aos DTM alemães e o número de carros caiu outra vez: de 34 para 32. Assim, ficando com apenas duas montadoras: Chevrolet (Vectra) e Peugeot (307).
Em 2009 houve a primeira corrida da história da Stock Car em um circuito de rua, em Salvador, também sendo a primeira cidade do Nordeste a promover a corrida. O local escolhido foi as ruas do Centro Administrativo da Bahia (CAB) que foi adaptada para receber a prova, vencida por Cacá Bueno. Desde então, entrou no calendário fixo da competição. A segunda cidade a receber um circuito de rua na Stock Car foi Ribeirão Preto, no interior de São Paulo.

A partir do ano de 2010 o combustível utilizado nos carros voltou a ser o etanol (em substituição à gasolina), os carros também passam a usar injeção eletrônica, a categoria ganhou mais um circuito de rua e as corridas passaram a ser transmitidas para o exterior. A categoria voltou a contar com 34 carros.
Em 10 de março de 2010 foi anunciada a fusão das categorias Stock Car Light (Copa Vicar) e Pick-Up Racing, criando a Copa Chevrolet Montana, nova divisão de acesso à categoria principal. Também foi criada a categoria Mini Challenge, em substituição a Stock Jr.
Em 2010 a montadora Peugeot substituiu a carroceria do 307 sedan pelo novo modelo do 408. Para a Temporada 2012 a Chevrolet substitui o Vectra pelo Sonic. 2012 foi também o último ano com os carros utilizando pneus Goodyear, com a Pirelli voltando ao campeonato a partir de 2013. Em 2013 foram trinta e quatro carros no grid, com onze equipes correndo de Chevrolet e nove utilizando Peugeot. A temporada 2014 marcou o retorno do autódromo de Goiânia à competição, com duas provas, sendo uma delas a Corrida do Milhão. Em 2016 a carroceria do Sonic foi substituída pela nova geração do Chevrolet Cruze.
Em 2020 a Stock Car voltou a ter uma segunda montadora, com a Toyota tendo como seu represente o sedan Corolla. A temporada também marcou a volta do chassi monobloco, substituindo o chassi tubular JLG09, desenvolvido pela JL Racing, introduzido em 2000.
Em 2024 a Stock Car anunciou que terá uma terceira montadora em 2025, a Mitsubishi, tendo como seu represente o Eclipse Cross. Em 2025 a Stock Car anunciou o retorno dos motores V8 aspirados, após uma temporada dos novos carros Stock New Generation com motores 4 cilindros em linha turbo, os motores tiveram problemas, com fortes criticas de pilotos e algumas sessões de pistas adiadas por problemas de confiabilidade.
United Partners é um fundo de investimentos brasileiro fundado em 2019 e controlado pelo empresário Lincoln Oliveira da Silva, sócio fundador da empresa Americanet S.A., uma das maiores empresas de telecomunicações do país.
Em agosto de 2020, o United Partners adquiriu a Vicar, empresa que detém os direitos da Stock Car, a maior categoria de automobilismo do Brasil. A Vicar também é responsável pela organização da Fórmula 4 FIA no Brasil, do TCR South America e do Turismo Nacional, o maior campeonato brasileiro de carros de pequeno porte.
Empresas do grupo United Partners:
Aquisições e investimentos:
Impacto do United Partners no automobilismo brasileiro:
Em 12 de Dezembro de 2022, a Vicar e a Pirelli anunciaram que não renovariam o seu contrato e que a partir de 2023 a Stock Car, Stock Series, e o Campeonato F4 Brasil serão fornecidos exclusivamente pela Hankook.
A Stock Car Pro Series é a principal categoria da Stock Car, presente desde a sua fundação em 1979. Os carros contam atualmente com motores de 500cv. Desde 2018 a categoria de acesso é a Stock Light.
A Stock Car Light foi criada em 1993, chamando-se Stock Car B, com o objetivo de facilitar o acesso aos estreantes na Stock Car. Teve 17 temporadas, até a última em 2009 quando foi substituída pela Copa Montana. Uma nova divisão de acesso da Stock Car com carros baseados em pickups. Teve três temporadas, de 2010 a 2012. Houve também a Mini Challenge, categoria disputada em 8 etapas, no sistema "arrive and drive". Teve três temporadas, de 2010 a 2012.
Em 2006, a Stock Car Pro Series adotou um sistema de competição baseado na NASCAR. Ao final das primeiras 8 corridas, os 10 primeiros pilotos classificavam-se para a Super Final, recebendo uma pontuação extra que era somada a pontuação do campeonato.
