| Teago Oliveira | |
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| Informações gerais | |
| Nascimento | 05 de dezembro de 1985 (40 anos) |
| Origem | Salvador, Bahia |
| País | Brasil |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Gêneros | |
| Ocupação | |
| Instrumentos | |
| Período em atividade | 2009–presente |
| Gravadoras |
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| Membro(a) de | Maglore |
Teago Oliveira é um cantor, compositor, instrumentista e produtor musical brasileiro. É conhecido principalmente como vocalista, guitarrista e principal compositor da banda baiana Maglore, formada em 2009. Em carreira solo, lançou os álbuns Boa Sorte, em 2019, e Canções do Velho Mundo, em 2025.
Como compositor, teve músicas gravadas por artistas como Erasmo Carlos, Gal Costa e Pitty.
Em 2009, Teago Oliveira participou da formação da banda Maglore, em Salvador. O grupo iniciou sua trajetória com o EP Cores do Vento, lançado naquele ano, e, em 2011, apresentou seu primeiro álbum de estúdio, Veroz.
Em 2012, a banda transferiu-se para São Paulo, onde começou a desenvolver o segundo álbum, Vamos pra Rua, lançado em 2013. Como vocalista, guitarrista e um dos principais responsáveis pelas composições do grupo, Oliveira participou posteriormente dos álbuns III (2015), Todas as Bandeiras (2017), V (2022) e Fluxo Natural (2026), além do registro Maglore Ao Vivo (2019) e do álbum de regravações Acústico (2024).
A carreira de Oliveira como compositor ganhou maior projeção quando Erasmo Carlos gravou "Não Existe Saudade no Cosmos", lançada no álbum Amor É Isso, de 2018. A música havia sido escrita por Oliveira para o repertório da Maglore, mas foi lançada primeiramente por Erasmo.
Em 2019, Gal Costa e Pitty também gravaram "Motor", composição de Oliveira lançada originalmente pela Maglore no álbum Vamos pra Rua, de 2013. Pitty incluiu uma versão da música no álbum Matriz, enquanto Gal Costa a registrou em A Pele do Futuro ao Vivo.
Oliveira iniciou oficialmente sua carreira solo em setembro de 2019, com o lançamento de Boa Sorte. O álbum contém onze faixas e foi produzido por Teago Oliveira e Leonardo Marques, com lançamento realizado em parceria com a Natura Musical e distribuição da gravadora Deck.
O projeto surgiu de composições que Oliveira não considerava adequadas à identidade coletiva da Maglore. Segundo o músico, algumas das canções haviam sido escritas cerca de dez anos antes da gravação, enquanto outras foram concluídas durante a produção do próprio álbum. Musicalmente, o disco foi construído a partir da canção popular brasileira, com referências à música das décadas de 1960 e 1970, arranjos de violão, cordas, percussão e elementos de rock.
Em análise publicada pela Rolling Stone Brasil, a saudade foi apontada como um dos eixos recorrentes do álbum, presente nas canções sobre relacionamentos, memória e passagem do tempo. O álbum também recebeu avaliações dos portais Música Instantânea e Tenho Mais Discos Que Amigos.
Em 2024, Oliveira participou do álbum póstumo Erasmo Esteves, de Erasmo Carlos, como parceiro e intérprete da faixa "Frágil". O trabalho reuniu artistas como Gaby Amarantos, Marina Sena, Rubel, Emicida, Tim Bernardes, Xênia França, Chico Chico e Jota.pê.
Em 10 de outubro de 2025, lançou seu segundo álbum solo, Canções do Velho Mundo, pelo selo Meia-Noite FM. O disco possui doze faixas e foi produzido por Oliveira e Otávio Bonazzi. As gravações foram realizadas principalmente em um estúdio doméstico, com a intenção de reduzir a dependência de processos digitais durante a produção.
As letras do álbum abordam temas como passagem do tempo, solidão, amadurecimento, relações amorosas e os efeitos da aceleração digital na vida cotidiana. O disco conta com participações de Eric Slick, baterista da banda norte-americana Dr. Dog, na faixa "Spaceships", e da cantora Silvia Machete em "Vida de Casal".
Em 2026, Oliveira participou do lançamento de Fluxo Natural, sexto álbum de estúdio da Maglore e primeiro trabalho de inéditas do grupo desde V, de 2022.