Tenochtitlán Capital da Tríplice Aliança | |||||||||
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Reconstrução de Tenochtitlán e do Lago de Texcoco em 1519 em computação gráfica tridimensional. Mapa de Tenochtitlán | |||||||||
| Região | Mesoamérica | ||||||||
| Capital | Tenochtitlán | ||||||||
| Países atuais | México | ||||||||
| Língua oficial | Náuatle | ||||||||
| Religião | Asteca | ||||||||
| Forma de governo | Tlatoani | ||||||||
| Período histórico | |||||||||
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| População | |||||||||
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Tenochtitlán foi uma grande cidade-estado (āltepētl) mexica situada no que é hoje o centro histórico da capital mexicana. A data exata da fundação da cidade não é clara, mas o dia 13 de março de 1325 foi escolhido em 1925 para celebrar o 600º aniversário da Cidade do México.
Foi construída em uma ilha no que era então o Lago de Texcoco, no Vale do México. A cidade foi a capital do crescente Império Asteca no século XV até ser conquistada pelos tlaxcaltecas e pelos espanhóis em 1521.
Em seu auge, foi a maior cidade das Américas pré-colombianas. Posteriormente, tornou-se a sede administrativa do Vice-Reino da Nova Espanha. Hoje, restam as ruínas de Tenochtitlan no centro histórico da capital mexicana.
Tenochtitlán era um dos dois āltepētl mexicas situados na ilha, sendo o outro Tlatelolco. O Sítio do Patrimônio Mundial de Xochimilco contém o que resta da geografia (água, barcos, jardins flutuantes) da capital mexica.
Tradicionalmente, o nome Tenochtitlan acreditava-se que viesse do náuatle tetl ("pedra") e nōchtli ("figo-da-índia") e é frequentemente interpretado como "Entre os figos-da-índia que crescem entre rochas". No entanto, uma menção em um manuscrito do final do século XVI, conhecido como "os diálogos de Bancroft", sugere que a segunda vogal era curta, de modo que a verdadeira etimologia permanece incerta. Entretanto, também se acredita que a cidade recebeu o nome do líder mexica Tenoch.


Tenochtitlán foi a capital do povo mexica, fundada em 1325. A religião oficial da civilização mexica aguardava o cumprimento de uma antiga profecia: as tribos nômades encontrariam o local destinado a uma grande cidade, cuja localização seria sinalizada por uma águia com uma serpente no bico, empoleirada no topo de um cacto (Opuntia).
Os mexicas tiveram essa visão no que era então uma pequena ilha pantanosa no Lago Texcoco, visão que agora está imortalizada no brasão de armas do México e na bandeira mexicana. Sem se deixarem abater pelo terreno desfavorável, eles começaram a construir sua cidade, utilizando o sistema de chinampa (erroneamente denominado "jardins flutuantes") para agricultura e para drenar e expandir a ilha. Uma cultura próspera se desenvolveu e a civilização mexica passou a dominar outras tribos da região. A pequena ilha natural foi continuamente ampliada, enquanto Tenochtitlan tornou-se a maior e mais poderosa cidade da Mesoamérica. Rotas comerciais foram desenvolvidas, trazendo mercadorias de lugares tão distantes quanto o Golfo do México, o Oceano Pacífico e talvez até mesmo o Império Inca. Após uma inundação do Lago de Texcoco, a cidade foi reconstruída durante o reinado de Ahuitzotl, que ocorreu entre 1486 e 1502, em um estilo que a tornou uma das mais grandiosas da Mesoamérica.
Hernán Cortés chegou a Tenochtitlán em 8 de novembro de 1519. Embora não haja números precisos, a população da cidade foi estimada entre 200 mil e 400 mil habitantes, colocando Tenochtitlán entre as maiores cidades do mundo naquela época. Comparada às cidades da Europa, apenas Paris, Veneza e Constantinopla poderiam rivalizar com ela. Era cinco vezes maior que a Londres da época de Henrique VIII. Em uma carta ao rei espanhol, Cortés escreveu que Tenochtitlan era tão grande quanto Sevilha ou Córdoba. Os homens de Cortés ficaram maravilhados com a visão da esplêndida cidade e muitos se perguntaram se estavam sonhando.
Embora algumas fontes populares apontem para um número tão alto quanto 350 mil habitantes, as estimativas mais comuns da população são de mais de 200 mil pessoas. Um dos poucos levantamentos acadêmicos abrangentes sobre o tamanho das cidades e vilas mesoamericanas chegou a uma população de 212.500 habitantes vivendo em 13,5 quilômetros quadrados. Também se diz que, em certa época, Moctezuma governou um império de quase cinco milhões de pessoas no centro e sul do atual México, porque estendeu seu domínio aos territórios vizinhos para obter tributos e prisioneiros para sacrificar aos deuses.