A partir da temporada de 2012, foi adotado um novo sistema de pontuação, premiando os 20 primeiros colocados, ao invés de 15 como era desde a temporada 2006. Em 2013, atendendo uma solicitação de pilotos e equipes, a organização passou a premiar o vencedor com 24 pontos, 20 para o segundo e 18 para o terceiro, decrescendo 1 ponto até ao 20.º, que receberá um ponto. E a última e decisiva etapa valerá o dobro da pontuação normal. O descarte de pontos também foi cancelado nesse novo formato de pontuação.
| Pontuação | Posição | ||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1º | 2º | 3º | 4º | 5º | 6º | 7º | 8º | 9º | 10º | 11º | 12º | 13º | 14º | 15º | 16º | 17º | 18º | 19º | 20º | ||
| 1ª corrida | 30 | 26 | 22 | 19 | 17 | 15 | 14 | 13 | 12 | 11 | 10 | 9 | 8 | 7 | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 1 | |
| 2ª corrida | 24 | 20 | 18 | 17 | 16 | 15 | 14 | 13 | 12 | 11 | 10 | 9 | 8 | 7 | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 1 | |
| Última etapa | 60 | 52 | 44 | 38 | 34 | 30 | 28 | 26 | 24 | 22 | 20 | 18 | 16 | 14 | 12 | 10 | 8 | 6 | 4 | 2 | |
Abaixo a ficha técnica do modelo Audace SNG01 de 2025.
| Componente | Característica |
|---|---|
| Suspensão | Independente nas quatro rodas. Triângulos sobrepostos (“duplo A”). Sistema pushrod. Amortecedores reguláveis de competição. |
| Amortecedores | Penske Racing (EUA) |
| Direção | Sistema pinhão/cremalheira, acionamento elétrico. |
| Rodas | Mangels, liga leve, medidas 11,5 x 18 polegadas (diâmetro x largura) |
| Pneus | Hankook medidas 300-680x18 Hankook |
| Freios | Discos ventilados, com pastilhas Fras-le e pinças de competição AP Racing. Seis pistões na dianteira e quatro na traseira. |
| Motor | Audacetech, quatro cilindros, 2,1 litros, turboalimentado, 16 válvulas e injeção eletrônica, 500 cv (7.600 rpm). Torque 580 Nm (de 4.000 a 6.800 rpm). RPM máximo: 7.600. |
| Câmbio | XTrac P1529, sequencial e semiautomático, seis marchas, é acionado pelo piloto, mas o mecanismo gerencia o engate. Trocas acionadas por borboletas no volante. Tração traseira. |
| Eletrônica | Fueltech |
| Painel | Fueltech FT700 Plus |
| Combustível | Gasolina Podium |
| Tanque de combustível | Instalado em cofre de fibra de carbono, é um contêiner de borracha deformável e resistente desenvolvido especialmente para competição, seguindo a classificação standard FT3 da FIA. Válvula de segurança anticapotagem e capacidade ajustável. |
| Chassis | Aço DP980R ArcelorMittal, da família de Aços Avançados de Alta Resistência, chancela IPT. Homologação CBA. |
| Carroceria | Chevrolet Tracker Stock Car. Material compósito (incluindo fibra de carbono, fibra de vidro, aramida e kevlar), simulações e testes. Fabricação Magna Compósitos (Brasil). |
| Peso | 1.100kg (2kg por cv) |
| Aerodinâmica | SUV ajustada para competição, DRS (asa móvel em fibra de carbono) |
| Conectividade | Qualcomm Snapdragon 5G, com sensorização de diversas funções do carro. |
| Visibilidade | Câmeras integradas ao chassi com visão dianteira e traseira, além de câmera 360 graus interna. As duas primeiras disponíveis no display do piloto. As três usadas em transmissão de prova e app. |
| Volante | Grid Engineering (Holanda), modelo Stock Car. |
| Segurança | estrutura tubular em aço DP980R ArcelorMittal, proteção antichama por paredes corta-fogo com chapas de alumínio e revestimento resistente ao calor, estruturas do tipo crash box na dianteira e traseira em alumínio para absorção de impacto. Estruturas laterais em carbono, kevlar e aramida para absorção de impacto e dissipação de energia. Banco do piloto projetado e fabricado nos EUA com certificação FIA. |
Abaixo os recordes de velocidade máxima obtidos com carros da Stock Car Brasil, fora dos circuitos de corrida.
