Sulfato de protamina | |||||||||||
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| Página de dados suplementares | |||||||||||
| Estrutura e propriedades | n, εr, etc. | ||||||||||
| Dados termodinâmicos | Comportamento de fases Sólido, líquido e gás | ||||||||||
| Dados espectrais | UV, IV, RMN, EM | ||||||||||
| Exceto onde denotado, os dados referem-se a materiais sob condições normais de temperatura e pressão. Referências e avisos gerais sobre esta caixa. Alerta sobre risco à saúde. | |||||||||||
O sulfato de protamina é um medicamento usado para reverter os efeitos da heparina. É usado, especificamente, em casos de sobredosagem de heparina, em casos de sobredosagem de heparina de baixo peso molecular e para reverter os efeitos da heparina durante o parto e cirurgia cardíaca. É administrado via injeção intravenosa. Começa a fazer efeito, normalmente, dentro de cinco minutos.
Os efeitos colaterais comuns incluem pressão arterial baixa, frequência cardíaca baixa, reações alérgicas e vômitos. As reações alérgicas podem ser graves, dentre elas a anafilaxia. O risco é maior em homens que fizeram vasectomia . Por não haver estudos suficientes, não se recomenda o uso durante a gravidez. A protamina atua ligando-se à heparina.
O sulfato de protamina foi aprovado para uso médico nos Estados Unidos em 1969. Está na Lista de Medicamentos Essenciais da Organização Mundial da Saúde. O custo por atacado em países em desenvolvimento é cerca de US$ 2,82 a 12,20 dólares, por frasco. Originalmente, era feito a partir do esperma de salmão. Atualmente, é produzido principalmente por meio de DNA recombinante.