Daniela Mercury

Daniela Mercury
Mercury em 2024
Nome completoDaniela Mercuri de Almeida Verçosa
Nascimento
28 de julho de 1965 (61 anos)

Nacionalidadebrasileira
Cidadaniaportuguesa
ParentescoVânia Abreu (irmã)
Cônjuge
  • Zalther Póvoas (c. 1984; div. 1996)
  • Marco Scabia (c. 2009; div. 2012)
  • Malu Verçosa (c. 2013)
Filho(a)(s)5, incluindo Gabriel Póvoas
Ocupação
  • cantora
  • compositora
  • bailarina
  • filantropa
PrêmiosLista
Carreira musical
Período musical1986–presente
Gênero(s)
Extensão vocalmezzo soprano
Instrumento(s)vocal, piano
Gravadora(s)
Afiliações
Lista

Daniela Mercuri de Almeida Verçosa (Salvador, 28 de julho de 1965), mais conhecida como Daniela Mercury, é uma cantora, compositora, bailarina e filantropa brasileira. Daniela é licenciada em dança pela Universidade Federal da Bahia, tendo iniciado seus estudos nessa arte desde os quatro anos de idade, tornando-se posteriormente professora de jazz, dança moderna e balé clássico, além de ter se especializado e atuado em outros gêneros, como dança afro e dança contemporânea. Começou a cantar profissionalmente aos quinze anos, mesma idade em que subiu em um trio elétrico pela primeira vez, integrando a carreira de cantora e bailarina.

Desde 1990, Mercury lançou onze álbuns de estúdio e participou de muitos outros projetos. O maior sucesso de sua carreira, O Canto da Cidade, é creditado por trazer o gênero musical axé music à evidência internacional e iniciado um movimento que abriu o caminho para diversos artistas obterem sucesso subsequentemente. Além disso, a obra a rendeu um certificados de diamante, pela Pro-Música Brasil (PMB) e vendeu mais de 3 milhões de cópias. Seu sucesso se solidificou com seus dois discos seguintes, Música de Rua (1994) e Feijão com Arroz (1996), que garantiram a intérprete multiplos certificados de platina. Com o último citado, convertendo-se em um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos em Portugal e angariando seis discos de platina pela Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), além de ter vendido 800 mil cópias na França. Em 2000, após lançar Sol da Liberdade, ela tornou-se a primeira artista a sair com um trio elétrico de música eletrônica pelo Carnaval da Bahia. Suas experimentações com esses gênero se refletiu em suas obras seguintes, Sou de Qualquer Lugar (2001) e Carnaval Eletrônico (2004), com o último recebendo uma indicação ao Grammy Latino.

Em 2005, ela voltou as suas raízes musicais com Balé Mulato, que foi bem recebido pela crítica especializada. O projeto foi promovido através de uma extensa turnê que foi registrada no disco ao vivo homônimo. Este último rendeu à cantora sua primeira vitória no Grammy Latino, na categoria Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras. Com o passar dos anos, ela acumulou um extenso catálogo de singles, com "Swing da Cor", "O Canto da Cidade", "O Mais Belo dos Belos", "À Primeira Vista", "Rapunzel", "Nobre Vagabundo", "Ilê Pérola Negra (O Canto do Negro)", "Mutante", "Música de Rua" e "Maimbê Dandá", tornando-se os mais populares.

Por seu pioneirismo no gênero, é conhecida como a Rainha do Axé. Ao longo de sua carreira, Mercury, que é uma das recordistas em vendas de discos no Brasil por mais de 12 milhões de álbuns comercializados, acumulou diversos prêmios, incluindo um Grammy Latino, seis Prêmio da Música Brasileira, um reconhecimento pela Associação Paulista de Críticos de Arte, três prêmios Multishow e dois MTV Video Music Brasil. Na televisão foi jurada e mentora dos talent shows Popstars, Superstar e The Voice Kids Portugal. Além disso, Mercury cantou com artistas de renome internacional, como Alejandro Sanz, Ray Charles e Paul McCartney. Ela também é conhecida por suas opiniões políticas, presença nas redes sociais, esforços filantrópicos e ativismo social, incluindo direitos LGBT e o combate ao racismo.

Biografia e carreira

1965–1990: Infância, adolescência e início de carreira

Mercury nasceu e foi criada no bairro de Brotas (foto), em Salvador.

Daniela Mercuri de Almeida nasceu em 28 de julho de 1965 no Hospital Português de Salvador, Bahia. Seu pai, Antônio Fernando de Abreu Ferreira de Almeida, é um mecânico industrial português que emigrou para o Brasil quando tinha onze anos de idade, enquanto sua mãe, Liliana Mercuri, é uma assistente social de ascendência italiana. Mercury viveu seus primeiros anos de vida no bairro soteropolitano de Brotas, ao lado de seus quatro irmãos, Tom, Cristiana, Vania e Marcos. Quando criança, estudou nas escolas Ana Nery e no Colégio Baiano. Aos oito anos de idade, começou a frequentar as aulas de dança na escola Ana Nery, ministradas por Ângela Dantas, conhecida como Tia Ângela, onde aprendeu a dançar balé clássico, bem como jazz e danças afro. Contrariando o desejo de seus pais, ela começou a cantar em bares locais em 1980, aos 15 anos de idade, inspirada pela cantora Elis Regina. Seu repertório consistia em bossa nova, bem como em músicas de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque. No ano seguinte, cantou em um trio elétrico no carnaval de Salvador pela primeira vez após ser descoberta por Toni Duarte, irmão do cantor Gerônimo.

Aos 17 anos, Mercury afastou-se da música por falta de trabalho e se dedicou exclusivamente à dança, ingressando no curso de licenciatura na Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1984. Aos 19, casou com Zalther Portela Laborda Póvoas, seu primeiro namorado e paixão da infância, com quem teve seus dois primeiros filhos, Gabriel e Giovana. Posteriormente, em 1986, deixou o curso de dança para se dedicar à sua vida como cantora, momento em que foi convidada para ser vocal de apoio do bloco carnavalesco Eva – que posteriormente se tornaria a Banda Eva – onde trabalhou por dois anos. Depois disso, deixou os vocais do bloco e passou a ser uma das vocalistas de apoio do cantor Gilberto Gil. Nesse período, recebeu convites das gravadoras CBS e Warner para um projeto solo, mas os recusou em favor de maior liberdade artística. Em 1989, formou a banda Companhia Clic, onde ocupou o posto de vocalista até o ano seguinte, gravando dois álbuns e lançando as faixas de sucesso "Pega que Oh!" e "Ilha das Bananas". Nessa mesma época, comandou o Bloco Pinel no carnaval de Salvador, e também cantou no primeiro bloco afro do Brasil, o Ilê Aiyê, sendo a primeira pessoa branca a realizar tal feito.

1991–1993: Daniela Mercury e O Canto da Cidade

Em 1991, decidiu deixar a Companhia Clic e se estabelecer como artista solo, passando a assinar como Daniela Mercury, substituindo a letra "i" pelo "y" em seu sobrenome, por achar esteticamente mais bonito. Ela lançou seu homônimo disco de estreia em setembro daquele ano, através da gravadora independente Eldorado. A canção de grande sucesso do álbum foi "Swing da Cor", anteriormente gravada pelo bloco Muzenza, e foi responsável por tornar seu nome conhecido em várias partes do Brasil. Daniela Mercury acabou por vender cerca de 400.000 cópias no país. O sucesso do disco levou a cantora a realizar 130 apresentações em 1991, sob um cachê estimado em US$ 5 mil. No dia 5 de junho de 1992, apresentou-se no projeto "Som do Meio-Dia" no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), voltado para artistas iniciantes. Para surpresa da artista, o show reuniu cerca de 30 mil espectadores, o que acabou por deixar o trânsito engarrafado nas imediações do local. Após 40 minutos de apresentação, Mercury foi retirada do palco por representantes da secretaria de turismo de São Paulo que, preocupados com a estrutura do museu e com as obras que ele abrigava, obtiveram uma ordem da Polícia Militar do estado para interromper o concerto, e o projeto acabou por ser mudado de lugar após o show. O concerto de Mercury no MASP foi reconhecido como um dos fatores determinantes para projetar a axé music no país.

Naquele ano, Mercury assinou contrato com a gravadora multinacional Sony Music, e logo depois passou a trabalhar em seu segundo disco solo. Seu segundo álbum solo, O Canto da Cidade, foi produzido por Liminha e lançado no Brasil pela Sony e a Columbia em setembro daquele ano. O álbum teve a participação de Herbert Vianna em "Só pra te Mostrar" e composições de Carlinhos Brown e Moraes Moreira. O Canto da Cidade tornou-se um estrondoso sucesso comercial, vendendo cerca de três milhões de cópias, tornando-se o mais vendido de 1993 em território brasileiro. Sua alta vendagem no país rendeu-lhe uma certificação de diamante pela Pro-Música Brasil (PMB). Além da faixa-título, canções como "O Mais Belo dos Belos", "Batuque" e "Você Não Entende Nada", "Só pra te Mostrar" e "Bandidos da América" fizeram sucesso nas rádios brasileiras. O álbum, bem como sua faixa-título, são vistos como responsáveis por consolidar a carreira de Mercury, bem como a axé music em todas as regiões do Brasil. Mercury experimentou durante este período um auge de popularidade pouco antes visto na história da indústria musical brasileira. No final de 1992, a TV Globo veiculou o especial de fim de ano O Canto da Cidade, que registrou o primeiro grande show da cantora, reunindo 30 mil pessoas na Praça da Apoteose no Rio de Janeiro. O êxito comercial de Mercury se expandiu para outros países, realizando concertos em alguns países da América Latina, Europa e Estados Unidos. A partir daí, seu contrato com a Sony brasileira foi transferido para a Sony internacional, mudando a previsão em seu contrato de três para cinco álbuns. Em 1993, Mercury passou a puxar o bloco Os Internacionais no carnaval de Salvador, no qual ficou até 1995.