| Ano | Piloto | Carro | Local | Velocidade | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1991 | Fábio Sotto Mayor | Chevrolet Opala | 303 km/h | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| 2010 | Cacá Bueno | JL G-09 (Vectra) | 345 km/h | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Fonte: Globoesporte.com.br | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Atualizado em 26/4/2026
| Pos. | Piloto | Vitórias | Poles | Títulos |
|---|---|---|---|---|
| 1 | 77 | 60 | 12 | |
| 2 | 41 | 25 | 4 | |
| 3 | 39 | 30 | ||
| 4 | 36 | 42 | 5 | |
| 5 | 34 | 19 | 3 | |
| 6 | 33 | 24 | 3 | |
| 7 | 25 | 19 | 3 | |
| 8 | 24 | 15 | 2 | |
| 9 | 22 | 14 | ||
| 10 | 21 | 14 | 2 | |
| 11 | 21 | 23 | 1 | |
| 12 | 20 | 10 | ||
| 13 | 15 | 7 | ||
| 14 | 14 | 10 | 1 | |
| 15 | 14 | 14 | 3 | |
| 16 | 14 | 12 | 1 | |
| 17 | 13 | 16 | 1 | |
| 18 | 13 | 9 | 1 | |
| 19 | 11 | 8 | ||
| 20 | 10 | 9 | 2 | |
| 21 | 9 | 14 | ||
| 22 | 9 | 2 | ||
| 23 | 8 | 6 | ||
| 24 | 8 | 8 | 2 | |
| 25 | 7 | 7 | ||
| 26 | 6 | 0 | ||
| 27 | 5 | 7 | ||
| 28 | 5 | 10 | 1 | |
| 29 | 5 | 4 | ||
| 30 | 5 | 3 | ||
| 31 | 5 | 3 | ||
| 32 | 5 | 1 | ||
| 33 | 4 | 3 | 1 | |
| 34 | 4 | 1 | ||
| 35 | 4 | 1 | ||
| 36 | 4 | 0 | ||
| 37 | 4 | 1 | ||
| 38 | 3 | 8 | ||
| 39 | 3 | 1 | ||
| 40 | 3 | 2 | 1 | |
| 41 | 3 | 1 | ||
| 42 | 3 | 1 | ||
| 43 | 3 | 1 | ||
| 44 | 3 | 0 | ||
| 45 | 3 | 0 | ||
| 46 | 3 | 3 | ||
| 47 | 3 | 4 | ||
| 48 | 3 | 0 | ||
| 49 | 3 | 2 | ||
| 50 | 2 | 6 | ||
| 51 | 2 | 11 | ||
| 52 | 2 | 4 | ||
| 53 | 2 | 3 | ||
| 54 | 2 | 3 | ||
| 55 | 2 | 1 | ||
| 56 | 2 | 2 | ||
| 57 | 2 | 1 | ||
| 58 | 2 | 0 | ||
| 59 | 2 | 0 | ||
| 60 | 2 | 1 | ||
| 61 | 2 | 1 | ||
| 62 | 1 | 5 | ||
| 63 | 1 | 2 | ||
| 64 | 1 | 1 | ||
| 65 | 1 | 2 | ||
| 66 | 1 | 1 | ||
| 67 | 1 | 1 | ||
| 68 | 1 | 1 | ||
| 69 | 1 | 1 | ||
| 70 | 1 | 1 | ||
| 71 | 1 | 1 | ||
| 72 | 1 | 1 | ||
| 73 | 1 | 0 | ||
| 74 | 1 | 0 | ||
| 75 | 1 | 0 | ||
| 76 | 1 | 0 | ||
| 77 | 1 | 1 | ||
| 78 | 1 | 0 | ||
| |||||||||||||||||||||||||||||
Em 2008 a categoria passou a contar com uma prova especial, de duração maior que as demais, com a premiação de R$1 milhão, patrocinada pela Sky.
Thiago Camilo é o maior vencedor da prova, com 3 vitórias (2011, 2012 e 2015). Thiago Camilo, (vencedor em 2011, 2012 e 2015 e segundo colocado em 2014) é o piloto que mais vezes foi ao pódio, ao lado de Ricardo Maurício (vitória em 2010 e 2019 e segundo duas vezes 2012 e 2013) e de Daniel Serra (vitória em 2017, segundo duas vezes em 2011 e 2015 e um terceiro lugar 2019) quatro vezes. Rubens Barrichello (vitórias em 2014 e 2018 e segundo em 2016) vêm a seguir com em três pódios. Marcos Gomes tem mais poles, três. Cacá Bueno, Rubens Barrichello e Daniel Serra vêm em seguida com 2 cada um. Os pilotos que mais vezes alcançaram a volta mais rápida da prova são Allam Khodair (2012 e 2013) e Thiago Camilo (2011 e 2014).
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Em 2011 foi lançado o jogo oficial da categoria, o Game Stock Car desenvolvido pela Reiza Studios, posteriormente atualizado gratuitamente com os dados da temporada de 2012. Foi lançada nova versão em 2013, mais moderna, chamado Stock Car Extreme.
Em 2011 também foi lançado minigame online SuperFinal Stock Car, onde os jogadores poderão simular uma disputa em três circuitos e três diferentes modalidades.
Em 2014, o Peugeot 408 e uma versão não licenciada do carro da Chevrolet, chamada de "ADC Presteza" foram incluídos no jogo Grid Autosport.
Em 2016 foi lançado o jogo Automobilista pela Reiza Studios com com carros e circuitos licenciados, o jogo usa a engine isiMotor 2.0 usado pelo simulador RFactor. Foi seguido na sequência por Automobilista 2, usando a Madness Engine do Project CARS.
Em 2021 o simulador IRacing anunciou que incluiria carros da Stock Car Pro Series para 2022.