| Wilder Mind | ||||
|---|---|---|---|---|
| Álbum de estúdio de | ||||
| Lançamento | 4 de maio de 2015 | |||
| Gravação | 2014-2015 | |||
| Géneros | rock alternativo, indie rock | |||
| Idioma | Inglês | |||
| Editora | Glassnote Records | |||
| Produção | James Ford | |||
| Cronologia de Mumford & Sons | ||||
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| Singles de Wilder Mind | ||||
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Wilder Mind é o terceiro álbum de estúdio da banda britânica de "folk rock" Mumford & Sons, lançado em 4 de maio de 2015 através da Glassnote Records. O primeiro single, intitulado Believe foi lançado em 9 de março de 2015. O álbum marcou a mudança de gênero da banda de folk para rock alternativo, assim como o abandono do banjo, instrumento que marcou os dois primeiros álbuns da banda "Sigh No More" e "Babel".
Após o fim da turnê que promovia o álbum multi-platinado e vencedor de dois Grammy, "Babel", a banda anunciou um hiato em uma entrevista para a Rolling Stone, "Não haverá atividades do Mumford & Sons num futuro próximo depois de sexta-feira" - afirmou Ben Lovett (tecladista da banda). Em outubro de 2014 foi divulgado que a banda estava em estúdio com o produtor musical James Ford, que ficou conhecido por produzir canções para bandas como Arctic Monkeys e HAIM. Era o retorno da banda depois de mais de 2 anos fora das atividades.
O anúncio oficial de Wilder Mind foi ocorrer apenas em 3 de março de 2015, sendo divulgado a lista de faixas, capa e data da lançamento, que por sua vez foi marcada para 4 de maio. Enquanto que, o primeiro single "Believe" foi anunciado e lançado em 9 de março. A canções "The Wolf" e "Snake Eyes" foram lançadas em 9 de abril e 19 de abril, respectivamente. Todas as 12 faixas de Wilder Mind foram produzidas por James Ford, compostas em Londres, Brooklyn e Texas e gravadas também em Londres no AIR studios.
"Believe" foi lançado, mundialmente, como primeiro single do álbum em 9 de março de 2015. A canção foi divulgada no canal de rádio britânico BBC Radio e logo em seguida foi disponibilizada para download digital e para plataformas stream, com o áudio oficial sendo carregado no canal oficial da banda no Vevo. A banda se apresentou ao vivo no programa "Saturday Night Live", em 11 de abril de 2015.
| Críticas profissionais | |
|---|---|
| Pontuações agregadas | |
| Fonte | Avaliação |
| Metacritic | 56/100 |
| Avaliações da crítica | |
| Fonte | Avaliação |
| AltSounds | 7,7/10 |
| Consequence of Sound | 6,7/10 |
| NME | 8/10 |
| Allmusic | |
| Billboard | |
| Boston Globe | |
| Rolling Stone | |
| The Independent | |
| The Guardian | |
| The Telegraph | |
Wilder Mind foi recebidos com análises mistas do críticos musicais. No Metacritic, o álbum obteve um placar agregado de 56/100 baseado em 25 análises, indicando "geralmente análises mistas ou médias. Stephen Thomas do "AllMusic", foi crítico a mudança de sonoridade da banda, dizendo que "Mumford & Sons fizeram uma viagem de regresso ao retro brilhando em uma construção moderna", enfatizando também que "Tal descrição sugere que esta é uma grande mudança, mas é tudo superficial: por baixo daquele exterior, Wilder Mind é o mesmo Mumford & Sons, vindo de reconstruções razoavelmente consideráveis de tempos passados". Maura Johnston oa "Boston Globe" também não perdoou a mudança, "Em Wilder Mind, a banda dispensa o modelo que os fez "Mumford", um descritor às vezes pejorativamente empregada de um subgênero, ligando e enxugando a furiosa sequência de dedilhar", no entanto, elogiou o desempenho vocal de Marcus Mumford
Enquanto isso Jeremy Daniel ao AltSounds elogiou a mudança, afirmando que "Quando Mumford & Sons lançou o primeiro single, a reação foi de polarização. Sendo dito que eles estavam abandonando seu instrumento tipico, o banjo, e indo ao rock elétrico. 'Believe' chegou nas ondas do rádio e era visto como uma ligeira curva na estrada. Eles não estavam abandonando seu som, mais o aumento do volume do mesmo", a análise ainda destacou a canção "Snake Eyes". Neil McCormick ao "The Telegraph" também elogiou a mudança, dando nota máxima ao álbum, e afirmando que "Wilder Mind tem todo o poder de composição para satisfazer os fãs comprometidos mas com uma borda mais fina e correntes mais escuras que podem seduzir os mais céticos", ainda enfatizou o bom desempenho vocal de Marcus "O vocalista nunca soou melhor". Ty Johnson para a "Rolling Stone" também ponderou que a banda manteve a essência, dizendo que "Mesmo em meio a toda essa nova sonoridade em Wilder Mind, o fervor apaixonado que fez Mumford & Sons brilhar ainda é a sua força motora", aclamando também os vocais de Marcus "Como seus companheiros de banda puxando no fundo, Marcus Mumford, também, se move em uma direção mais sutil com seus vocais"
| Edição padrão | |||
|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | |
| 1. | "Tompkins Square Park" | 5:11 | |
| 2. | "Believe" | 3:41 | |
| 3. | "The Wolf" | 3:41 | |
| 4. | "Wilder Mind" | 4:38 | |
| 5. | "Just Smoke" | 3:10 | |
| 6. | "Monster" | 3:56 | |
| 7. | "Snake Eyes" | 4:08 | |
| 8. | "Broad-Shouldered Beasts" | 4:20 | |
| 9. | "Cold Arms" | 2:49 | |
| 10. | "Ditmas" | 3:38 | |
| 11. | "Only Love" | 4:36 | |
| 12. | "Hot Gates" | 4:47 | |
| Edição de luxo | |||
|---|---|---|---|
| N.º | Título | Duração | |
| 13. | "Tompkins Square Park (Live)" | 5:13 | |
| 14. | "Believe (Live)" | 5:49 | |
| 15. | "The Wolf (Live)" | 3:52 | |
| 16. | "Snake Eyes (Live)" | 4:13 | |