1994–1999: Música de Rua, Feijão com Arroz e Elétrica

Em 1994, Mercury assumiu o gerenciamento de sua carreira, fundando a produtora O Canto da Cidade e a editora musical Páginas do Mar. Como sucessor de O Canto da Cidade, ela lançou mundialmente seu terceiro álbum de estúdio, intitulado Música de Rua, pela Sony e a Epic, em agosto daquele ano. Novamente produzido por Liminha, a artista teve mais controle quanto às composições do projeto, assinando seis das 12 canções, enquanto manteve a mesma musicalidade dos trabalhos anteriores, com base na axé music. O disco recebeu críticas frias em seu lançamento, que afirmavam que ele não possuía a mesma qualidade de O Canto da Cidade. Da mesma forma, o álbum não conseguiu se igualar ao sucesso de vendas do anterior, comercializando cerca de 650 mil cópias no Brasil, levando-o a ser agraciado com disco de platina dupla pela PMB. A partir de Música de Rua, foram lançadas canções notáveis como a faixa-título, bem como "O Reggae e o Mar" e "Por Amor ao Ilê". Ainda de forma a divulgar o lançamento do disco, Mercury saiu com uma turnê internacional que passou pelo Brasil e outros países da América Latina, bem como os Estados Unidos e Europa. Naquele mesmo ano, gravou com Ray Charles um comercial da Cerveja Antarctica para promover a Copa do Mundo FIFA de 1994. No ano seguinte, gravou a versão em português de "Colors of the Wind" para o filme de animação Pocahontas, além de um dueto com Jon Secada.

Mercury em 2014, durante uma apresentação no circuito Barra-Ondina, em Salvador, modelo que ajudou a consolidar.

Em 1996, Mercury assumiu os vocais do bloco Crocodilo no carnaval de Salvador, inaugurando o circuito Barra-Ondina, que apesar de enfrentar resistência na época, acabou por consolidar um novo modelo de desfile. Ainda em 1996, Mercury lançou seu quarto álbum de estúdio, Feijão com Arroz. Foi recebido com análises positivas da crítica, sendo por vezes definido como o melhor disco de sua carreira. Da mesma forma, o álbum foi um sucesso comercial, cujas vendas chegaram perto de 800 mil cópias no Brasil, rendendo-lhe um disco de platina dupla pela PMB. Feijão com Arroz também foi um sucesso de vendas internacional, contabilizando 300 mil cópias na França e 270 mil cópias em Portugal, tornando-se o álbum mais vendido da história deste último país. O primeiro single do álbum, "À Primeira Vista", liderou a parada musical brasileira por seis meses após sua inclusão na telenovela O Rei do Gado, da TV Globo. Outros singles de sucesso de Feijão com Arroz foram "Nobre Vagabundo" e "Rapunzel", que foi sucesso em alguns países da Europa. Para promover o disco, Mercury embarcou em uma turnê que percorreu várias cidades brasileiras, bem como outras regiões como Europa e Estados Unidos. No fim de 1997, a artista fez parte da coletânea Tropicália 30 Anos, na qual regravou "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso.

Em 1998, Mercury fez uma participação especial ao lado de Alceu Valença na telenovela Mandacaru, da extinta TV Manchete, onde interpretaram os cangaceiros Lampião e Maria Bonita. Nesse mesmo ano, lançou seu primeiro álbum ao vivo, Elétrica. Teve avaliações mistas da crítica especializada, que criticaram sua falta de inovação ao continuar a investir na axé music, ao passo em que outros elogiaram sua produção. Produzido por Alfredo Moura, incluiu faixas em estilo galope unidas a guitarras de rock, e gerou sucessos como "Terra Festeira" e "Trio Metal". Mercury doou parte dos direitos autorais do álbum à UNICEF. Ela também excursionou em promoção a Elétrica em regiões como América Latina e Europa. No ano seguinte, Mercury assinou um contrato de gravação com a BMG, que cuidaria de sua carreira tanto no Brasil quanto no exterior. O contrato previa a gravação de cinco álbuns e foi avaliado em US$ 5 milhões. No mesmo ano, foi lançada a compilação Swing Tropical, como o último álbum de seu contrato com a Sony, contendo os maiores sucessos da cantora até então. Mercury discordou do lançamento da compilação, uma vez que fazia parte de uma estratégia da gravadora para capitalizar em cima do lançamento de seu próximo disco, que seria lançado através da BMG.

2000–2002: Sol da Liberdade e Sou de Qualquer Lugar

Na primeira metade da década de 2000, Mercury iniciou uma tendência de incorporar elementos de música eletrônica em seus trabalhos, em busca de realizar um desejo de tornar seu som mais internacional. Em 2000, ela saiu com um trio elétrico que promovia a união do axé com a música eletrônica no carnaval de Salvador. A ideia não foi bem recebida pelos foliões, que vaiaram a cantora por duas vezes durante o percurso. Poucas semanas depois, lançou seu quinto álbum de estúdio, Sol da Liberdade, seu primeiro distribuído pela BMG e a Ariola, após sete anos de permanência na Sony. Com participações de Milton Nascimento e Angélique Kidjo, o disco trouxe as primeiras experimentações de Mercury com a música eletrônica, mas também um direcionamento para a MPB. O trabalho foi recebido de forma polarizada pelos críticos, que embora tenham apreciado sua produção, ficaram confusos quanto ao seu direcionamento musical diverso. Ainda, recebeu certificação de platina pela PMB. Sol da Liberdade produziu três singles: "Ilê Pérola Negra (O Canto do Negro)", "Santa Helena" e "Como Vai Você" – esta última vencedora do Prêmio Globo de Melhores do Ano de música do ano daquele ano. Ainda, a canção "Só No Balanço do Mar" foi destaque na trilha sonora da telenovela Porto dos Milagres, que sucedeu Laços de Família. Em seguida, ela promoveu o disco com uma turnê internacional que passou por países como os Estados Unidos, além de se apresentar no Rock in Rio III em 12 de janeiro de 2001.

No ano seguinte, Mercury lançou Sou de Qualquer Lugar, seu sexto álbum de inéditas. O disco possui uma sonoridade inspirada pela música pop e gêneros eletrônicos como o techno e dance, mas também abarca uma multiplicidade de outros gêneros como forró, manguebeat, MPB, samba e frevo. A obra foi recebida friamente pela crítica especializada, que não apreciou a mudança sonora da cantora e a quantidade de gêneros diferentes no álbum, afirmando que Mercury soava confusa e desnorteada. Comercialmente, o disco também não obteve grandes resultados quando comparado aos trabalhos anteriores da cantora, tendo sido certificado com ouro pela PMB, após comercializar mais de cem mil réplicas no páis, sua menor venda até então. Apesar da recepção consideravelmente fraca, a regravação da música "Mutante", de Rita Lee, tornou-se um grande sucesso após ter sido incluída na trilha sonora da novela das sete da Rede Globo, Desejos de Mulher. Outros singles lançados de Sou de Qualquer Lugar foram "Beat Lamento" e "Estrelas", um dueto com Toni Garrido. Ainda em 2001, a cantora foi convidada para representar o Brasil na cerimônia de entrega do Prêmio Nobel da Paz, onde cantou com Paul McCartney a canção "Let It Be", e juntamente com Ivete Sangalo, apareceu na canção "Cai Dentro", presente no álbum Afropopbrasileiro, de Margareth Menezes. No ano seguinte, foi mentora convidada em um episódio da 1.ª temporada do talent show Popstars, que formou o grupo Rouge.

2003–2004: MTV ao Vivo: Eletrodoméstico e Carnaval Eletrônico

Mercury durante um concerto em Brasília, em 2003.

Em 2003, a artista aceitou o convite da MTV Brasil para realizar um concerto para a série de registros ao vivo do canal, que foi gravado e lançado no mesmo ano como o seu segundo álbum ao vivo e primeiro em vídeo, MTV ao Vivo: Eletrodoméstico. A partir da intenção de Mercury de revisitar sua carreira, o trabalho reuniu uma variedade de cantores como Carlinhos Brown e os internacionais Jovanotti, Dulce Pontes e Rosario Flores. O registro foi recebido de forma ambivalente pela crítica, mas atraiu elogios por mostrar que a intérprete era capaz de conciliar suas intervenções eletrônicas com a musicalidade afro-brasileira que a consagrou. A edição em vídeo do projeto recebeu certificação de ouro no Brasil, representando vendas de 100 mil unidades no território, enquanto chegou ao quarto lugar na tabela de mais vendidos em Portugal, rendendo-lhe disco de platina no país. Como forma de promover o disco, foram trabalhadas as canções "Dona da Banca", "Meu Plano" e "Pára de Chorar".