Quando Cortés e seus homens invadiram Tenochtitlan Moctezuma II optou por receber Cortés como embaixador em vez de arriscar uma guerra que poderia rapidamente atrair o apoio de povos indígenas revoltados. Quando Cortés se aproximou de Tenochtitlán, o festival de Toxcatl era celebrado. Neste evento, os guerreiros mais proeminentes de cada altepetl dançavam em frente a uma enorme estátua de Huitzilopochtli. O líder espanhol, Pedro de Alvarado, que ficou encarregado, temia que os nativos planejassem um ataque surpresa. Ele capturou três nativos e os torturou até que confessassem que o ataque estava de fato planejado. Durante o festival, os espanhóis chegaram fortemente armados e bloquearam todas as saídas do pátio para que ninguém pudesse escapar. Isso aconteceu durante seus últimos dias em Tenochtitlán.
Nobres alinhavam-se em ambos os lados da principal via de acesso da cidade, que se estendia por cerca de uma légua (4,83 quilômetros). Caminhando pelo centro vinha Moctezuma II, com dois senhores ao seu lado, um deles seu irmão, o governante de Iztapalapa. Cortés desmontou e foi saudado pelo governante e seus senhores, mas proibido de tocá-lo. Cortés deu-lhe um colar de cristais, colocando-o em seu pescoço.

Eles foram então levados para uma grande casa que serviria de lar durante sua estadia na cidade. Assim que se acomodaram, o próprio Moctezuma sentou-se e conversou com Cortés. O grande governante declarou que tudo o que eles precisassem seria deles. Ele ficou encantado por receber visitantes de tal estatura. Embora os espanhóis estivessem em busca de ouro, Moctezuma expressou que possuía muito pouco, mas que tudo seria dado a Cortés, caso ele o desejasse.
Logo após chegar em Tenochtitlan Cortés enfrentou problemas. Em Vera Cruz, o oficial encarregado recebeu uma carta do comandante militar Qualpopoca pedindo para se tornar vassalo dos espanhóis. Ele solicitou que oficiais fossem enviados a ele para que pudesse confirmar sua submissão. Para chegar à província, os oficiais teriam que viajar por terras hostis. O oficial encarregado de Vera Cruz decidiu enviar quatro oficiais para se encontrar com Qualpopoca.
Ao chegarem, foram capturados e dois foram mortos, enquanto os outros dois escaparam pela mata. Ao retornarem a Vera Cruz, o oficial responsável ficou furioso e liderou tropas para invadir. Lá, descobriram que Moctezuma supostamente fora quem ordenara a execução dos oficiais. De volta a Tenochtitlan, Cortés deteve Moctezuma e interrogou-o. Embora não se tenham chegado a conclusões sérias, isto afetou negativamente a relação entre Moctezuma e os espanhóis.
Cortés posteriormente sitiou Tenochtitlán por mais de 90 dias, causando fome à população da cidade. Após assumir o controle de Tenochtitlán, ele então ordenou a destruição sistemática da cidade; e começou sua reconstrução, apesar da oposição. A reconstrução envolveu a criação de uma área central designada para uso espanhol (a traza). A seção indígena externa, agora chamada San Juan Tenochtitlan, continuou a ser governada pela elite indígena anterior e foi dividida nas mesmas subdivisões de antes.
O povo de Tenochtitlan logo foi exposto a doenças para as quais não tinham imunidade. Os sintomas muitas vezes demoravam até dez dias para aparecer, quando a infecção se espalhava por todo o corpo, causando feridas, dores e febre alta. As pessoas ficavam tão fracas que não conseguiam se mover, nem obter comida e água. O enterro dos mortos tornou-se difícil ou impossível, devido à disseminação da doença entre a população. Os habitantes de Tenochtitlán começaram a passar fome e a definhar. O número de mortos aumentou constantemente ao longo dos 60 dias seguintes à conquista.

