Whelliton Silva | |
|---|---|
| Vereador de Praia Grande | |
| Período | 1 de janeiro de 2021 até a atualidade |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Whelliton Augusto Silva |
| Nascimento | 23 de julho de 1972 (54 anos) Santos, São Paulo |
| Partido | PT e PL |
| Profissão | Ex-futebolista |
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Whelliton Augusto Silva | |
| Data de nascimento | 23 de julho de 1972 (54 anos) | |
| Local de nascimento | Santos, São Paulo, Brasil | |
| Nacionalidade | brasileiro | |
| Altura | 1,85 m | |
| Pé | destro | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 1991–2006 (16 anos) | |
| Clube atual | aposentado | |
| Posição | atacante | |
| Clubes de juventude | ||
| –1992 | Santos | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1991–1996 1991 1993 1996–1997 1997 1998 1998–1999 1999–2001 2001–2002 2003–2004 2004 2005 2006 |
Santos → Jabaquara (emp.) → Goiatuba (emp.) Vila Nova Anápolis Santo André Corinthians Alagoano Boavista Córdoba Beira-Mar Flamengo Portuguesa CRB |
17 (3) 11 (3) 8 (2) 51 (18) 47 (8) 21 (0) 19 (3) 2 (0) |
Whelliton Augusto Silva (Santos, 23 de julho de 1972) é um político e ex-futebolista brasileiro que atuava como atacante.
Filiado ao PL, atualmente é vereador no município de Praia Grande.
Revelado pelo Santos, começou a despontar em 1991, quando foi emprestado ao Jabaquara para a disputa do Campeonato Paulista da Segunda Divisão. No ano seguinte, disputou a Copa São Paulo de Juniores.
Whelliton estreou profissionalmente no Santos em 1993, quando já tinha 19 anos. Porém, não foi aproveitado e foi para o Goiatuba no mesmo ano.
Regressou ao Alvinegro Praiano em 1994 e, no ano seguinte, atuou em 11 jogos pelo Campeonato Brasileiro, tendo feito 3 gols (2 contra o União São João e um contra o Sport, todos na primeira fase). Fez parte do elenco vice-campeão brasileiro em 1995.
Sem espaço no Santos, foi para o Vila Nova em 1996, atuando em 8 jogos e fazendo 2 gols.
Defendeu também Anápolis, Santo André e Corinthians Alagoano até 1999, quando foi contratado pelo Boavista, de Portugal.
Em sua primeira temporada com a camisa dos Axadrezados, Whelliton jogou 28 partidas - 22 no Campeonato Português, 2 pela Taça de Portugal e 4 pela Liga dos Campeões da UEFA (uma pela fase de classificação e 3 na fase de grupos) - e fez 11 gols. O auge veio na temporada seguinte, quando o Boavista, comandado por Jaime Pacheco, surpreendeu ao conquistar seu primeiro (e único) título na primeira divisão portuguesa, e o primeiro de um clube que não fosse Benfica, Porto ou Sporting desde 1945–46, quando o Belenenses foi campeão. Somando todas as competições, Whelliton disputou 38 jogos e balançou as redes 10 vezes.
Ainda defendeu Córdoba e Beira-Mar até 2004, quando assinou com o Flamengo, onde jogou 19 vezes e marcou 3 gols.
Entre 2005 e 2006, jogou na Portuguesa e no CRB, seu último clube como profissional.
Sua carreira política iniciou-se quando virou presidente do diretório do PT em Praia Grande, chegando a ser acusado de ter sido beneficiado por uma assessoria fantasma no gabinete do deputado federal Nilto Tatto.
Em 2020, Whelliton filiou-se ao PL para concorrer a uma vaga na Câmara Municipal de Praia Grande. O ex-atacante ficou em 16º lugar na eleição para vereador, recebendo 1.540 votos.