Posteriormente, em 2004, Mercury lançou Carnaval Eletrônico, seu sétimo disco de estúdio e seu último lançamento realizado através da BMG. O álbum seguiu a tendência da artista de trabalhar com gêneros eletrônicos, que convidou influentes DJs e produtores de música eletrônica para integrar o projeto, como Memê e Zé Pedro, além de músicos como Gilberto Gil, Carlinhos Brown e Lenine. O disco produziu um single de sucesso nas paradas, "Maimbê Dandá", que veio a vencer o troféu Dodô e Osmar de melhor canção do Carnaval daquele ano, embora o álbum tenha atraído avaliações medianas da crítica e a menor vendagem comercial de sua carreira até então. Posteriormente, Carnaval Eletrônico recebeu uma indicação ao Grammy Latino na categoria de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro, rendendo à artista sua primeira indicação a tal prêmio. No dia 5 de junho de 2004, Mercury se apresentou na penúltima noite do Rock in Rio Lisboa I, com a turnê que promoveu Carnaval Eletrônico. Ainda em 2004, participou dos álbuns MTV ao Vivo, de Ivete Sangalo, e do álbum 25 Anos ao Vivo, da Banda Eva, nas canções "Pan-Americana" e "Anjo", respectivamente.

2005–2008: Clássica e Balé Mulato

Mercury se apresentando como parte da turnê Balé Mulato, em 2006.

No início de 2005, Mercury lançou seu terceiro álbum ao vivo e segundo em vídeo Clássica (2005) através da gravadora Som Livre. O projeto consistia em um concerto onde interpretou canções de jazz e MPB, dando ênfase a seu talento vocal. No segundo semestre daquele mesmo ano, a cantora liberou seu oitavo álbum de estúdio, Balé Mulato, seu primeiro lançamento através da gravadora EMI. Neste disco, Mercury buscou desviar-se das sonoridades de estilos eletrônicos, e em vez disso, optou por explorar gêneros que "remetem às suas origens" como o samba-reggae e o axé. O trabalho foi muito bem recebido pelos críticos, que chegaram a compará-lo com Feijão com Arroz. Como forma de promoção do disco, foram lançadas as faixas "Topo do Mundo", "Levada Brasileira" e "Olha o Gandhi Aí" – as duas últimas consagrando-se como vencedoras do Troféu Band Folia, como melhor música. Ainda em 2005, Mercury foi desconvidada de um concerto de Natal no Vaticano devido à sua posição favorável ao uso de preservativos como forma de prevenção à AIDS, atraindo atenção da mídia internacional.

Mercury iniciou 2006 com o lançamento de seu terceiro álbum em vídeo, Baile Barroco, gravado ao vivo no Carnaval de Salvador do ano anterior. O trabalho conta com as participações especiais de Gilberto Gil, Luiz Caldas e o pianista Ricardo Castro, numa inovadora apresentação em que a cantora substituiu sua tradicional banda e foi acompanhada apenas pelo piano em cima do trio elétrico. Tal performance provocou controvérsia, com defensores das tradições do Carnaval da Bahia intitulando a artista como arrogante e a acusando de elegantizar a música popular. No mesmo ano, gravou e lançou Balé Mulato: Ao Vivo, seu quarto álbum ao vivo e em vídeo. O trabalho contou com as participações especiais da Banda Didá e das cantoras Gilmelândia e Mariene de Castro. O single "Quero a Felicidade", com participação de Jammil e Uma Noites e gravada em estúdio, serviu como promoção para o projeto. Balé Mulato: Ao Vivo proporcionou a Mercury sua primeira vitória no Grammy Latino, na categoria de Melhor Álbum de Música Regional ou de Raizes Brasileiras. Ainda naquele ano, a cantora também esteve presente nas gravações do álbum de vídeo Beth Carvalho Canta o Samba da Bahia, de Beth Carvalho.

Em 2007, Mercury foi escolhida para participar de um álbum de tributo ao maestro italiano Ennio Morricone. Em meados daquele ano, ela cantou "Cidade Maravilhosa" e "Aquarela do Brasil" durante as cerimônias de abertura dos XV Jogos Pan-Americanos e dos III Jogos Parapan-Americanos, ambos realizados no Rio de Janeiro. No mesmo ano, participou das gravações do álbum Cidade do Samba, onde interpretou, com João Bosco, a canção "De Frente Para o Crime", e ainda foi artista participante na canção "Touch Your Button (Carnival Jam)", presente no disco Carnival Vol. II: Memoirs of an Immigrant, de Wyclef Jean. No primeiro semestre do ano seguinte, Mercury continuou a fazer participações em álbuns de outros artistas, como no Ao Vivo em Copacabana, de Claudia Leitte - onde cantou com ela "Cidade Elétrica", e Cheiro Acústico da banda Cheiro de Amor, onde chamou a atenção da mídia pela performance sensual de "Uma Noite e Meia", ao lado da vocalista da banda Alinne Rosa, que terminou com um selinho entre as duas cantoras. Ainda, a Sony BMG lançou o box O Canto da Cidade - 15 Anos, contendo o álbum O Canto da Cidade e o especial exibido pela TV Globo em dezembro de 1992.

2009–2013: Canibália e Cabeça de Nós Todos

Mercury durante apresentação da turnê Canibália em 2010.

No final de 2009, Mercury lançou seu nono álbum de estúdio, Canibália, com distribuição pela Sony. O disco foi lançado com cinco capas diferentes, com uma ordem diferente de músicas para cada uma. O álbum contém participações de Margareth Menezes, Seu Jorge, Wyclef Jean, além de um dueto digital com Carmen Miranda. O disco possui uma variedade de gêneros como o samba, rock e hip-hop, além de voltar a incorporar elementos eletrônicos em seu som. O álbum trouxe os singles anteriormente lançados "Preta", "Oyá Por Nós" e "Sol do Sul". Uma turnê para promover o disco já estava em andamento desde agosto daquele ano, com passagens pela Europa e América Latina. O disco e a turnê faziam parte de um projeto que seria composto pelo lançamento de dois álbuns, um DVD, dois documentários e uma exposição de artes. Ainda em 2009, Mercury fez uma apresentação na 10ª cerimônia do prêmio Grammy Latino em Las Vegas, tornando-se também a primeira artista brasileira a se apresentar na premiação.

Em homenagem ao ano em que o trio elétrico completou 60 anos e o axé music 25, Mercury lançou a faixa "Andarilho Encantado" para o carnaval de 2010. Ainda, produziu o documentário Sonora Rio Bahia, que mostrava a batalha de líderes comunitárias que trabalhavam com a música de forma criativa. No ano seguinte, em 2011, lançou através da Som Livre seu quinto álbum ao vivo e em vídeo, intitulado Canibália: Ritmos do Brasil, gravado durante o réveillon daquele ano na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O projeto contou com a presença de Unidos da Tijuca, AfroReggae, Boi Garantido, Banda Didá e seu filho, Gabriel Póvoas. Para promover o lançamento do álbum, Mercury disponibilizou duas canções na internet, sendo elas "É Carnaval" e "Iluminado", sendo que a primeira não foi incluída no repertório do disco. O lançamento deu continuidade à turnê Canibália, que terminou em 2013.

Mercury começou o ano de 2012 desfilando pela escola de samba Portela no carnaval daquele ano na Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro. Naquele ano, lançou "Santana dos Olhos D'água", uma homenagem à cidade de Feira de Santana, para o período das festividades de São João. Em 2013, Mercury estreou a turnê intitulada Pelada, acompanhada por quatro músicos em formato acústico, em contraste com suas habituais apresentações, que consistiam em coreografias, troca de figurinos e bailarinos. Em sequência, lançou através da gravadora Eldorado o álbum Daniela Mercury & Cabeça de Nós Todos, feito em parceria com o grupo baiano Cabeça de Nós Todos. Produzido por seu filho Gabriel Póvoas, o projeto abarcou uma variedade de gêneros musicais, e incluiu o single "Couchê", que havia sido lançado no início daquele ano. Ainda em 2013, lançou em parceria com a esposa Malu Verçosa o livro Daniela e Malu, Uma História de Amor, que conta a história do relacionamento das duas desde o momento da amizade até o casamento.

2014–2017: Vinil Virtual e O Axé, a Voz e o Violão

Mercury em um concerto da turnê A Voz e o Violão em 2016.