Cortés fundou a capital espanhola da Cidade do México sobre as ruínas de Tenochtitlán. Apesar dos extensos danos ao ambiente construído, o local manteve o poder simbólico e a legitimidade como capital do Império Asteca, que Cortés buscava apropriar-se. Por um tempo, esta ciudad de españoles, a categoria mais alta na hierarquia espanhola de designação de assentamentos, era chamada de México-Tenochtitlán. Charles Gibson dedica o capítulo final de sua obra clássica, Os Astecas sob o Domínio Espanhol, ao que ele chamou de "A Cidade", com historiadores posteriores baseando-se em seu trabalho.
Os espanhóis estabeleceram um cabildo ou conselho municipal, que tinha jurisdição sobre os residentes espanhóis. Os espanhóis estabeleceram uma zona exclusiva para europeus no centro da cidade, uma área de 13 quarteirões em cada direção da praça central, que era a traza. Embora muitos residentes nativos tenham morrido durante o cerco de Tenochtitlán, os indígenas ainda mantinham uma forte presença na cidade e estavam assentados em duas áreas principais da ilha, designadas San Juan Tenochtitlán e Santiago Tlatelolco, cada uma com um conselho municipal que funcionou durante todo o período colonial. San Juan Tenochtitlán foi uma criação administrativa espanhola que ampliou quatro seções indígenas, cada uma das quais perdeu território para a traza espanhola. Os espanhóis traçaram as ruas da traza em um padrão quadriculado, com ruas retas e praças em intervalos regulares, enquanto as porções indígenas da cidade tinham um traçado irregular e eram construídas com materiais modestos. No período colonial, tanto San Juan Tenochtitlán quanto Santiago Tlatelolco mantiveram jurisdição sobre os assentamentos no continente, dos quais podiam obter mão de obra e tributos exigidos pelos espanhóis, mas cada vez mais esses assentamentos subordinados (sujetos) foram capazes de obter sua autonomia com seus próprios governantes e relacionamento separado com os governantes espanhóis. A preocupação com a saúde da população indígena no início da Tenochtitlán pós-conquista levou à fundação de um hospital real para os residentes indígenas.
Existem vários manuscritos pictóricos da era colonial que tratam de Tenochtitlán-Tlatelolco e que lançam luz sobre os litígios entre espanhóis e indígenas por causa da propriedade. Um relato com informações sobre a guerra de Tenochtitlán contra seu vizinho Tlatelolco em 1473 e a conquista espanhola em 1521 é o Anales de Mexico y Tlatelolco, 1473, 1521–22. A antropóloga Susan Kellogg estudou os padrões de herança da era colonial dos náuatles na Cidade do México, usando testamentos em língua náuatle e espanhola.