Em 2014, Mercury figurou como jurada e mentora na 1.ª edição do talent show The Voice Kids em Portugal, devido à sua popularidade no país; seu pupilo, Diogo Garcia, acabou por vencer a temporada. No ano seguinte, embarcou na turnê A Voz e o Violão, que consistia em um concerto acústico, com Mercury cantando acompanhada pelo toque do violão de Alex Mesquita, que foi posteriormente substituído por Alexandre Vargas, que tocava com a artista há mais de 20 anos. Em novembro do mesmo ano, lançou seu décimo disco de estúdio, Vinil Virtual, através do selo Biscoito Fino. Pela primeira vez em sua carreira, Mercury figurou como compositora de todas as canções de um álbum, compondo sozinha 10 das 15 canções presentes no disco. A capa do trabalho mostra Mercury deitada, nua, ao lado da esposa Malu Verçosa, numa foto inspirada por um ensaio do casal de músicos John Lennon e Yoko Ono. O álbum ainda incluiu o single "A Rainha do Axé (Rainha Má)", que havia sido lançado no ano anterior. Posteriormente, Mercury embarcou na turnê Baile da Rainha Má, realizada para promover Vinil Virtual.

Em 2016, a artista apareceu como jurada e mentora na 3.ª temporada do talent show Superstar. Em um dos programas, gerou controvérsia quando simulou estar dormindo em sua cadeira para demonstrar tédio durante a apresentação de uma das bandas da competição. Naquele mesmo ano, Mercury lançou seu sexto registro ao vivo, intitulado O Axé, a Voz e o Violão, que consistia em um registro de um concerto da turnê de mesmo nome realizado no Teatro Castro Alves, em Salvador. A obra foi viabilizada através da editora e produtora da artista, Páginas do Mar, em uma coprodução com o Canal Brasil. Em 2017, a artista lançou seu primeiro extended play (EP), intitulado Tri Eletro. O trabalho destacou-se por não ter recebido lançamento físico, restringindo se ao formato digital. O EP conteve os singles "Banzeiro" – que foi eleita posteriormente a melhor música do carnaval de 2018 pelo Troféu Band Folia – e "Samba Presidente", com participação de Márcio Victor, além da faixa "Eletro Ben Dodô".

2018–2022: Perfume e Baiana

Em 2018 Daniela começou a trabalhar em seu décimo segundo álbum e, em outubro, lançou o single "Pagode Divino". Um mês depois lançou "Pantera Negra Deusa". Em 5 de fevereiro de 2019 lança "É Proibido Carnaval" em parceria com Caetano Veloso, sua aposta para o Carnaval daquele ano, sendo a letra uma resposta ao momento conservador que o país passava e aos rumores de que o Carnaval poderia ser impedido futuramente. No mesmo ano liberou "Duas Leoas" e "Rainha da Balbúrdia" Apenas em 10 de janeiro de 2020 Daniela lançou seu álbum Perfume, que trouxe como carro-chefe a faixa "Confete e Serpentina".

Filantropia

Daniela Mercury no Prêmio Bravo! Prime de Cultura (2009)

Atenta à realidade social brasileira e com grande desejo de contribuir para a preservação das nossas matrizes culturais, Daniela criou, em 2008, o seu Instituto "Sol da Liberdade". Hoje, o ISL realiza, em parceria com o UNICEF e a ESPN Brasil, o projeto Caravana da Música. A Caravana da Música é um projeto itinerante que percorre o Brasil desde 2007, visitando uma cidade a cada mês. As cidades a serem visitadas são indicadas pelo UNICEF, de acordo ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e ao IDI (Índice de Desenvolvimento da Infância). Em cada uma das cidades visitadas, a "Caravana da Música" ergue uma grande infraestrutura onde oferece a 3 000 crianças uma vivência inédita com a dança, a música, o teatro, a construção de instrumentos, a arte circense e outras diversas experiências artísticas. Além de atender às crianças, a Caravana da Música oferece também formação em Arte Educacional para 250 professores da rede pública de cada um dos municípios visitados. A Caravana da Música já atendeu diretamente mais de 50 mil crianças e 30 mil professores. Considerando que cada professor da rede pública formado pela Caravana se transforma em um multiplicador da Arte Educacional, a estimativa é que a Caravana da Música já tenha atingido, indiretamente, mais de meio milhão de brasileirinhos. Toda a ação da Caravana da Música pelo interior do país é registrada pela equipe da ESPN Brasil que, mensalmente, exibe um documentário sobre a atuação do projeto. O documentário é exibido no Brasil e em mais 157 países.

Além de presidir o Instituto Sol da Liberdade, Daniela é ainda Embaixadora Nacional da Boa Vontade do UNICEF, título que recebeu em 1995, quando se tornou a segunda personalidade brasileira a receber tal honra. Ela também já participou de vários shows beneficentes em prol das crianças, dentre eles o Criança Esperança da UNICEF/Rede Globo e o Teleton da AACD/SBT. Parte dos direitos do álbum Elétrica de 1998 foram doados à UNICEF. É também embaixadora do Instituto Ayrton Senna. Daniela também já participou de outros projetos beneficentes, não ligados diretamente às crianças. Em 7 de outubro de 2003, participou do show Solidariedade Brasil-Noruega em prol do Fome Zero no Teatro Nacional, em Brasília. É ligada também à ONG América Latina em Ação Solidária (ALAS), tendo participado em setembro de 2007 de uma campanha publicitária promovendo ajuda aos desabrigados pelo terremoto no Peru. Em 2013 foi convidada pra participar da campanha mundial da ONU, Free & Equal (Livres e Iguais), juntamente com Ricky Martin e outros artistas internacionais.

Vida pessoal

Mercury e sua esposa Malu Verçosa no XII Seminário LGBT na Câmara dos Deputados, em Brasília (2015)

Mercury classifica-se como uma pessoa de "sexualidade múltipla" – ou bissexual. Entre 1984 e 1996, ela foi casada com o engenheiro eletrônico Zalther Portela Laborda Póvoas, com quem teve dois filhos; o músico Gabriel Póvoas, nascido em 3 de setembro de 1985 e a bailarina Giovana Póvoas nascida em 9 de dezembro de 1986. Em 2007, a imprensa noticiou que Mercury estaria namorando uma arquiteta de Nova Iorque, da qual nunca divulgou o nome. Mais tarde, a própria Mercury confirmaria a história: "É verdade, mas [ela] não é arquiteta."

Em 2008 começou a namorar o publicitário italiano Marco Scabia, com quem foi casada de 2009 a 2012. Em 2013 começou a namorar a jornalista Malu Verçosa, com quem se casou naquele ano. Com Malu, Mercury tem três filhas: Marcia Verçosa de Sá Mercuri, Alice Maria Verçosa de Sá Mercuri e Ana Isabel Verçosa de Sá Mercuri.

Discografia

Filmografia

Televisão

Ano Título Cargo / Personagem Nota
1992 O Canto da Cidade Ela mesma Especial de fim de ano
1997 Mandacaru Maria Bonita Episódio: "12 de agosto"
1998 Dona Flor e Seus Dois Maridos Esmeralda Episódio: "1 de maio"
2002 Popstars Mentora assistente Temporada 1
2006 Dança Comigo Jurada especial Episódio: "17 de junho"
2007 Paraíso Tropical Ela mesma Episódio: "20 de setembro"
2014 The Voice Kids Portugal Jurada / Mentora Temporada 1
2016 Superstar Temporada 3
2018 Segundo Sol Ela mesma Episódio: "15 de maio"
2019 Uma Vila de Novela Episódio: "9 de dezembro"

Cinema

Ano Título Personagem Nota
2005 Chame Gente - A História do Trio Elétrico Ela mesma Documentário
2017 Axé: Canto do Povo de um Lugar

Turnês

Prêmios e indicações

Grammy Latino

Ano Nomeação Categoria Resultado
2004 Carnaval Eletrônico Melhor Álbum de Pop Contemporâneo Brasileiro Indicado
2006 Baile Barroco Melhor Vídeo Musical - Versão Longa Indicado
2007 Balé Mulato - Ao Vivo Melhor Álbum de Música Regional ou de Raízes Brasileiras Venceu

Ver também

Notas e referências

Notas

  1. ↑ Mercury também tem cidadania portuguesa.
  1. ↑ O disco também é referido como Swing da Cor e Daniela.

Referências

  1. ↑ «Daniela Mercury e Malu Verçosa se casam no civil». Caras. 15 de outubro de 2013. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 15 de maio de 2018
  2. ↑ «Daniela Mercury - Site Oficial». Daniela Mercury - Site Oficial. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 8 de junho de 2026
  3. 1 2 «Daniela Mercury gostava de casar em Portugal». 11 de abril de 2013. Arquivado do original em 8 de dezembro de 2018
  4. 1 2 «Daniela Mercury casa-se com namorada em Lisboa». JN. Consultado em 6 de dezembro de 2015. Cópia arquivada em 7 de dezembro de 2018
  5. ↑ «Imagens da cantora Daniela Mercury». Folha de S.Paulo. 3 de abril de 2013. Cópia arquivada em 13 de junho de 2025
  6. ↑ «Clipe de Daniela Mercury reúne mais de 80 bailarinos da Ebateca». Consultado em 6 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
  7. ↑ «Daniela Mercury encerra turnê em Curitiba». Consultado em 6 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 27 de julho de 2025
  8. ↑ Diniz, André (2008). Almanaque do carnaval: A história do carnaval, o que ouvir, o que ler, onde curtir. [S.l.: s.n.] Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
  9. ↑ Matos, Luciano (2021). O Canto da Cidade: Da Matriz Afro-Baiana à Axé Music de Daniela Mercury. [S.l.]: Edições Sesc São Paulo. p. 178. ISBN 978-65-86111-64-4
  10. 1 2 «Certificações (Brasil) (álbum) – Daniela Mercury». Pro-Música Brasil. Consultado em 2 de março de 2020
  11. ↑ Juliana Kataoka (18 de maio de 2018). «39 coisas que você provavelmente não sabia sobre a Daniela Mercury». BuzzFeed. Consultado em 5 de maio de 2012. Cópia arquivada em 25 de julho de 2020
  12. ↑ Sanches, Pedro Alexandre. «Daniela Mercury cogita aumentar a família com Malu Verçosa». Terra Networks. Consultado em 8 de maio de 2019. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
  13. ↑ Adonay Ariza (2006). Eletronic : Samba. A Música Brasileira no Contexto das Tendências Internacionais 1 ed. [S.l.]: FAPESP. p. 267. 367 páginas. ISBN 8574196037. Consultado em 13 de setembro de 2015. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2025
  14. ↑ «Major Still Plugging». Billboard. 111 (2). 10 de Outubro de 1998. p. 63. Cópia arquivada em 2 de agosto de 2025
  15. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (6 de março de 2000). «"Trio tecno" de Daniela Mercury é vaiado». Folha de S. Paulo. Consultado em 8 de maio de 2017
  16. ↑ «Lista dos brasileiros indicados aos prêmios Grammy Latinos». Los Angeles: UOL. 14 de julho de 2004. Consultado em 27 de maio de 2017. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2020
  17. ↑ Mauro, Ferreira (11 de maio de 2020). «Discos para descobrir em casa – 'Balé mulato', Daniela Mercury, 2005». G1. Consultado em 27 de maio de 2017. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2024
  18. ↑ «Daniela Mercury ganha Grammy de Música Regional». Terra Networks. 8 de novembro de 2007. Consultado em 17 de maio de 2017. Arquivado do original em 14 de julho de 2021
  19. 1 2 3 4 5 Matias, Alexandre (3 de fevereiro de 2015). «Achavam que era arrogante, lembra Daniela Mercury sobre "Canto da Cidade"». Salvador: UOL Música. Consultado em 18 de junho de 2025. Arquivado do original em 24 de maio de 2017
  20. ↑ «Daniel Viana conversou com a musa do axé music Daniela Mercury». Rede Globo. 29 de agosto de 2012. Consultado em 16 de dezembro de 2016
  21. ↑ «Daniela Mercury comemora 20 anos de carreira e recebe famosos em show». Quem. 1 de junho de 2013. Consultado em 16 de dezembro de 2016. Arquivado do original em 14 de julho de 2021
  22. ↑ «Daniela Mercury comemora 20 anos de carreira e recebe famosos em show». Quem. 1 de junho de 2013. Consultado em 16 de dezembro de 2016. Arquivado do original em 14 de julho de 2021
  23. ↑ «Daniela em especial da Band». Band. 20 de janeiro de 2010. Consultado em 24 de janeiro de 2010[ligação inativa]
  24. ↑ Dirigido por Roberto Talma (15 de dezembro de 1992). «Especial». O Canto da Cidade. No minuto 1. TV Globo. Cópia arquivada em 18 de julho de 2026. Eu nasci na Bahia... Salvador, no Hospital Português no dia 28 de julho de [19]65.
  25. 1 2 «Programação Social». Congresso Brasileiro de Oftalmologia. Consultado em 18 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  26. 1 2 3 Birchmeier, Jason. «Daniela Mercury – Biography» (em inglês). AllMusic. Consultado em 18 de junho de 2025. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2026
  27. ↑ Mello, João (22 de maio de 2016). «Daniela Mercury se inspira na mãe para compor: 'A gente sempre faz tudo por causa da família'». gshow. Consultado em 18 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  28. 1 2 «Biografia – Daniela Mercury». Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. 1998. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  29. ↑ «Daniela Mercury - Biografia». Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Consultado em 18 de junho de 2025. Arquivado do original em 26 de novembro de 2020
  30. 1 2 «Daniela Mercury». Carnaxé. Consultado em 18 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  31. 1 2 3 «Acervo MPB: Daniela Mercury». Novabrasil FM. 16 de janeiro de 2022. Consultado em 18 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  32. ↑ Abreu, Danielle (29 de outubro de 1998). «Explosão de suingue elétrico». O Fluminense. 121 (35330). p. 16. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  33. ↑ «Em novo álbum, Daniela Mercury faz tributo a São Paulo e ao axé». Correio Braziliense. 13 de janeiro de 2020. Consultado em 1 de março de 2022. Cópia arquivada em 25 de agosto de 2025
  34. ↑ «Daniela Mercury relembra início da carreira solo». Leia Já. Consultado em 1 de março de 2022. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2024
  35. ↑ Rodrigues, Apoenam (8 de novembro de 1992). «De Salvador para o mundo». Jornal do Brasil. 102 (214). p. 30-31. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  36. 1 2 Tognozzi, Marcelo (22 de dezembro de 1991). «Bahia já tem sua musa do verão». Jornal do Brasil. 101 (258). p. 8-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  37. ↑ «Swing da Cor – Daniela Mercury». Faculdade de Comunicação da Bahia. 1998. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  38. ↑ Só, Pedro (17 de agosto de 1992). «A próxima atração vem da Bahia». Jornal do Brasil. 102 (131). p. 6. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  39. ↑ Brandão, Davi (22 de julho de 2012). «Daniela Mercury retorna à capital com "Canibália"». Diário Comércio Indústria & Serviços. Consultado em 29 de junho de 2025. Arquivado do original em 4 de março de 2016
  40. ↑ «Masp treme e Som do Meio-Dia muda de lugar». O Estado de S. Paulo. 113 (36025). 6 de junho de 1992. p. 14. Consultado em 19 de junho de 2025. Cópia arquivada em 20 de junho de 2025
  41. ↑ Aranha, Ana (2 de fevereiro de 2005). «Vinte anos de baianidade». Época. Consultado em 5 de maio de 2012. Arquivado do original em 3 de março de 2016
  42. ↑ Lisboa Garcia, Lauro (4 de junho de 1992). «A sensação branca da Bahia». O Estado de S. Paulo. 113 (36023). p. C-2. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  43. ↑ de Souza, Tárik (24 de julho de 1992). «Daniela invade o Sul». Jornal do Brasil. 107 (102). p. B-7. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  44. ↑ de Souza, Tárik (24 de setembro de 1992). «A diva do 'samba duro' que vem do Recôncavo». Jornal do Brasil. 169 (102). p. B-6. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  45. ↑ Vicente, Eduardo. «Listagens Nopem 1965-1999». Academia.edu. Consultado em 13 de novembro de 2022. Arquivado do original em 13 de novembro de 2022
  46. ↑ Acioli, Natally (14 de outubro de 2022). «Daniela Mercury comemora 30 anos de 'O Canto da Cidade' e relembra dificuldade para levar álbum para fora da Bahia». g1. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 21 de junho de 2025
  47. 1 2 3 4 5 6 «Certificados – Daniela Mercury». Pro-Música Brasil. Consultado em 29 de junho de 2025
  48. ↑ «RÁDIOS/ As mais tocadas». Jornal do Brasil. 103 (295). 28 de janeiro de 1993. p. 6-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  49. ↑ «RÁDIOS/ As mais tocadas». Jornal do Brasil. 103 (309). 11 de fevereiro de 1993. p. 6-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  50. ↑ «Nacionais». A Tribuna. 100 (57). 21 de maio de 1993. p. 5. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  51. ↑ Oliveira, Fernanda (30 de novembro de 2014). «DEZ músicas fundamentais para a história do axé music». Saraiva Conteúdo. Consultado em 1 de fevereiro de 2018. Cópia arquivada em 23 de julho de 2021
  52. ↑ «Toque do afroxé». Serviço Social do Comércio. 13 de fevereiro de 2022. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 7 de março de 2026
  53. 1 2 3 «Daniela Mercury – Carreira». Daniela Mercury - Site Oficial. Consultado em 29 de junho de 2025. Arquivado do original em 21 de janeiro de 2005