O principal complexo de templos de Tenochtitlán, o Templo Mayor, foi desmantelado e o distrito central da cidade colonial espanhola foi construído sobre ele. O grande templo foi destruído pelos espanhóis durante a construção da Catedral da Cidade do México. A localização do Templo Mayor foi redescoberta no início do século XX, mas as principais escavações só ocorreram entre 1978 e 1982, depois que operários encontraram um enorme disco de pedra representando o corpo nu e desmembrado da deusa da lua Coyolxauhqui. O disco tem 3,25 metros de diâmetro e está guardado no Museu do Templo Mayor.
O Zócalo da Cidade do México, a Plaza de la Constitución, está localizado no sítio da antiga praça central e mercado de Tenochtitlán, e muitas das calçadas originais ainda correspondem às ruas modernas da cidade. A Pedra do Sol foi encontrada nas ruínas. Esta pedra tem 4 metros de diâmetro e pesa mais de 18,1 toneladas. Ela ficava a meio caminho da grande pirâmide. Esta escultura foi esculpida por volta de 1470, durante o reinado do rei Axayacatl, predecessor de Tizoc, e diz-se que conta a história dos mexicas e profetiza o futuro.
Em agosto de 1987, arqueólogos descobriram uma mistura de 1.789 ossos humanos 5 metros abaixo do nível da rua na Cidade do México. O enterro data da década de 1480 e fica aos pés do templo principal no recinto cerimonial sagrado da capital asteca. Os ossos são de crianças, adolescentes e adultos. Um esqueleto completo de uma jovem também foi encontrado no local.



Tenochtitlan cobria uma área estimada entre 8 e 13,5 quilômetros quadrados, situada no lado oeste do raso Lago de Texcoco.
Na época das conquistas espanholas, estendia-se de norte a sul, desde a fronteira de Tlatelolco aos pântanos, que naquela época estavam gradualmente desaparecendo para o oeste; a cidade terminava mais ou menos na localização da atual Avenida Bucareli.
A cidade estava ligada ao continente por pontes e calçadas que levavam ao norte, sul e oeste. As calçadas eram interrompidas por pontes que permitiam a passagem livre de canoas e outras embarcações. As pontes podiam ser removidas, se necessário, para proteger a cidade. Tenochtitlán era entremeada por uma série de canais, de modo que todas as partes da cidade podiam ser visitadas a pé ou de canoa.
O Lago Texcoco era o maior dos cinco lagos interligados. Como se formou em uma bacia endorreica, era de água salobra. Durante o reinado de Moctezuma I, o "dique de Nezahualcoyotl" foi construído, supostamente projetado por Nezahualcoyotl. Com estimados 12 a 16 quilômetros de comprimento, o dique foi concluído c. 1453 e mantinha a água fresca proveniente de nascentes nas águas ao redor de Tenochtitlan, deixando as águas salobras a leste.
Dois aquedutos duplos, cada um com mais de 4 quilômetros de comprimento e feito de terracota, forneciam à cidade água potável das nascentes de Chapultepec, principalmente à limpeza e lavagem. Para beber, a água das nascentes da montanha era a preferida dos mexicas. A maioria da população gostava de tomar banho duas vezes por dia; Moctezuma tomava cerca de quatro banhos por dia. De acordo com o contexto da cultura asteca na literatura, o sabão que provavelmente usavam era a raiz de uma planta chamada copalxocotl (Saponaria americana).