  54. 1 2 3 Adán Gil, Marisa (2 de outubro de 1996). «Daniela Mercury volta lenta e romântica». Folha de S. Paulo. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 27 de agosto de 2025
  55. ↑ Jucá, Priscilla (20 de maio de 2023). «Daniela Mercury relembra importância do hit 'O Canto da Cidade': 'Uma música que empodera'». gshow. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 29 de junho de 2025
  56. ↑ Moraes, Denise (7 de dezembro de 1992). «Com vocês, as danielas!». Jornal do Brasil. 102 (243). p. B-1. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  57. ↑ de Souza, Tárik (30 de maio de 1993). «Vou dar a volta ao mundo». Jornal do Brasil. 103 (52). p. B-5. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  58. ↑ Santanna 2009, p. 274
  59. ↑ Santanna 2009, p. 275
  60. ↑ Colombo, Silvia (29 de agosto de 1994). «Daniela lança CD e grava clipe em NY». Folha de S. Paulo. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  61. 1 2 «Daniela Mercury: o furacão baiano sacode o mundo». Manchete. 43 (2214). 17 de setembro de 1994. p. 84. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  62. ↑ Marques, Fabrício (26 de agosto de 1994). «Furacão 'axé music' se repete». Jornal do Brasil. 104 (140). p. 6-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  63. ↑ Essinger, Silvio (1 de setembro de 1994). «Daniela perde a receita do genial pop baiano». Tribuna da Imprensa. 45 (13597). p. 2-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  64. 1 2 Assumpção, José Carlos (1 de setembro de 1994). «Compositora derrota cantora». O Fluminense. 117 (34044). p. 21. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  65. ↑ «Música de Rua – Daniela Mercury». Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia. 1998. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 1 de junho de 2009
  66. ↑ Branco Martins, Lula (30 de outubro de 1994). «O 'furacão' em tormenta». Jornal do Brasil. 104 (205). p. 3-D. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  67. ↑ Stycer, Mauricio (6 de abril de 1994). «Antarctica grava clip em San Francisco». Folha de S.Paulo. Consultado em 13 de maio de 2017. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
  68. ↑ «"Cores do Vento": 3 curiosidades sobre a canção de Pocahontas». Disney Channel Brasil. 6 de abril de 2022. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 11 de agosto de 2026
  69. ↑ Almeida, Luiz (12 de fevereiro de 2025). «40 anos do Crocodilo: Daniela Mercury enaltece bloco que "fundou" o Barra-Ondina». A Tarde. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 27 de junho de 2025
  70. ↑ Nickson, Chris. «Feijão com Arroz - Daniela Mercury» (em inglês). AllMusic. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 11 de julho de 2025
  71. ↑ Meme, Fernando (25 de setembro de 1997). «Daniela Mercury volta a SP para 3 shows». Folha de S.Paulo. Consultado em 26 de abril de 2020. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2026
  72. ↑ Góes, Ludenbergue (2007). Mulher brasileira em primeiro lugar: o exemplo e as lições de vida de 130 brasileiras consagradas no exterior. [S.l.]: Ediouro. p. 207. ISBN 9788500019982 – via Google Livros
  73. ↑ Arlego, Josemar (14 de maio de 2010). «Daniela Mercury atrai multidão durante turnê por Portugal». Bahia Notícias. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  74. ↑ «T03.EP13 - O Canto da Cidade». Por Trás da Canção. Temporada 3. Episódio 13. 8 de maio de 2015. Canal Bis. Consultado em 28 de janeiro de 2017. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2017
  75. ↑ «Daniela Mercury – Rapunzel (Syndicat National de l'Édition Phonographique)» (em inglês). Syndicat National de l'Édition Phonographique. Consultado em 15 de maio de 2020. Cópia arquivada em 27 de janeiro de 2026
  76. ↑ «Daniela Mercury – Rapunzel (Ultratop 40)» (em francês). Ultratop 40. Hung Median. Consultado em 15 de maio de 2020. Cópia arquivada em 27 de junho de 2025
  77. ↑ de Barros, Bruna Monteiro (22 de maio de 1997). «Daniela Mercury cumpre promessa». Folha de S. Paulo. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 8 de novembro de 2025
  78. ↑ «Conheça 'Tropicália 30 Anos'». Folha de S. Paulo. 1 de dezembro de 1997. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  79. ↑ «"Mandacaru" traz Daniela Mercury e Alceu Valença». O Estado de S. Paulo. 9 de janeiro de 2006. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2021
  80. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (29 de outubro de 1998). «Daniela reedita seus temas de Carnaval». Folha de S.Paulo. Consultado em 27 de maio de 2025. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
  81. ↑ de Souza, Tárik (10 de novembro de 1998). «Em Questão». Jornal do Brasil. 108 (216). p. 4-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  82. ↑ Medeiros, Benício (12 de dezembro de 1998). «Lançamentos – Daniela a todo vapor». Manchete. 47 (2436). p. 71. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  83. ↑ Kolinski, Daniel (5 de março de 1999). «Daniela a 220 volts». Jornal do Brasil. 108 (331). p. 34. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  84. ↑ Souza di Renzo, Ineide (14 de novembro de 1998). «Daniela Mercury lança disco e já está em ritmo de Carnaval». A Tribuna. 105 (233). p. 29. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  85. ↑ «Daniela Mercury traz seu show "Elétrica" para SP». Folha de Londrina. 24 de março de 1999. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
  86. ↑ «Embaixadores do bem». Quem. Consultado em 18 de março de 2016. Arquivado do original em 28 de março de 2016
  87. ↑ Faour, Rodrigo (4 de março de 1999). «Daniela Mercury estréia no Canecão e enfatiza sua carreira internacional». Tribuna da Imprensa. 50 (14990). p. 2-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  88. ↑ Pascowitch, Joyce (18 de fevereiro de 1999). «Baião». Folha de S. Paulo. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  89. ↑ Trindade, Mauro (23 de março de 2000). «O novo sol da liberdade». Jornal do Brasil. 109 (348). p. 1-B. Consultado em 29 de junho de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  90. 1 2 «Daniela Mercury foge do axé em novo álbum». O Estado de S. Paulo. 28 de setembro de 2001. Consultado em 13 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 17 de fevereiro de 2022
  91. 1 2 Lannert, John (18 de março de 2000). «Mercury Rises Like The 'Sol' On BMG». Billboard (em inglês). 112 (12). p. 45. Consultado em 26 de maio de 2025 – via Google Livros
  92. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (6 de março de 2000). «"Trio tecno" de Daniela Mercury é vaiado». Folha de S. Paulo. Consultado em 8 de maio de 2017. Cópia arquivada em 2 de maio de 2023
  93. ↑ Santanna 2009, p. 285
  94. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (6 de abril de 2000). «"Sol" é avesso de "Nós"». Folha de S. Paulo. Consultado em 30 de maio de 2025. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2025
  95. ↑ de Souza, Tárik (28 de março de 2000). «Daniela busca saídas». Jornal do Brasil. 109 (353). p. 4-B. Consultado em 30 de maio de 2025 – via Biblioteca Nacional do Brasil
  96. ↑ Nelson, Santo (27 de março de 2000). «Disco/Lançamento». Folha de Londrina. Consultado em 12 de março de 2016. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2025
  97. ↑ «Melhores do Ano: Confira todos os vencedores das 16 edições do prêmio». gshow. 11 de outubro de 2011. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 16 de julho de 2026
  98. ↑ «Porto dos Milagres trilha sonora volume 1». Teledramaturgia. Consultado em 27 de julho de 2019. Cópia arquivada em 2 de março de 2024
  99. ↑ Essinger, Silvio (12 de janeiro de 2001). «Rock in Rio: Daniela Mercury promove Axé in Rio». CliqueMusic. Consultado em 12 de março de 2016. Cópia arquivada em 27 de junho de 2020
  100. ↑ Melo, Erick (15 de dezembro de 2001). «Sou de Qualquer Lugar». Carnasite. Consultado em 24 de fevereiro de 2018
  101. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (1 de outubro de 2001). «Atordoada, Daniela Mercury opta pela variedade por indecisão». Folha de S. Paulo. Consultado em 18 de março de 2016. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2025
  102. 1 2 Ruiz, Silvia (22 de outubro de 2001). «Sou de Qualquer Lugar». Istoé Gente. Consultado em 18 de março de 2016. Arquivado do original em 1 de fevereiro de 2020
  103. ↑ Barbosa, Marco Antonio (12 de novembro de 2001). «Daniela Mercury lança clipe na rede». CliqueMusic. Consultado em 1 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 26 de junho de 2020
  104. ↑ «Daniela Mercury faz turnê em Portugal». Virgula. 15 de abril de 2002. Consultado em 1 de novembro de 2016. Arquivado do original em 25 de Maio de 2009
  105. ↑ Moggi, Larissa; Gonzalez, Raquel (15 de junho de 2016). «Daniela Mercury relembra parceria com Paul McCartney: 'Um luxo que mal dá para explicar'». gshow. Consultado em 29 de junho de 2025
  106. ↑ Barbosa, Marco Antonio. «Maga - Afropopbrasileiro». CliqueMusic. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 18 de novembro de 2025
  107. ↑ https://observatoriodatv.com.br/noticias/vale-a-pena-relembrar-o-sucesso-de-popstars-programa-que-revelou-o-rouge
  108. ↑ Vargas, Nicolas. «Daniela Mercury - Eletrodoméstico». MTV Brasil. Consultado em 22 de maio de 2017. Arquivado do original em 18 de Janeiro de 2008
  109. ↑ Ferreira, Mauro (21 de abril de 2003). «MTV ao Vivo – Eletrodoméstico». Istoé Gente. Consultado em 1 de maio de 2017. Cópia arquivada em 21 de abril de 2021
  110. ↑ «Certificações (Portugal) (álbum) – Daniela Mercury ‎– MTV ao Vivo: Eletrodoméstico». Associação Fonográfica Portuguesa. Artistas & Espectáculos. Consultado em 20 de março de 2013. Arquivado do original em 22 de junho de 2020
  111. ↑ «Daniela Mercury esquenta o "Caldeirăo do Huck"». BMG. 22 de maio de 2003. Consultado em 13 de maio de 2017. Arquivado do original em 4 de julho de 2020
  112. ↑ «AGORA É QUE SÃO ELAS». Memória Globo. Consultado em 23 de maio de 2017. Cópia arquivada em 20 de agosto de 2019
  113. ↑ «Daniela Mercury na TV». BMG. 6 de outubro de 2003. Consultado em 13 de maio de 2017. Arquivado do original em 4 de julho de 2020
  114. ↑ «Daniela Mercury vence batalha e lança CD eletrônico». Folha de S.Paulo. 2 de fevereiro de 2004. Consultado em 1 de maio de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2024
  115. 1 2 Mauro, Ferreira (11 de maio de 2020). «Discos para descobrir em casa – 'Balé mulato', Daniela Mercury, 2005». G1. Consultado em 27 de maio de 2017. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2024
  116. ↑ http://www.carnaxe.com.br/history/2004/jan_52.htm
  117. ↑ https://web.archive.org/web/20130713114547/https://ne10.uol.com.br/canal/carnaval-2012/bahia/noticia/2012/02/15/carnaval-de-salvador-as-melhores-musicas-dos-ultimos-20-anos-327139.php
  118. ↑ «Lista dos brasileiros indicados aos prêmios Grammy Latino». Los Angeles: UOL. 14 de julho de 2004. Consultado em 27 de maio de 2017
  119. ↑ Sanches, Pedro Alexandre (23 de fevereiro de 2004). «Daniela Mercury abriga seu exílio na eletrônica». Folha de S. Paulo. Consultado em 7 de maio de 2017. Cópia arquivada em 1 de dezembro de 2024
  120. ↑ «Lista dos brasileiros indicados aos prêmios Grammy Latinos». Los Angeles: UOL. 14 de julho de 2004. Consultado em 27 de maio de 2017
  121. ↑ «Rock in Rio Lisboa - UOL Fotoblog». musica.uol.com.br. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2024
  122. ↑ «Ao Vivo - 10 Anos (Deluxe) de Ivete Sangalo». Apple Music. Consultado em 13 de agosto de 2024. Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  123. ↑ https://music.apple.com/br/album/25-anos-ao-vivo/1443330321
  124. ↑ «Daniela Mercury canta Bossa nova e Jazz». O Estado de S. Paulo. 6 de outubro de 2004. Consultado em 13 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 16 de setembro de 2025
  125. ↑ «Daniela Mercury». Música Brasileira. 6 de outubro de 2004. Consultado em 13 de agosto de 2016. Arquivado do original em 17 de fevereiro de 2020
  126. ↑ «Daniela Mercury assina com a EMI Music». EMI Brasil. 4 de outubro de 2005. Consultado em 4 de dezembro de 2007. Arquivado do original em 4 de dezembro de 2007
  127. ↑ Luiz, Milton (20 de novembro de 2005). «Daniela Mercury volta às origens em "Balé Mulato"». O Tempo. Consultado em 16 de abril de 2017. Cópia arquivada em 16 de julho de 2021
  128. ↑ «Chiclete é o grande vencedor do Troféu Band Folia». Carnasite. 9 de fevereiro de 2005. Consultado em 31 de março de 2014. Arquivado do original em 31 de março de 2014
  129. ↑ Scalco, Janice (28 de fevereiro de 2006). «Daniela Mercury, a Carmem Miranda em noite dourada». Terra. Consultado em 15 de junho de 2021. Arquivado do original em 23 de dezembro de 2009
  130. ↑ «Vaticano veta Daniela Mercury em show». Folha de S. Paulo. 23 de novembro de 2007. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Cópia arquivada em 28 de março de 2025
  131. ↑ Phillips, Tom (25 de novembro de 2005). «Vatican ban for singer in anti-Aids campaign». The Guardian (em inglês). Rio de Janeiro. Consultado em 27 de maio de 2025
  132. ↑ «Daniela Mercury lança novo DVD». OFuxico. 22 de janeiro de 2006. Consultado em 27 de maio de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  133. ↑ Fernandes, Vagner (18 de fevereiro de 2006). «O baile barroco de Daniela». Nordeste Web. Consultado em 26 de dezembro de 2014. Arquivado do original em 26 de dezembro de 2014
  134. ↑ «Daniela Mercury grava DVD de Balé Mulato no Farol». A Tarde. 12 de setembro de 2006. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 1 de julho de 2025
  135. ↑ «Daniela Mercury retoma o folclore brasileiro em seu novo DVD». OFuxico. 8 de dezembro de 2006. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  136. ↑ «Balé Mulato Ao Vivo [DVD]». EMI Brasil. Consultado em 21 de junho de 2025. Arquivado do original em 16 de dezembro de 2007
  137. ↑ «Jammil participa de DVD de Daniela Mercury». OFuxico. 9 de outubro de 2006. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  138. ↑ «Daniela Mercury ganha Grammy de Música Regional». Terra. 8 de novembro de 2007. Consultado em 17 de maio de 2017. Arquivado do original em 5 de agosto de 2017
  139. ↑ «O antológico CD e DVD "Beth Carvalho Canta o Samba da Bahia – Ao Vivo" chega às plataformas digitais pela Universal Music». Universal Music Brasil. 2 de dezembro de 2024. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 9 de fevereiro de 2026
  140. ↑ Borgo, Érico (16 de janeiro de 2007). «Tributo a Ennio Morricone tem até participação de Daniela Mercury». Omelete. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025
  141. ↑ «Pan é aberto com vaias a Lula e homenagem a atletas». G1. 13 de julho de 2007. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Cópia arquivada em 27 de julho de 2025
  142. ↑ «Governador do Rio abre Jogos Parapan-americanos». Jornal do Brasil. 12 de agosto de 2007. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  143. ↑ Vianna, Luiz Fernando (3 de dezembro de 2007). «CD de duetos acerta ao seguir idéia original». Folha de S. Paulo. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  144. ↑ Jeffries, David. «Carnival, Vol. II: Memoirs of an Immigrant - Wyclef Jean». AllMusic. Consultado em 6 de julho de 2025. Cópia arquivada em 12 de fevereiro de 2026
  145. ↑ Alves, Ernani (18 de fevereiro de 2008). «Gravação de DVD de Claudia Leitte é marcada por imprevistos». Terra. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 19 de fevereiro de 2008
  146. ↑ Jacinto, Ana Paula (3 de julho de 2008). «Daniela Mercury dá selinho em Alinne Rosa da banda Cheiro de Amor». Quem. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 7 de julho de 2008
  147. ↑ «O selinho de Daniela Mercury e Alinne Rosa». Contigo!. 3 de julho de 2008. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 7 de julho de 2008
  148. ↑ Modkovski, Roger (18 de janeiro de 2008). «Daniela Mercury relembra 15 anos de "O Canto da Cidade" em CD e DVD». UOL Música. Consultado em 21 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  149. ↑ Portilho, Osmar (2 de dezembro de 2009). «Daniela Mercury diz que novo CD é "provocação"». Terra. Consultado em 13 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 3 de dezembro de 2013
  150. ↑ «Disco A1: Daniela Mercury – Canibália». Antena 1. 17 de setembro de 2009. Consultado em 29 de junho de 2025
  151. ↑ «Daniela Mercury lança CD com cinco capas diferentes». Cada Minuto. 28 de novembro de 2009. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  152. ↑ Ferreira, Mauro (5 de janeiro de 2009). «Décimo terceiro álbum da cantora baiana é a trilha inteligente do verão do paraíso tropicalista». Rolling Stone Brasil. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  153. ↑ «Daniela Mercury lança nova música nas rádios». Carnasite. 19 de novembro de 2007. Consultado em 14 de dezembro de 2009. Arquivado do original em 23 de janeiro de 2008
  154. ↑ «Release Daniela Mercury - Carnaval 2009». Daniela Mercury - Site Oficial. 17 de fevereiro de 2009. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2009
  155. ↑ «Daniela Mercury lança a turnê mundial 'Canibália' nesta sexta». g1. 7 de agosto de 2009. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 16 de dezembro de 2024
  156. ↑ «Show Canibália: Daniela Mercury». Daniela Mercury - Site Oficial. 27 de julho de 2009. Consultado em 2 de junho de 2025. Arquivado do original em 18 de junho de 2013
  157. ↑ «Daniela Mercury cantará Grammy Latino». Carnaxé. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  158. ↑ «Daniela Mercury lança música em homenagem ao trio elétrico». Carnaxé. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  159. ↑ «Daniela Mercury grava hit de Carnaval com cubanos». OFuxico. 30 de dezembro de 2009. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  160. ↑ «Daniela Mercury lança o documentário Sonora Rio Bahia». OFuxico. 13 de junho de 2010. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  161. ↑ Rocha Lima, Irlam (18 de dezembro de 2011). «Daniela Mercury lança DVD gravado no Rio com repertório que a consagrou». Correio Braziliense. Consultado em 30 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  162. ↑ «Daniela Mercury: músicas pela internet». Caras. 1 de novembro de 2010. Consultado em 30 de junho de 2025