Quando vimos tantas cidades e vilarejos construídos na água e outras grandes cidades em terra firme, ficamos maravilhados e dissemos que aquilo parecia um encantamento (...) por causa das grandes torres, colunas e edifícios que se erguiam da água, todos construídos em alvenaria. E alguns de nossos soldados chegaram a perguntar se o que estávamos vendo não seria um sonho? (...) Não sei como descrever isso, ver coisas como as que vimos, das quais nunca se tinha ouvido falar nem visto antes, nem mesmo sonhado.
— Bernal Díaz del Castillo, A Conquista da Nova Espanha
A cidade era dividida em quatro zonas, ou acampamentos; cada uma dividida em 20 distritos (calpullis, em náuatle/nauatle: calpōlli, que significa "casa grande"); e cada calpulli era atravessada por ruas ou tlaxilcalli. Havia três ruas principais que cruzavam a cidade, cada uma levando a uma das três pontes que ligavam ao continente com Tepeyac, Iztapalapa e Tlacopan. Bernal Díaz del Castillo relatou que eram largas o suficiente para dez cavalos. Ao redor das calçadas elevadas havia jardins flutuantes artificiais com canais e jardins de plantas, arbustos e árvores.
As primeiras imagens europeias da cidade foram xilogravuras publicadas em Augsburgo por volta de 1522.
Cada calpulli tinha seu próprio tiyanquiztli (mercado), mas também havia um mercado principal na cidade-rimã de Tlatelolco. O conquistador espanhol Hernán Cortés estimou que o mercado tinha o dobro do tamanho da cidade de Salamanca e recebia cerca de 60 mil pessoas por dia. Bernardino de Sahagún fornece uma estimativa populacional mais conservadora de 20 mil habitantes em dias comuns e 40 mil em dias festivos. Também havia mercados especializados nas outras cidades do centro do México.

No centro da cidade ficavam os edifícios públicos, templos e palácios. Dentro de uma praça murada, 500 metros de cada lado, ficava o centro cerimonial. Havia cerca de 45 edifícios públicos, incluindo o Templo Mayor, dedicado à divindade padroeira asteca Huitzilopochtli e o Deus da Chuva Tlaloc; o templo de Quetzalcoatl; o tlachtli (quadra de jogo de bola mesoamericano) com o tzompantli ou cavalete de crânios; o Templo do Sol, que foi dedicado a Tonatiuh; a Casa da Águia, que estava associada aos guerreiros e ao antigo poder dos governantes; as plataformas para o sacrifício de gladiadores; e alguns templos menores.
Do lado de fora ficava o palácio de Moctezuma, com 100 quartos, cada um com seu próprio banheiro, destinados aos senhores e embaixadores de aliados e povos conquistados. Também nas proximidades estava o cuicalli, ou casa das canções, e o calmecac.
O palácio de Moctezuma II também possuía dois recintos ou zoológicos, um para aves de rapina e outro para outras aves, répteis e mamíferos. Cerca de 300 pessoas se dedicavam aos cuidados dos animais. Havia também um jardim botânico e um aquário. O aquário tinha dez tanques de água salgada e dez tanques de água doce, contendo vários peixes e aves aquáticas. Lugares como este também existiam em Texcoco, Chapultepec Huaxtepec (agora chamada Oaxtepec) e Texcotzingo.

Tenochtitlán pode ser considerada a sociedade mais complexa da Mesoamérica em termos de estratificação social. O complexo sistema envolvia muitas classes sociais. Os macehualtin eram plebeus que viviam fora da cidade insular de Tenochtitlán. Os pipiltin eram nobres, parentes de líderes e ex-líderes, que viviam nos arredores da ilha. Cuauhipiltin, ou nobres águia, eram plebeus que impressionavam os nobres com sua proeza marcial e eram tratados como nobres. Os teteuctin constituíam a classe mais elevada, governantes de várias regiões do império, incluindo o rei. Os tlacohtin eram escravos ou servos contratados. Por fim, os pochteca eram comerciantes que viajavam por toda a Mesoamérica para fazer comércio.
O status social era demonstrado pela localização e tipo de casa onde uma pessoa morava. As pessoas comuns viviam em casas feitas de junco rebocado com barro e cobertas com palha. As pessoas mais abastadas tinham casas de adobe com telhados planos.
A estratificação social asteca era ainda mais complexa devido aos calpōlli, um grupo de famílias relacionadas por parentesco ou proximidade. Esses grupos são compostos tanto por membros da elite da sociedade asteca quanto por plebeus. As elites forneciam aos plebeus terras aráveis e ocupações não agrícolas, e os plebeus prestavam serviços aos chefes e pagavam tributo.