  163. ↑ https://www.carnaxe.com.br/history/2013/jan/jan_97.htm
  164. ↑ Berrêdo, José Raphael (20 de fevereiro de 2012). «'Estou emocionada, foi espetacular,' diz Daniela Mercury na Sapucaí». g1. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  165. ↑ «Cantora Daniela Mercury lança clipe em homenagem a Feira de Santana». Jornal Grande Bahia. 18 de junho de 2012. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  166. ↑ Astuto, Bruno (9 de agosto de 2013). «Daniela Mercury apresenta a turnê 'Pelada' em São Paulo». Época. Consultado em 2 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  167. ↑ Caldeira, Julio (6 de agosto de 2013). «Daniela Mercury encara versão acústica em "Pelada"». Época. Consultado em 2 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  168. ↑ Ferreira, Mauro (10 de dezembro de 2013). «Daniela Mercury e Cabeça de Nós Todos». Rolling Stone Brasil. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  169. 1 2 Maria, Julio (11 de dezembro de 2013). «Daniela Mercury sobe ao palco e ao ringue». O Estado de S. Paulo. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  170. ↑ «Livro de Daniela Mercury e Malu Verçosa, 'Uma História de Amor', já está à venda». PurePeople. 6 de novembro de 2013. Consultado em 29 de junho de 2025
  171. ↑ «Candidato de Daniela Mercury vence The Voice Kids Portugal». A Tarde. 16 de dezembro de 2014. Consultado em 27 de julho de 2022. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2023
  172. ↑ «Daniela Mercury, a Voz e o Violão». Carnaxé. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 19 de maio de 2026
  173. ↑ «Daniela Mercury apresenta 'axé, voz e violão' com sucessos e MPB no DF». g1. 22 de setembro de 2016. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 8 de março de 2018
  174. ↑ Ferreira, Mauro (27 de dezembro de 2015). «Entrevista: aos 50 anos e com o primeiro disco completamente autoral da carreira, Daniela Mercury irradia discurso igualitário». Rolling Stone Brasil. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 13 de abril de 2024
  175. 1 2 3 Simões, Marina (30 de outubro de 2015). «Daniela Mercury critica reserva de mercado pernambucana como forma de preservar tradição: "Tem que achar outra forma"». Diário de Pernambuco. Consultado em 2 de novembro de 2015. Arquivado do original em 31 de outubro de 2015
  176. ↑ Ferreira, Mauro (16 de novembro de 2015). «Exclusivo: Daniela Mercury se inspira em Lennon e Yoko e tira a roupa pela paz». Rolling Stone Brasil. Consultado em 18 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 13 de abril de 2024
  177. ↑ «Banda eliminada no 'Superstar' leva na esportiva 'cochilo' de Daniela Mercury». Extra. 12 de abril de 2016. Consultado em 14 de abril de 2016. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  178. ↑ Lins, http://www.uai.com.br/app/noticia/musica/2016/11/06/noticias-musica,196950/suingue-sob-nova-perspectiva.shtml (6 de novembro de 2016). «Em novo álbum, Daniela Mercury revisita músicas antigas e populares do axé». Uai
  179. ↑ Ferreira, Mauro (24 de agosto de 2016). «Daniela divulga capa do disco em que canta axé music no toque do violão». g1. Consultado em 8 de setembro de 2016. Cópia arquivada em 16 de fevereiro de 2026
  180. ↑ «Daniela Mercury lança 'ET' Tri Eletro, seu mais novo EP». Correio. 30 de setembro de 2017. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  181. ↑ «Daniela Mercury lança clipe da música 'Banzeiro'; assista». Caras. 20 de outubro de 2017. Consultado em 17 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 4 de abril de 2019
  182. ↑ «Banzeiro é eleita a melhor música do Carnaval 2018». Band.com.br. 13 de fevereiro de 2018. Consultado em 29 de junho de 2025
  183. ↑ Santos, Daiv (24 de setembro de 2018). «Daniela Mercury escolhe drag queen como protagonista do clipe para "Samba Presidente"». POPline. Consultado em 17 de outubro de 2018. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  184. ↑ «Daniela Mercury lança Tri Eletro com três canções inéditas». Correio. 7 de outubro de 2017. Consultado em 29 de junho de 2025. Cópia arquivada em 28 de junho de 2025
  185. ↑ «Pagode Divino». iTunes. Consultado em 10 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 11 de novembro de 2018
  186. ↑ «Pantera Negra Deusa». iTunes. Consultado em 25 de novembro de 2018. Cópia arquivada em 27 de novembro de 2018
  187. ↑ «Com 'É Proibido Carnaval', Daniela Mercury nos salva do fim do mundo». Huffpost Brasil. Consultado em 1 março de 2020. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2019
  188. ↑ «Duas Leoas». iTunes. Consultado em 1 de março de 2020. Cópia arquivada em 21 de outubro de 2025
  189. ↑ «Rainha da Balbúrdia». iTunes. Consultado em 1 de março de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2025
  190. ↑ «Perfume». iTunes. Consultado em 1 de março de 2020. Cópia arquivada em 9 de outubro de 2025
  191. ↑ «Cinco motivos pelos quais Daniela Mercury é um exemplo de aceitação da sexualidade». Midiorama. Consultado em 1 de março de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2023
  192. ↑ «Daniela Mercury assume bissexualidade e casamento com mulher». E! Online. Consultado em 1 de março de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2023
  193. ↑ «IstoÉ- Daniela Mercury». Cópia arquivada em 27 de fevereiro de 2007
  194. ↑ «Daniela Mercury está namorando uma mulher, diz jornal». Globo.com. 21 de outubro de 2007. Consultado em 21 de dezembro de 2009. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2021
  195. ↑ "Gosto de homem", diz cantora após beijo. Portalodia.com, 4 de julho de 2008
  196. ↑ «Chega ao fim casamento de Daniela Mercury e Marco Scabia, diz revista». Ego. 15 de janeiro de 2013. Consultado em 1 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 9 de julho de 2025. Cantora estava há três anos com o empresário [...] A assessoria da cantora confirmou a informação [...]
  197. ↑ Botelho, Thaís; Blanes, Simone (s/data). «O casamento secreto de Daniela Mercury». IstoÉ Gente. Consultado em 1 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 4 de dezembro de 2021. Sem fazer alarde e com poucos familiares convidados, a cantora Daniela Mercury, de 43 anos, e o publicitário Marco Scabia, de 34, decidiram trocar alianças na Itália, quase em segredo, numa cerimônia simples na primeira semana de maio.
  198. ↑ «Daniela Mercury posta foto de mulher e diz: 'Minha esposa, minha família'». EGO. Cópia arquivada em 31 de maio de 2025
  199. ↑ «Daniela Mercury prepara cenário da 'Live do Orgulho' com as filhas e diz: 'É uma luta da família'». Gshow. Consultado em 27 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2023
  200. ↑ «Daniela Mercury faz live no Dia do Orgulho LGBTQ+». ISTOÉ Independente. 28 de junho de 2020. Consultado em 27 de outubro de 2020. Cópia arquivada em 20 de outubro de 2023
  201. ↑ «Daniela Mercury é nova jurada do Superstar, que segue com Sandy e Paulo Ricardo». Cópia arquivada em 3 de março de 2026
  202. ↑ «Filme mostra como axé virou febre e esfriou por ganância e competição». Globo. Consultado em 2 de novembro de 2016. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2026
  203. ↑ «Troféu Imprensa (Melhores de 1992) - Parte 4». Canal de Reginaldo Prado - YouTube. Cópia arquivada em 8 de março de 2026
  204. ↑ «Troféu Imprensa Melhores de 1995 (SBT) - parte 5». Canal de Reginaldo Prado - YouTube. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2026
  205. ↑ «Troféu Imprensa (Melhores de 1992) - Parte 6». Canal de Reginaldo Prado - YouTube. Cópia arquivada em 23 de novembro de 2025
  206. 1 2 «Troféu Imprensa - Melhores de 96 (completo) 01/06/97». TV2000+ - YouTube. Cópia arquivada em 22 de novembro de 2025
  207. ↑ «Troféu Imprensa Melhores de 1997 (SBT) - parte 1». Canal de Reginaldo Prado - YouTube. Cópia arquivada em 15 de janeiro de 2026
  208. ↑ «Tony Ramos e Daniela Mercury são homenageados em prêmio na Florida». Ofuxico. 11 de maio de 2015. Consultado em 11 de maio de 2015. Cópia arquivada em 25 de janeiro de 2021
  209. ↑ Veja (24 de Dezembro de 2019). «Os vencedores do POC AWARDS 2019, a premiação da comunidade LGBT+». Veja. Consultado em 24 de Dezembro de 2019. Cópia arquivada em 25 de dezembro de 2019
  210. ↑ Vinícius Yamada (24 de Dezembro de 2019). «Os vencedores do POC AWARDS 2019, a premiação da comunidade LGBT+». Gay Blog Br. Consultado em 24 de Dezembro de 2019. Cópia arquivada em 14 de abril de 2021
  211. ↑ Brasil, Decreto de 12 de abril de 2006.

Ligações externas

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre Daniela Mercury:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Commons Imagens e media no Commons
Commons Categoria no Commons
Wikidata Base de dados no Wikidata